“Sim, assim sim”.
Por Ricardo Silvestre • 6 Agosto, 2008 • Categorias: Nacionais, NotíciasA programação religiosa nos media (inclusive nos canais estatais) é extensa e multifacetada. Mas do ateísmo nem um minuto, nem uma palavra.
A programação religiosa nos media (inclusive nos canais estatais) é extensa e multifacetada. Mas do ateísmo nem um minuto, nem uma palavra.
Passando uns dias de férias em Varsóvia (sim, nos os ateístas também passamos dias de férias, não passamos todo o nosso tempo a debitar dislates na internet sobre religião e “líderes espirituais”) constatei mais uma vez que certos argumentos religiosos acabam por chocar uns contra os outros, só pela sua simples existência.
Deixamos aqui um texto muito interessante (e com múltiplas “camadas”) do nosso visitante Domingos Faria (AKA, mingos) e que provoca uma reflexão. Para ler com atenção redobrada (e para deixar critica na caixa de comentários).
O exorcismo e a possessão espiritual continuam a ser algo de que as televisões portuguesas se servem para aumentar as audiências. Desta vez foi na TVI, no “Você na TV!”, um programa matinal de Manuel Luís Goucha. Urge esclarecer as pessoas acerca destes jogos de burlões e charlatães.
Técnicas de marketing e de persuasão são cada vez mais utilizadas pelos “vendedores da religião”. Já nem no seu lar os cidadãos podem ter o devido descanso sem serem constantemente abordados por estes indivíduos cada vez mais preparados para a sua tarefa de divulgação.
O preço das missas e dos sacramentos religiosos aumenta mais de 30% na maioria das dioceses do Norte e Centro do país.
A edição do passado dia 18 de Junho da revista brasileira Veja inclui uma entrevista com o matemático e autor americano John Allen Paulos.
Na sequência do sucesso do primeiro videocast, apresentamos mais uma conversa a quatro.
Em memória de Madeline Neuman, vamos continuar a expor aqueles que deixam morrer as suas crianças devido à “fé” que têm. Mais um jovem que faleceu, e ainda por cima da mesma família onde meses antes tinha morrido uma bebe por causa de recorrerem à oração para “tratar” problemas de saúde.
Há quem compare a dedicação, admiração e mesmo paixão de algumas pessoas a Deus com o amor cego de um adolescente pela sua última paixão, quando as hormonas turvam a visão e o discernimento.