Dose dupla das Arábias
Por Ricardo Silvestre • 12 Agosto, 2008 • Categorias: Internacionais, NotíciasDois exemplos inacreditáveis de irracionalidade e dogmatismo religioso na Arábia Saudita, e o respectivo assentimento e “tolerância” do Ocidente.
Dois exemplos inacreditáveis de irracionalidade e dogmatismo religioso na Arábia Saudita, e o respectivo assentimento e “tolerância” do Ocidente.
Livro Jewel of Medina da jornalista Sherry Jones censurado.
Johann Hari, um jornalista vencedor de vários prémios de jornalismo, e que escreve para jornais como o Independent, o New York Times, O Los Angeles Times, deixa-nos algumas ideias sobre como derrotar o extremismo muçulmano.
Rejeição da ilegalização do partido no poder da Turquia por iniciativas anti-laicidade.
Dalai Lama andar a fazer a apologia do Islão, dizendo que “é totalmente errado e injusto considerar o Islão como uma religião violenta”. Só pode estar a delirar com algum incenso mais forte.
A França acabou de rejeitar a atribuição de cidadania a uma mulher Marroquina com a justificação de que as “práticas radicais” do Islão são incompatíveis com os valores Franceses de igualdade de sexos.
Uma autoridade educativa Inglesa está a investigar alegações que dois alunos foram punidos por não se ajoelharem e rezarem a Alá durante uma aula sobre educação religiosa.
Para alguns muçulmanos, um cachorrinho é “impuro e ofensivo”. Mas “mortes por honra”, apedrejamentos até á morte, mortes por apostasia, descriminação de minorias, e a opressão de mulheres… tudo isso é muito “puro e inofensivo”.
Um “Oficial em Casamentos Sauditas” disse a uma televisão do Líbano que “é possível casar com um rapariga com um ano de idade, desde que o sexo seja adiado. O profeta Maomé, cujo modelo seguimos, casou com ‘Aisha quando ela tinha seis anos e teve sexo com ela quando ela tinha nove anos”.
Vejam aqui o relato na primeira pessoa de um jovem muçulmano suicida e saibam como podem os fanáticos religiosos ter um número inesgotável de “mártires”.