A ética do catolicismo para “totós”
Por Rui Janeiro • 16 Setembro, 2008 • Categorias: Ciência & Educação, Departamentos, Internacionais, Juventude, NotíciasOs autores desta peça é que se deviam sentar no banco dos acusados.
Os autores desta peça é que se deviam sentar no banco dos acusados.
Um pastor evangelista em Malta é o director de um Instituto Criacionista que tem alvará de funcionamento por parte do estado. Este senhor acredita que os dinossauros co-existiram com os humanos, e até ajudaram na construção das pirâmides do Egipto.
Uma autoridade educativa Inglesa está a investigar alegações que dois alunos foram punidos por não se ajoelharem e rezarem a Alá durante uma aula sobre educação religiosa.
Análise ao livro “Eu sou o vosso deus” das catequeses católicas, literatura oriunda do Secretariado Nacional da Educação Cristã.
O Sr. António Francisco dos Santos, bispo de Aveiro, diz que “A Diocese de Aveiro viu crescer no último ano lectivo o número e a percentagem de alunos matriculados nas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica”. Saiba aqui qual foi esse aumento (ou talvez não).
O que fazer à Educação Moral e Religiosa Católica?
Dizer que a EMRC dá “pontos de referência e de análise crítica” para se ter “capacidade de raciocínio, reflexão e auto-critica” é o estilo de auto-promoção que é esperada de quem quer, desesperadamente, não perder a influência que ainda pensa ter sobre os pais dos jovens que estão em sistemas escolares seculares.
Qualquer pessoa racional devia ficar arrepiada com as palavras “a bíblia como codigo cultural” ou como “tesouro mais precioso”.
Infância e adolescência, a catequese como agente de formação de morais, a bíblia como critério para interpretar a existência humana.
As Igrejas não devem “estar a dar conceitos” para sistemas educativos, por muito que achem que pode ser um “contributo positivo”. E claro que “destrói a laicidade da escola” fazerem isso.