Quem somos
Ana Valente: "Porquê?" é uma das suas palavras de ordem... Talvez até a primeira que proferiu!
Perguntar e obter respostas, é um dos seus lemas!
O Ateísmo surge como resposta a algumas das suas interrogações.
Se a resposta aparece com um "não sei", mãos à obra. Entende que a simples aceitação de dogmas não é a melhor forma de estar na vida, definitivamente.
Sendo professora de Psicologia, considera fundamental para o seu crescimento, pessoal e profissional, tentar identificar e descodificar os discursos e os intra-discursos sempre subjacentes em qualquer comportamento humano.
Pretende questionar, argumentar, dar que pensar...
Ficar sem resposta, não é resposta...
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Bruno Miguel Resende: Ateu porque a estupidez o aborrece, nunca se sentiu persuadido pelas coercividades religiosas que o envolviam, aos poucos se dedicou à pesquisa de conhecimentos e racionalismos, passando pelas obras de anarquistas como Kropotkin e Bakunin, entre outros intelectualismos demonizados. Interessado pela estupidez e pela ignorância humana, mais facilmente descobre o que não se deve fazer, as convicções estúpidas levam às acções estúpidas, e para isso existem os construtivismos sociais religiosos a minar o Ser Humano enquanto indivíduo e ser social. Ateísmo, anarquismo, satanismo, surrealismo, psicadelismo, são alguns dos “ismos” por si defendidos. Multi-facetado sem facetas definidas, desde microbiologia a informática, desde restauração a telemarketing, nada é definido na sua vida, frequenta a licenciatura de Ciências Sociais e revoluciona constantemente a sua vida mediante os factores externos. Sonha ser um escritor surrealista a tempo inteiro, tendo como hobby os bips de uma caixa de um supermercado. Incenso de ópio e trance psicadélico são duas das suas chaves de ouro para a hegemonia intelectual, e sexual por vezes. Não gosta de televisão, nem de futebol, nem de telenovelas, nem de consciências reduzidas, prefere a elevação dos sentidos e da mente, embora se regozije com os campeonatos de esfacelamento de joelhos em Fátima. A vida é o intervalo entre nascimento e morte, intervalo esse que deve ser aproveitado com os prazeres que existem, se a maioria prefere os sofrimentos alicerçados pela fé, que os sofram individualmente sem interferirem na vida dos outros.
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Carlos Moura: Depois de várias profissões, desde fotógrafo a designer gráfico, tornou-se mais conhecido como comediante stand-up nas suas participações em vários programas de televisão. Apesar de tudo, diz que a noção de Deus é a piada que gostava de ter inventado e que a religião continua a ser um grande show-bizz... Actualmente ligado à produção televisiva e ao desenvolvimento de conteúdos, entrou para a equipa do Portal Ateu porque era inevitável: é difícil fugir às coisas óbvias e necessárias. Ateu há poucos anos, viveu grande parte da sua vida na confortável posição de agnóstico, até ao momento em que descobriu Dawkins, Harris, Russel e restantes. Afinal de contas, o ateísmo não é uma posição... é uma condição. Além de que contribui imenso para boas actuações humorísticas!
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Daniel Silvestre: Crescido num ambiente algo liberal e sem pressões externas ou internas que o fizessem optar por alguma religião, desde cedo começou a observar o mundo em seu redor segundo as suas ideias e concepções.
Ligado desde novo ao mundo dos Videojogos e graças também ao dialogo com gente muito mais velha, começou por construir as suas ideias e teorias segundo exclusão daquilo que achava prejudicial e aglutinando conhecimentos que encarava como correctos e explicativos, tudo o que acontece tinha de ter um significado plausível e não uma explicação difusa.
Já com uma visão ateísta, conheceu no seu 10 ano de escolaridade uma professora de Filosofia que lhe abriu as portas para as visões criticas de vários filósofos (incluindo a desta) sobre a religião. Estavam lançadas as bases para o enraizamento do seu ateísmo.
Com o regresso do seu irmão da sua formação dos Estados Unidos onde angariou alguns conhecimentos "Novo Ateístas", os quais lhe transmitiu e a sua entrada para a Faculdade para o curso de Antropologia, ajudaram a consolidar a sua visão critica contra todos os tipos de religião em relação ao perigo que trazem ao mundo tanto a nível anti-intelectual, como também do caminho em direcção aos conflitos bélicos e étnicos em prol da fé.
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Filomena de Mello: Nascida no século passado, de pai ateu e mãe católica, cedo lhe ensinaram que deveria beber em todas as fontes, para poder escolher que líquido preferia. Gole a gole, foi degustando diversos néctares, refinando o gosto e recusando falsificações.
Hoje, agnóstica - porque gosta de pôr tudo em causa - caminha em direcção ao ateísmo. Idealista, trabalha onde acredita ainda ser possível fazer a diferença pela positiva.
Por sentir que não é Graças a Deus que as coisas correm bem ou mal, tenta todos os dias ser um pouco irreverente e inconformista, assumindo-se como outsider…
«Já não sou quem era! Devo ser no que me vou tornando!», é de momento a sua citação favorita.
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Helder Sanches: casado e pai de duas filhas, nunca revelou tendências para o sobrenatural. Aos oito anos aprendeu a dizer "Somos surdos, Senhor" no lugar de "Ouvimos, Senhor". Defende que o ateísmo deve ser construído à conta dos seus próprios méritos e não baseado nos desméritos das religiões. Fundador e webmaster do Portal Ateu, prefere abordar as questões de laicidade, moral e cultura. Blog pessoal: Penso, logo, sou ateu
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Ludwig Krippahl: Gosta mais de ver que de crer. A curiosidade levou-o à química, à informática, à bioquímica e agora ensina e investiga bioinformática. Gosta da vida, da família, dos amigos e de perceber as coisas. Não necessariamente por essa ordem. Gosta da fantasia e da realidade como gosta de mostarda e chocolate. Separadas. Blog pessoal: Que treta!.
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Manuel Lopes: Criado num ambiente vincadamente cristão e conservador, obrigado a presenciar cerimónias religiosas contra a vontade e ouvindo frases como “bruxas não existem, mas que as há, há”, cedo começou a aperceber-se de que algo estava errado. Pela adolescência e com o desenvolver da sua personalidade, começou a não acreditar em unicórnios cor-de-rosa, muito menos em deuses sem nome. A formação jurídica forneceu bases para o desenvolver correcto do raciocínio e para cimentar formas de estar na vida e de pensar. Defende que o sentido da vida se encontra nas experiências pessoais e sociais e é adepto absoluto da razão e da lógica. Não acredita no destino, antes pensa que a vida é fugaz, e que vale a pena aproveitar ao máximo todos os seus momentos.
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Ricardo Silvestre: Ateísta desde os 13 anos quando lhe foi oferecido por uma avó pia um livro com "As histórias ilustradas da Bíblia", com todos os "favoritos contos" de genocídio, intolerância e injustiças. Já nessa terna idade, pensou que o que estava ali escrito era a maior estupidez que alguma vez lhe tinha sido apresentada. Vinte e dois anos depois, numa classe de Fisiologia Humana, o Professor que estava a dar a aula, um cristão "renascido" (born again Christian, no original) sugeriu aos seus alunos irem assistir a uma palestra com o (infame) Prof. Behe, sobre a "teoria" do Desenho Inteligente (onde os crentes defendem que certos sistemas biológicos são tão complexos que só podem ter sido criados por Deus). Nessa palestra tornou a pensar que, neste caso o que estava a ouvir, era o maior disparate inventado no mundo científico na sua área. Como para criticar, se deve saber mais, leu Richard Dawkins sobre a Teoria da Evolução das Espécies, o que o levou a ler The God Delusion, que o levou a ler Daniel Dennett, e por sua vez, Sam Harris, Victor Stenger, Christopher Hitchens. Estava feito um (novo) ateísta militante. Blog pessoal: Novo Ateísmo
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Rui Janeiro: Não crente desde muito jovem e com uma educação neutra, sem influência religiosa, vê as superstições em geral e a religião em particular como uma ameaça à qual é preciso dar luta. Apesar de gostar de épicos como o Senhor dos Anéis e da mitologia pagã, apenas tomou contacto há poucos anos com os livros sagrados das religiões monoteístas, quando lhe emprestaram a "Bíblia das Crianças". Engenheiro geólogo de profissão, vê a sua formação científica como um livro de respostas para o mundo que nos rodeia. Prefere prestar culto à gastronomia portuguesa, futebol, death metal e rock progressivo e, no meio disso tudo, ainda arranja tempo para escrever. Blog mais ou menos pessoal: Brutális.
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