Oitenta e oito por cento? Só podem estar a gozar comigo!
Por Rui Janeiro • 11 Setembro, 2008 • Categorias: Opinião, Psicologia & SociologiaEstes números não correspondem à nossa sociedade.
Estes números não correspondem à nossa sociedade.
Que sentido faz a denominação de “novo-ateísmo” quando a única coisa nova no processo são os protagonistas?
Vejam aqui algumas das palavras deixadas por Maria José Nogueira Pinto (sim, a mesma do Partido Popular) durante de uma recente visita ao Congresso Missionário Nacional. E vejam o qual a minha opinião sobre as mesmas.
O Conselho para os Direitos Humanos da ONU foi “sequestrado” pela Organização da Conferência Islâmica que conseguiu passar uma resolução que bane “quaisquer criticas ao Islão e as suas práticas”. Veja aqui o que Pat Condell tem a dizer sobre isso.
Hoje, para variar, uma crítica cinematográfica: Babylon A.D. como um filme anti-religioso. Veja aqui o que eu achei do filme. “And…let’s look at tha traila”.
Mais um exemplo extraordinário de contorcionismo religioso e de “Doublespeak IngSoc” (do livro “1984″) tão Orwelliano, que se torna surreal.
Ao contrário do poeta, não me irei referir neste artigo a nenhuma alma que esteja de partida. Muito pelo contrário, o meu interesse tem a ver com a chegada de uma alma muito particular: a primeira.
Nas dinâmicas da imutabilidade vaticanista em inquisições ao pensamento, urge ao Secularismo a iniciativa de destruição das desumanizantes atitudes advindas da papolatria.
Eu, se fosse católico, iria sentir-me severamente “ofendido” por ser colocado tão levianamente num “grupo de pessoas ofendidas” sem antes me perguntarem a opinião se estava “ofendido ou não”.
Que sentido faz o conceito de blasfémia num Estado onde a religião não é constitucionalmente imposta como uma obrigação (nem sequer como um dever, apenas como um direito) de todos?