Babylon A.D.
Por Ricardo Silvestre • 2 Setembro, 2008 • Categorias: OpiniãoHoje, para variar, uma crítica cinematográfica: Babylon A.D. como um filme anti-religioso. Veja aqui o que eu achei do filme. “And…let’s look at tha traila”.
Hoje, para variar, uma crítica cinematográfica: Babylon A.D. como um filme anti-religioso. Veja aqui o que eu achei do filme. “And…let’s look at tha traila”.
Mais um exemplo extraordinário de contorcionismo religioso e de “Doublespeak IngSoc” (do livro “1984″) tão Orwelliano, que se torna surreal.
Ao contrário do poeta, não me irei referir neste artigo a nenhuma alma que esteja de partida. Muito pelo contrário, o meu interesse tem a ver com a chegada de uma alma muito particular: a primeira.
Nas dinâmicas da imutabilidade vaticanista em inquisições ao pensamento, urge ao Secularismo a iniciativa de destruição das desumanizantes atitudes advindas da papolatria.
Eu, se fosse católico, iria sentir-me severamente “ofendido” por ser colocado tão levianamente num “grupo de pessoas ofendidas” sem antes me perguntarem a opinião se estava “ofendido ou não”.
Que sentido faz o conceito de blasfémia num Estado onde a religião não é constitucionalmente imposta como uma obrigação (nem sequer como um dever, apenas como um direito) de todos?
Nesta segunda parte sobre o artigo que AC Grayling escreveu sobre a possibilidade de a Inglaterra ter um primeiro-ministro ateu, deixamos aqui a opinião de AC sobre quais as justificações para tal acontecer.
Antony (AC) Grayling escreveu um artigo de opinião para o Jornal Inglês, The Guardian, sobre os benefícios sociais e políticos para a Inglaterra de ter um primeiro-ministro ateu em Downing Street.
Com base no artigo que o Ricardo Silvestre escreveu”abusos infantis”, vou dar-vos outro ponto de vista que ainda não foi aqui debatido.
Defendo desde já a minha posição, acerca do fenómeno de Fátima, dizendo que foi uma construção e manipulação dessa instituição política que é a igreja. E reparem que utilizaram crianças, que à época eram [...]
Um conjunto de pensamentos e de transcrições de declarações da comunidade científica (a verdadeira) sobre a questão do “Desenho Inteligente”