Islamismo ao metro
Por Rui Janeiro • 24 Julho, 2008 • Categorias: Cultura, Departamentos, Internacionais, Notícias, Psicologia & SociologiaCampanha publicitária polémica no metro de Nova Iorque.
Departamento destinado à analise da religião enquanto fenómeno psicológico e social.
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Campanha publicitária polémica no metro de Nova Iorque.
Vamos recapitular: a “acção catequética” da família é insubstituível, e os pais devem iniciar essa endoutrinação às crianças “na mais tenra das idades”. Ou seja, quando a sua “mioleirinha” ainda não está totalmente formada, e se pode enterrar uma bíblia pelo crânio dentro.
Protestos contra a visita e as visões reaccionárias do Bento, o dezasseis, na Austrália.
Ainda no seguimento de toda a histeria provocada pelo Presidente da Liga Católica Americana que disse que “não vejo coisa mais vil do que violar uma Eucaristia”, eu fiz uma pequena pesquisa nesta coisa do “milagre da transubstanciação”.
Não, meus senhores. A missão não deve ser de evangelização. Deve ser de ajuda aos próximos sem a preocupação pela sua “alma imortal”. E não deve ser de andar a enviar “recados” para o Estado em formato de “moralismo de alguidar” e de “passados gloriosos e missões eternas”.
Vejam aqui o relato na primeira pessoa de um jovem muçulmano suicida e saibam como podem os fanáticos religiosos ter um número inesgotável de “mártires”.
Artigo de opinião absolutamente explosivo, temerário e demolidor por parte do nosso visitante Lucas Samuel sobre a peregrinação de crianças a Fátima. Obrigatório ler e reflectir com atenção sobre os pontos que o Lucas apresenta.
Coitadas daqueles eue se iludem voluntariamente com estas conversas de “o caminho que se tem de percorrer”. O que existia há 42 anos atrás não mais voltará, e esperemos que daqui a outros 42 sejam 9% aqueles que dizem que lêem a bíblia “menos de 6 vezes ao ano”.
Activistas pelos Direitos Humanos protestam contra a homofobia católica na Itália.
Em que é que ficamos afinal? É ou não a bíblia a palavra de deus? Acho que a igreja católica precisa de fazer mais uma daquelas jornadas que tanto gostam para discutirem entre eles qual a posição mais válida, se a do Sr. Carreira das Neves, se a do Sr. Policarpo.