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Criado num ambiente vincadamente cristão e conservador, obrigado a presenciar cerimónias religiosas contra a vontade e ouvindo frases como “bruxas não existem, mas que as há, há”, cedo começou a aperceber-se de que algo estava errado. Pela adolescência e com o desenvolver da sua personalidade, começou a não acreditar em unicórnios cor-de-rosa, muito menos em deuses sem nome. A formação jurídica forneceu bases para o desenvolver correcto do raciocínio e para cimentar formas de estar na vida e de pensar. Defende que o sentido da vida se encontra nas experiências pessoais e sociais e é adepto absoluto da razão e da lógica. Não acredita no destino, antes pensa que a vida é fugaz, e que vale a pena aproveitar ao máximo todos os seus momentos.