E depois?

Numa sociedade em mutação e onde o casamento dito “tradicional” se torna cada vez mais obsoleto, havendo cada vez menos “contratos entre um homem e uma mulher onde acontece a procriação”, aparece o Cardeal Policarpo a defender o que a sua instituição efectivamente pensa, dentro do seu direito à opinião e liberdade de expressão. Mas tal seria bem mais respeitável se se limitasse aos casamentos dentro da sua instituição.

edepois

A ICAR arroga-se do direito de tentar influenciar coisas que nos afectam a todos, mas se a sociedade civil tentasse mudar a doutrina da ICAR nem imagino o que aconteceria. E como a democracia directa está na moda, qualquer dia teremos os católicos mais progressistas a recolher assinaturas para referendar algo como a Humanae Vitae

«A Igreja nunca aceitará a equivalência ao casamento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, seja qual for o enquadramento legal que, porventura, lhe venha a ser dado»

And so?????

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