Nos últimos anos tem vindo a lume diferentes opiniões sobre o problema da imigração, especialmente vinda de países muçulmanos, o que levanta sérias preocupações na Europa. A entrada de costumes, tradições e modos de vida tão diferentes que chocam com aqueles que de uma maneira geral chamamos ocidentais.
Já assistimos a um pouco de tudo para tentar solucionar o problema: desde a pura discriminação racial ou religiosa, ao consentimento mudo de leis selvagens (Sharia) e de leis ao gosto do Santo Ofício (a Lei da Blasfémia). Agora, chegou a altura de ver a questão de uma outra perspectiva:
O arcebispo de Praga, Miloslav Vlk, numa entrevista para marcar os 19 anos como líder da Igreja checa, afirmou que os culpados da islamização europeia são os europeus.
Na opinião do arcebispo, não se podem condenar os muçulmanos pela “crise provocada pelos europeus, ao substituírem a sua cultura cristã por um secularismo agressivo que abraça o ateísmo”. “A Europa irá pagar caro por ter abandonado os seus fundamentos espirituais”
Assim, os muçulmanos têm uma finalidade espiritual para se dirigirem para a Europa: trazer os valores da crença em Deus ao ambiente pagão da Europa, com o seu estilo de vida ateísta. Os muçulmanos estão dispostos a preencher o vazio criado pelos europeus ao retirarem sistematicamente o conteúdo cristão das suas vidas.
O arcebispo faz ainda alusão histórica ao passado, quando os cristãos se ergueram contra o avanço árabe no final da Idade Média e início da Época Moderna. Miloslav Vlk afirma que o combate de hoje é feito com armas espirituais, as quais faltam à Europa. Com os muçulmanos bem apetrechados espiritualmente, o declínio da Europa é iminente.
A solução a esta ameaça, na opinião do arcebispo de Praga, é para os cristãos viverem a sua fé de maneira mais observante.
O artigo faz ainda alusão às recomendações feitas por clérigos católicos quanto à Islamização e um dos mencionados é o cardeal português José Policarpo. Para ler aqui.
Não sei se é o pânico ou a constatação que a Igreja está a perder influência, mas não consigo perceber o que leva estas pessoas a declarem este tipo de absurdo. Eu prefiro mil e uma vezes estar bem apetrechada de valores seculares, aqueles valores ocidentais que nos diferenciam tanto de tantos países com maioria muçulmana – a igualdade de direitos das mulheres, direito à educação, liberdade de imprensa, de pensamento e de religião – (aqueles que se foram impondo ao longo do século passado na Europa secular), do que com “armas espirituais”, seja lá que isso for.
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Boa pergunta, LAbrantes. Que é isso das “armas espirituais”?
TC
Vê-se mesmo que nunca viu o “Exorcista”!
Há poucos meses o Vaticano reconheu, finalmente, que os islâmicos já são muitos mais que os cristãos. A razão dada não foi a revolta dos católicos inteligentes e com consciência que se recusaram, e recusam, a ser cúmplices dos criminosos clérigos. A razão, é de que eles procriam muito mais que os europeus. Então porque em vez de violarem crianças, os padres não casam e procriam á vara larga? Simples. É que isso acarreta responsabilidades e trabalho. E a isso o clero é completamento aérgico.
Engraçado que a igreja católica nunca se perguntou a si mesma o que faz os católicos se afastarem da religião. Partem para a vitimização, culpando tudo e todos excepto eles próprios. Será falta de espelhos no Vaticano, igrejas e afins, ou será falta de vergonha? É’ Mas também é falta de escrúpulos e falta de coragem de condenar os criminosos dentro da sua esfera religiosa. Culpar os outros, além de cobardía é cómodo. E se alguém percebe de comodismo, a igreja católica está em primeiro lugar.
Numa rúbrica que li no Portal, e como o Nuno Leal diz leio tudo, é acusada, e muito bem até, a Com. Social por não dar ao ateísmo o mesmo espaço que dá ás outras religiões. Mas, há felizmente uma excepção. Uma revista semanal presta um enorme apoio á nossa causa. Os últimos três números são fantásticos, p,la forma como combatem a hipocrisía católica. É talvez a única em Portugal que enfrenta a religião sem qualquer púdor ou receio. Reportagens, esttatísticas, factos e fotos de tudos os crimes que as religiões cometem. E muito me tem espantado que nem um post tenha sido retirado dessa revista. Porque ´não faço publicidade, espero que alguém do Portal fique mais atento ao que se escreve em Portugal. A revista em causa merece o agradecimento de todos nós ateus. Uma salutar excepção. Abram a pestana.
Ninguém põe na cabeça de um muçulmano que ele precisa respeitar as leis e os costumes do país que o acolhe. Pior ainda, já há juízes europeus, em plena Europa, julgando segundo as leis do Corão. Há três anos, comentei o caso da juíza Christa Datz-Winter, de Frankfurt, que negou o pedido de divórcio feito por uma mulher muçulmana que se queixava da violência do marido. A juíza declarou que os dois vieram de um “ambiente cultural marroquino em que não é incomum um homem exercer um direito de castigo corporal sobre sua esposa”. A recomendação de Christa foi condenada até mesmo por líderes muçulmanos.
Quando a mulher protestou, Datz-Winter citou uma passagem do Corão, onde consta que “os homens são encarregados das mulheres”. …
Quando uma juíza alemã troca o Código Civil pelo Corão e muçulmanos precisam defender a constituição de um país europeu, o Ocidente está mal das pernas.
http://pugnacitas.blogspot.com/2010/01/europa-ja-tem-tribunais-islamicos.html
São essas atitudes contra as quais temos de lutar. Demorou imenso tempo até conseguirmos chegar a este patamar e ninguém, no seu perfeito juízo, deveria aceitar leis que são um absoluto retrocesso da civilização. Há valores importantes a defender e estes são aqueles que nos devem reger.
A Igreja andas mesmo assustada… eles ja se estao se aperceberam k ha uma gente k n acredita na historia da carochinha