«A polícia dinamarquesa apanhou em flagrante um homem somali a tentar entrar na casa do cartoonista Kurt Westergaard, autor de algumas das caricaturas satíricas de Maomé que enfureceram o mundo muçulmano em 2006. O suspeito foi já esta tarde levado a tribunal e contra ele deduzidas acusações de tentativa de homicídio, que negou (…)

Westergaard, que não ficou ferido no incidente, refugiara-se aos primeiros sinais da intrusão num quarto seguro da casa, enquanto a neta, de cinco anos, permaneceu na sala de estar da residência (…) Foi do quarto seguro que, pelas 22h00 locais (21h00 em Portugal), o cartoonista accionou o alerta para as autoridades. “Fechei-me e alertei a polícia. Ele tentou partir a porta de entrada [da casa] com um machado mas sem sucesso. Ouvi-o a gritar insultos, não me lembro exactamente o quê mas recordo que eram insultos. Ele falava num dinamarquês muito mau e disse que havia de voltar”»[Público]
O agressor de 28 anos tem ligações a um grupo extremista islâmico da Somália e já estava sob observação das autoridades há algum tempo. No momento da sua detenção tentou agredir um dos polícias, que responderam com disparos. Apesar de todo o aparato em volta do incidente, o próprio Westergaard pretende regressar a casa assim que possível. Recordo ainda que o caricaturista viveu escondido até há cerca de um ano atrás, altura em que decidiu regressar à sua vida normal, sob protecção permanente das autoridades.
De momento os minaretes são o assunto principal, mas este caso (quase esquecido) promete relegá-los para uma posição secundária. E entretanto o extremismo islâmico vai fazendo das suas…
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Terra, 2010.
é a falta que fazem os minaretes… se a Dinamarca tivesse mais minaretes provavelmente estas cosias não aconteciam…
Estás mesmo a ficar velho! Repetes as mesmas piadas “ad nauseum”…
Ah sim? E o link que o Rui publica no fim do artigo, também te deu náuseas? Se precisares envio-te um a pílula para os enjoos…
E neste caso nem vejo onde é que esteja a piada, se o que eu disse é a mais pura das verdades, ora considera: se a Dinamarca tivesse mais minaretes, teria também mais mesquitas, logo mais madraças; o moço teria tido oportunidade de aprender na madraça e reunir-se na mesquita com os coleguinhas para descobrir que o Islamismo é uma religião de paz, apenas paz e nada mais que paz. Obviamente que a agressão não teria acontecido. Com a falta que lá têm de mesquitas, o moço fechou-se em casa, leu os livros errados e por isso é que se transformou num radical. Isto é a mais pura das lógicas, meu caro. Os dinamarqueses que não são parvos nenhuns, estão agora bem arrependidos com a falta que têm de mesquitas. Para as quais precisam, obviamente, de minaretes, que é para se verem bem ao longe, claro. Ora aqui está uma boa oportunidade de negócio para os luso’toinos: exportar minaretes para a Dinamarca; e com cada minarete até podiam exportar um minareteiro acompanhado de uma minareteira… era o 3 em 1, versão muslin