Para aqueles que estão sempre com o mesmo argumento (que acham ser a prova definitiva que um qualquer deus complexo) que o “universo não pode ter vindo do nada”: Oiçam, estudem, aprendam!
Brilhante a frase. “esqueçam Jesus, foram as estrelas que morreram para nós podermos estar aqui”.
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Afinal o “nada” tem um nome, chama-se “the energy of nothing”…
O NADA CRIOU TUDO?
Os ateístas gostam de se pavonear como especialistas em pensamento científico, lógico e racional. No entanto, essa pretensão não resiste a um exame crítico.
Os ateístas criticam os criacionistas por afirmarem que um Deus vivo, eterno, infinito, omnipotente, espiritual, omnisciente, pessoal e moral, criou a vida, o tempo, o espaço, a energia, a matéria, a informação, a consciência individual e a moralidade.
Eles dizem que isso não é científico, apesar de isso ser inteiramente compatível com as leis científicas da conservação da energia, da biogénese e da origem inteligente da informação codificada.
No entanto, a suposta explicação “científica” ateísta para a origem não é mais científica do que a explicação criacionista. Ela afirma, simplesmente, que o nada deu lugar a tudo, por acaso.
No seu livro “The Ancestor’s Tale”, Richard Dawkins afirmou: “The fact that life evolved out of nearly nothing, some 10 billion years after the universe evolved literally out of nothing – is a fact so staggering that I would be mad to attempt words to do it justice.”
Ou seja, a ideia de que o nada criou tudo é tão absurda, que nem faz sentido verbalizá-la, quanto mais testá-la empiricamente.
Ela não é científica, lógica ou racional.
Nada é mesmo nada.
As leis naturais nunca poderiam explicar a origem do universo, porque nem as leis naturais existem no nada, na medida em que a natureza não existe no nada.
Então como é que alguma coisa surgiu?
Que processos é que poderiam ser responsáveis pela origem do Universo se não existiam nenhuns processos)?
A suposta afirmação “científica” do ateísmo é um absurdo total.
Uma impossibilidade lógica, filosófica, física e científica.
O ateísmo é uma filosofia que assenta sobre nada.
Ora, nada é nada.
O ateísmo é nada. Mais racional é acreditar que um Deus racional criou o Universo, a vida e o Homem de forma racional, para ser compreendido racionalmente por seres dotados de razão, porque criados à imagem de Deus.
Esse Deus revelou-se na história, a testemunhas oculares, que relataram independente e detalhadamente os seus actos na história, ao longo de milhares de anos.
Ele inspirou um livro, a Bíblia, que é o livro mais lido e mais influente na história da humanidade.
Ele escolheu um pequeno povo, Israel, que apesar de tudo ainda hoje está no centro das atenções internacionais.
Ele revelou-se numa pessoa, Jesus Cristo, que é a figura mais marcante da história da humanidade.
Em contrapartida, o nada não disse nem fez nada a ninguém.
sistematicamente confundes ciência com ateísmo. São coisas diferentes que tendem a fortalecer-se um ao outro. Mas são coisas diferentes.
Eu estou na disposição de aceitar a hipótese Deus que tu tanto apregoas. Agora só tens de me provar que ela é válida cientificamente. Boa sorte. Quando o fizeres, ou seja, quando provares de deus existe e criou o universo toda a comunidade cientifica te seguirá. E não estas hipóteses não são válidas porque não são verificáveis, não são falsificáveis.
É esta pequena particularidade do pensamento cientifico que ainda não percebeste. tens de lançar hipóteses que sejam falsificáveis e essas hipóteses tem de ser bem construídas com base em conhecimentos cientificos. E volto-te a dizer: isto nada tem a ver com ateísmo. É pensamento cientifico.
Relativamente ao ter evoluído do nada: depende do contaxto e da perspectiva, deveriam existir átomos certo? Se formos ao início do universo agora existem teorias a falar de multiversos. Se calhar já existia algo antes do nosso universo existir. Como sempre a ciência mostra-nos que o mundo é belo demais e complexo demais para ser compreendido em algumas gerações. A natureza guarda muitos segredos e muito conhecimento ainda será necessário adquirir ao contrário dos grupos religiosos que se acham já na posse de todo o conhecimento válido.
Lá vens tu com a conversa da Bíblia.
A Bíblia foi inspirada por Deus? Sabes que o Antigo Testamento é completamente psiucótico? E quanto ao teu amigo imaginário Jesus Cristo, vai estudar história e talvez aprendas que ele provavelmente nunca existiu e a ter existido nunca quis criar nenhuma religião nova. A tua fé nesse amigo imaginário é ára esse mesmo amigo uma blasfémia.
Mas enfim presumo que a inteligência e o cepticismo já não sejam necessários quando se fala da Bíblia. Por isso a Igreja e outras religiões tema história humana e divina que têm. Uma história vergonhosa.
“Nada é mesmo nada…… Então como é que alguma coisa surgiu?…..Ora, nada é nada.”
Se flutuações quânticas no vácuo são demasiado para si então continue com os seus problemas de semântica e a ler a bíblia.
O povo escolhido por Deus não se chamava “Israel”. Deus escolheu o povo JUDEU como seu povo. Os Judeus SÃO o povo de DEUS, nenhum outro. Todos os outros são INFIÉIS. Rebolem-se Católicos mas essa é a verdade!
Jesus Cristo nasceu Judeu, viveu Judeu e morreu Judeu às “mãos” dos seus irmãos Judeus.
O Catolicismo é uma FRAUDE!!!
INEXISTÊNCIA DO FIRMAMENTO.
Com todo respeito dirigindo-me aos que idolatram a Bíblia e sua suposta inerrância, quero argumentar e ao final perguntar:
Gênesis 1 diz que Deus criou o firmamento, separando águas acima das águas abaixo dele. No livro de Job é dito que o firmamento é “sólido como espelho fundido”.
Usando aparelhos adequados podemos enxergar longínquas galáxias, sem que qualquer firmamento sólido crie obstáculo.
PERGUNTO: Onde fica este firmamento ?
1-) ARGUMENTO CRIACIONISTA. Nada impede que Deus tenha criado o firmamento no início e o tenha “descriado” depois do tempo de Jó.
2-) ARGUMENTO DA LINGUAGEM FENOMENOLÓGICA. Afirma que a Bíblia descreve a natureza utilizando uma linguagem que descreve o fato como ele parece ser e não como é realmente. Assim, os homens viam as estrelas girando como se estivessem presas a uma abóbada. Se a Bíblia dissesse como os fatos realmente eram, ninguém a compreenderia.
Ora, são respostas inaceitáveis. O Gênesis “pisa na bola” em questões astronômicas.
Uma flutuação quântica num vácuo não é nada. Ela já é alguma coisa.
Em todo o caso, não pense que vai muito longe com flutuações quânticas.
O astrofísico Sten Odenwald foi muito mais humilde, quando escreveu:
“Eu tive muito gosto em anunciar que os astrónomos não têm a mais pequena evidência da suposta produção quântica de um universo a partir de um nada primordial.”
Sten Odenwald, (Doutor em Astrofísica e Cientista Chefe na Raytheon STX Corp do NASA Goddard Space Flight Center), The Astronomy Café, 1998, p. 120.
Por sua vez, o conhecido Joseph Silk (Doutor em Astronomia e Professor de Astronomia em Oxford), no seu livro The Big Bang, 2001, p. xv., escreveu:
“”É justo dizer que ainda temos uma teoria sem um princípio.”
Se a teoria evolução (cósmica, química e biológica) não consegue explicar a origem da matéria e da energia através de processos naturalísticos, então ela não tem qualquer fundamento!
Por que tenho de aceitar a evolução se ela não consegue produzir as provas?
Eu já tenho uma fé!!
O nada mais próximo da realidade física será o vácuo, considerado a ausência de matéria. Mas mesmo um vácuo ideal não está vazio, consequência do princípio da incerteza; por tempos curtos a lei da conservação da energia é violada. Não há evidências quanto há formação quântica de um universo a partir do nada, mas a formação de matéria a partir do nada já é algo a considerar. Quanto à intelegibilidade do universo, nós é que encontramos uma ordem e padrões na natureza. O nosso cérebro é mesmo muito bom nisso; foi talvez uma característica essencial para a sobrevivência dos nossos antepassados.
Estou de acordo que a explicação da origem do universo ainda necessita de evidências e bases mais robustas, mas estamos a trabalhar nisso. O caminho não passa por aceitar histórias de um livro da idade do bronze nem de explicar as coisas recorrendo a um deus que não fez nada durante a eternidade, trabalhou 6 dias e descansa até hoje. Quando temos observações astronómicas em todos os estágios de formação e evolução de exoplanetas e estrelas (investigação na qual Nuno Santos do CAUP tem um importante papel) como vamos aceitar que a Terra tenha tido um criador e não tenha sido mais um planeta como todos os outros que vemos? Aqui temos dados e teorias, não se queixe de falta de evidências. Para alguém que acredita que a Terra e o universo têm aproximadamente 6000 anos gostava de saber como lida com isto.
PS. evite copiar na íntegra comentários que já fez anteriormente, como é o caso do que se encontra neste post a 3 Novembro 2009 11h48 e em “Menos deus” a 2 Setembro 2009 9h46 e ao qual deram uma resposta.
“Por que tenho de aceitar a evolução se ela não consegue produzir as provas?”
Eu respondo com uma outra pergunta: porque tenho de aceitar a existência de DEUS se nunca o vi nem nenhuma prova da sua existência?
Mas queres provas de evolução? Vê o caso dos cães que evoluíram dos lobos pelo processo de domesticação. Actualmente é possível identificar e distinguir claramente um cão de um lobo (inclusive as centenas diferentes de espécies) mas é um facto científico e histórico que os cães derivam da domesticação dos lobos ao longo de milhares de anos. Eis uma prova da evolução genética! Mas esta informação não vem na Bíblia
.
Estimado Advogado do Diabo
Não confundo ciência com ateísmo. Pelo contrário! Sempre afirmo que os criacionistas nada tem contra a ciência. Eles não negam qualquer evidência científica ou lei natural.
A ciência é a mesma para crentes e ateus.
A ciência baseia-se na crença na racionalidade humana e na inteligibilidade racional do Universo.
A Bíblia ensina isso, porque ensina que um Deus racional criou o Universo, a vida e o homem de forma racional, e dotou o homem de racionalidade.
A ciência faz sentido porque a Bíblia é verdadeira!
A hipótese de Deus não só é plausível como é a única possível.
De um modo geral, os criacionistas têm vindo a sustentar, com base nas observações científicas e na teoria da informação que:
a) Toda a informação codificada tem origem inteligente
b) A vida depende de informação codificada
c) A vida só pode ter tido inteligente
É só lógico. Se a) e b) forem verdadeiros, c) é a única conclusão racionalmente sustentável.
Este argumento tem-se revelado irrespondível.
O mesmo tem sido aprofundado, entre outros, pelo físico alemão Werner Gitt, no seu livro “Am Anfang war die Information”.
O filósofo inglês ex-ateísta Anthony Flew reconheceu, no seu recente livro “There is a God”, que a presença de informação semântica no genoma humano é uma evidência irrefutável da existência de um Criador inteligente.
A afirmação b) é um dado adquirido mesmo pelos ateus. Por exemplo, Richard Dawkins, no seu livro The Devil’s Chaplain, pags. 27 ss. , diz:
“The genetic code is truly digital in exactly the same sense as computer codes. This is not some vague analogy. It is the literal truth”.
Ou seja, a afirmação b) é mesmo verdadeira.
Por isso, muitos cientistas ateus têm tentado refutar a afirmação a)
Recentemente, alguns cientistas (v.g. Lehmann, Cibils e Libchaber) fizeram mais uma tentativa nesse sentido, através de uma experiência científica documentada no final deste texto.
Essa experiência baseou-se no design inteligente de um algoritmo capaz de alterar, de forma gradual, a concentração de cada molécula, procurando levar os tRNA’s a traduzir codões de forma não aleatória.
O objectivo era refutar a afirmação a), já que a b) é irrefutável e c) é a única conclusão lógica baseada na evidência de a) e b).
Mas sem sucesso.
O problema dessa experiência é que o código genético armazena quantidades inabarcáveis de informação altamente complexa, integrada e precisa, cuja origem acidental nem toda suposta a idade do Universo (15 mil milhões de anos) tornaria possível.
Hoje sabe-se que muito do suposto “junk-DNA” tem, afinal, informação epigenética muito importante para regular a informação genética.
O problema é saber como é que as moléculas, sem qualquer ajuda inteligente, poderiam levar a uma associação precisa dos RNA correctos aos aminoácidos correctos.
O modelo teórico apresentado não consegue prescindir de intelligent design.
Em todo o caso, os autores da experiência não deixaram de reconhecer que a ligação dos tRNA’s ocorre graças a algumas enzimas que fazem a ligação entre código genético e o código proteico.
Eles não deixam admitir que o problema é tão complicado como o da galinha e do ovo.
Ou seja, trata-se de entender como é que as regras de codificação poderiam surgir antes do surgimento de enzimas que só existem se as instruções para o seu fabrico já estiveram codificadas.
A evolução só funciona se o código existir primeiro.
E o código só existe dentro de células que necessitam de um código para existir.
Os próprios autores do estudo estão conscientes dos limites da sua abordagem, quando afirmam:
“Although these facts are fundamental, and have inspired scenarios for the evolution and the expansion of the code, evolutionary considerations may not, in essence, provide an answer to the origin of the code (since it is a prerequisite for biological evolution).”
O estudo em causa nada diz sobre a origem da informação codificada no genoma. O sistema genético da dita experiência mais não faz do que traduzir lixo genético.
De resto, eles mesmo reconhecem que:
“Although the molecular organization of genetic code is now known in detail, there is still no agreement on the reason(s) for which it has emerged.”
Ou seja, tanto quanto podemos demonstrar, a) e b) são verdadeiros. Pelo que c) continua a ser a única conclusão razoavelmente sustentável.
Referência bibliográfica:
Lehmann, Cibils and Libchaber, “Emergence of a Code in the Polymerization of Amino Acids along RNA Templates,” Public Library of Science One, 4(6): e5773; doi:10.1371/journal.pone.0005773
Estimado Advogado do Diabo
De onde vieram os átomos primordiais? Onde estão os multiversos? Isso é ciência? Ou é metafísica?
Se o mundo é belo e complexo demais para ser entendido em algumas gerações, porque não confiar no Criador?
Faz muito mais sentido.
Recentemente, um cientista escreveu: “o Universo inteiro não pode ser plenamente compreendido por qualquer sistema de inferências isolado que exista dentro dele”
P.-M Binder, “Philosophy of science: Theories of almost everything,” Nature 455, 884-885 (16 October 2008) | doi:10.1038/455884a.
Ora, se assim é, então o Universo só pode ser entendido a partir da Palavra de Deus, na medida em que ela assenta num conhecimento de alguém que existe para além da matéria, da energia, do espaço, do tempo e da informação.
“porque não confiar no Criador?”
Eu, pessoalmente, não confio em desconhecidos.
Estimado Advogado do Diabo
Teremos muito tempo para discutir a Bíblia e as tuas afirmações acerca dela.
MULTIVERSOS E FICÇÃO CIENTÍFICA
O Advogado do Diabo fala na existência de multiversos como explicação possível para o nosso Universo.
Sucede que já é suficientemente difícil encontrar uma explicação naturalista par um único Universo, quanto mais para muitos (sempre pensei que Universo designa tudo o que existe!).
Realmente, quando vemos as ideias propostas por alguns cosmologistas acerca da origem e da natureza do Universo, vemos que desde há muito foram ultrapassados os limites da ciência e da racionalidade, sendo tudo entregue à especulação, à imaginação e, porque não dizê-lo, à arte impressionista.
Assim, alguns físicos e cosmologistas, como Alan Guth, Andrei Linde, Leonard Susskind, Lisa Dyson, Paul Davies, etc. propõem-nos:
1) universos compostos por observadores desconectados no espaço (entre os quais estaríamos nós, a imaginar que estamos mesmos aqui na Terra);
2) universos constituídos por um número infinito de cérebros flutuantes, tornando os nossos cérebros normais altamente improváveis;
3) universos criados pelos seus observadores;
4) universos surgindo como bolhas de água em todas as direcções em todo o tempo;
5) universos que dão origem aos seus próprios observadores numa assentada;
6) universos de múltiplas reincarnações;
7) possibilidades de flutuações quânticas conduzindo a uma explosão que nos destruiria a nós e ao Universo num instante,
A Taxnonomia destas ideias foi dissecada num recente artigo no New York Times, de 15 de Janeiro.
Sugestivamente, o artigo, de Dennis Overbye, chama-se: “Big Brain Theory: Have Cosmologists Lost Theirs?”
No essencial, é isto que o “método científico” nos propõe hoje acerca da origem e da natureza do Universo. Há universos para todos os gostos.
Qual é a teoria a que os criadores deste blogue aderem? Como poderemos saber (algum dia) qual delas é verdadeira?
Quais os critérios?
Quem os define?
Com base em que pressuposições e visões do mundo?
Em face destas teorias, impossíveis de qualquer validação empírica pela observação e pela experimentação, a ideia de um Universo criado de forma racional, sistemática e metódica por um Deus omnisciente e omnipotente, que expandiu o espaço e dilatou o tempo para demonstrar a sua infinitude e eternidade, ganha inteira plausibilidade.
Nenhuma das teorias referidas é mais plausível cientificamente do que a doutrina bíblica da Criação, nem permite esclarecer melhor a origem, o sentido e o destino do Universo, da Vida e do Homem.
Na verdade, o melhor esclarecimento para estas questões só pode ser aquele que vem directamente do próprio Criador.
“Na verdade, o melhor esclarecimento para estas questões só pode ser aquele que vem directamente do próprio Criador.”
É tudo muito bonito e até daria para uma excelente tese de Doutoramento em Teologia mas eu sou uma pessoa pragmática e até hoje espero pelo tal esclarecimento que vem directamente do próprio Criador… ele nunca veio falar comigo
.
A questão, geralmente dificil de aceitar pelos nossos cerebros viciados no tempo, que hoje corre sempre no mesmo sentido, é que antes dom Big bang, não existia tempo, logo não existe um antes do Big Bang. Logo a questão se antes havia algua coisa ou nada é uma falsa questão. Não existiu um antes. O tempo começou nesse mesmo momento em que o Universo se iniciou.
Quanto á existência de um Deus, sempre me pareceu uma falsa questão. Não existe nenhum motivo histórico para crer que a ideia de Deus seja exterior ao homem. Todos os deuses que alguma vez “existiram” foram criados pelas nossas mentas hiperactivas, e foram listas de milhaes e milhares de deuses, de centenas de diferentes culturas. Porque razão o deus das actuais religiões à de ser mais credivel que o Deus das tempestades dos indios Tupis, o deus da fertilidade dos Celtas ou a Deusa dos pequenos almoços com bagels e queijo creme dos modernos americanos? A crença em Deus é a recusa em acreditar no mundo real.
Caro colega, leia “A Teoria do Big Brain” que você pode mudar de opinião. “A Teoria do Big Brain” apresenta uma visão realística, onde a natureza é um software, que pode ser chamado de divino e a realidade é o conjunto de fatos suportados por este mesmo software. Nesta visão a realidade é simultaneamente entrada e saída em um eterno processamento autofágico. Neste processamento a natureza emprega o seu software para evoluir a realidade repensando a si mesma. Nesta visão a inteligibilidade da realidade é produto intelectual de uma complementaridade sistêmica, que é implementada através de relações causais e da matemática pelo software natural, que também é hardware. “A Teoria do Big Brain” mostra evidências, de que todas as formas naturais são hologramas suportados por este software natural, a fim de compor o conjunto de imagens de uma imensa memória viva, que chamamos de universo. “A Teoria do Big Brain” apresenta ainda hipóteses para algumas grandes questões metafísicas como as seguintes: O que existe? Deus existe? O que somos nós? O que é a vida? O que é a Morte? O que é o universo? O que é a alma? O bem e o mal existem? O céu e o inferno existem?
Pesquise: “A Teoria do Big Brain” no Google Livros (www.books.google.com).
Teoria interessante. Agrada-me.
Parece uma mistura dos filmes “Matrix” e “Avatar”.
Concordo com o que dizes.
.
Aliás, Richard Dawkins diz algo muito interessante: Um Ateu e um Religioso Monoteísta são idênticos em tudo excepto no facto de que o Ateu acrescenta mais um deus à lista dos falsos deuses
O Nada causando algo é um arranjo imbecil ou velhaco de lógica formal que desmerece o pensamento honesto e progressista.
Por que não admitir que o chamado Nada é o que a juvenil experiência humana ainda não conseguiu alcançar?
isso é o cúmulo do absurdo e do ridículo! como o NADA cria alguma coisa? como algo surge do nada?!!! se existia o nada,o nada teria que ser infinitamente “nada” e não um dia ser alguma coisa! para existir alguma coisa a partir do nada, algo deveria esta latente, portanto não seria mais o nada. E se o nada criasse um mínusculo ponto se quer nesse universo, seria tudo desequilibrado, nem mesmo deveria ter a forma de um ponto, pq um ponto ja é alguma coisa de algo inteligênte, tem forma, circunferência, tamanho etc, também não teria leis naturais, nem mesmo a luz, pq se existe luz e existe um olho, algo inteligênte pensou que para ver a luz é nescessário ter um olho.
Vcs nunca pararam para pensar que tudo deveria ser assim, oculto ao homem, para que ele próprio estudasse e descobrisse tudo?
Se tudo fosse descoberto e revelado como o homem seria mais inteligente? ou melhor, existiria inteligência se ele próprio não procurasse fazer as descobertas?
tudo está oculto para um dia ser revelado.. basta pensar no equilibrio das coisas.. só são descoberto o que pode ser descoberto quando o homem está pronto para descobrir.
Boas arago.
«isso é o cúmulo do absurdo e do ridículo! como o NADA cria alguma coisa? como algo surge do nada?!!! se existia o nada,o nada teria que ser infinitamente “nada” e não um dia ser alguma coisa! para existir alguma coisa a partir do nada, algo deveria esta latente, portanto não seria mais o nada.»
O “nada” do titulo ‘A universe from nothing’ não é realmente um vazio mas sim um quase nada (0 é diferente de vazio, ou seja 0 não é nada). Por exemplo o vácuo inter galáctico não é nada apesar de não ter lá átomo nenhum pois ainda tem radiação, mas mesmo se conseguisse mos tirar a radiação, ainda temos flutuações quânticas (ou coisa parecida) que criam e destroem partículas a todo o momento. Ou seja o “nada” não é nada.
«pq se existe luz e existe um olho, algo inteligênte pensou que para ver a luz é nescessário ter um olho.»
Hmmmm… Se o senhor ler algumas publicações cientificas verá que não é preciso algo inteligente para nós termos olhos. O Neo-Darwinismo explica-o muito bem. Aconselho a ler alguns livros de divulgação cientifica sobre o tema.
«Vcs nunca pararam para pensar que tudo deveria ser assim, oculto ao homem, para que ele próprio estudasse e descobrisse tudo?»
E o senhor nunca parou para pensar que tudo parece oculto por que nós não estamos preparados para o observar já que a nossa capacidade de percepção não chega muito além porque não nos foi útil em termos de selecção natural conseguirmos ver células, mas sim se um predador estava por perto ou se o rio é muito grande para poder mos atravessa lo?
«Se tudo fosse descoberto e revelado como o homem seria mais inteligente? ou melhor, existiria inteligência se ele próprio não procurasse fazer as descobertas?»
Isso é mais um problema de definição de Inteligência… Pois será um homem mais inteligente por saber muito ou por aprender bem e rapidamente ou até mesmo as duas?
«tudo está oculto para um dia ser revelado.. basta pensar no equilibrio das coisas.. só são descoberto o que pode ser descoberto quando o homem está pronto para descobrir.»
Não acredito que tudo o que está oculto irá ser revelado, pois até existe uma equação física a dizer que isso é impossível, chama-se “Princípio da incerteza de Heisenberg” e diz-nos que se conhecermos exactamente a velocidade de uma partícula é impossível de determinar a localização dela e vice-versa.
Que equilíbrio? Só é descoberto aquilo que o Homem consegue descobrir através de trabalho, pensamento e criatividade.
PS: Recomendava ao senhor ler livros e ver documentários sobre divulgação científica,para começar podia ver “Cosmos” de Carl Sagan que existe tanto em livro como em documentários, pode já ser um pouco desactualizado mas não deixa de ser encanto. Tem um “best of” aqui neste link do youtube:
http://www.youtube.com/user/SagansCosmos#grid/user/9C480CFEDBB59309
O “nada” do titulo ‘A universe from nothing’ não é realmente um vazio mas sim um quase nada (0 é diferente de vazio, ou seja 0 não é nada). Por exemplo o vácuo inter galáctico não é nada apesar de não ter lá átomo nenhum pois ainda tem radiação, mas mesmo se conseguisse mos tirar a radiação, ainda temos flutuações quânticas (ou coisa parecida) que criam e destroem partículas a todo o momento. Ou seja o “nada” não é nada.
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Um quase nada que não é nada mas é alguma coisa? hmmm… faz muito sentido
Se existe radiação, flutuação quântica, energia, calor, ou um “0″ que é um quase nada, ou seja lá o que vcs chamam, isso é alguma coisa, teve princípio e causa; pois não existe efeito sem causa. E mesmo que a ciência prove o princípio de tudo isso e afirma que antes de tudo não existia nada e que tudo partiu do nada, pode ser que chegamos no limite do que o homem consegue ir. Entretanto, além disso existe milhares de outras coisas que nossos sentidos nem aparelhos consegue compreender, que podem está lar e que o homem julga que não é nada, mas nada na visão do homem.
Deus nunca daria ao homem o poder de conhecer tudo, pois conhecendo tudo o homem não teria o que fazer nem aprender, e se um dia o homem descobrir que Deus existe, o mundo viraria o caos, pois so haveria lamentações e pessoas pedindo tudo como criaças choronas ao todo poderoso, todos iriam querer uma vida perfeita, e vida perfeita não teria graça alguma, pois sendo tudo perfeito a felicidade não existiria.
Se Deus nos ocultou tudo é para que possamos ir descobrindo aos poucos e ir amadurecendo para que um dia, quando tivermos a certeza que ele, Deus, existe, não ficar chorando aos pés dele pedindo uma ferrari ou sermos mais inteligente, pois o nosso vizinho tem e nós não.
As descobertas so acontecem quando estamos prontos para descobrir, pois se fosse o contrário descobriríamos a cura antes da doença ou o carro antes da roda etc.. tudo tem seu equilíbrio, tudo é perfeito.
O acaso, o nada, não é nada, absolutamente nada, pois se fosse alguma coisa teria princípio, e todo princípio inteligente tem uma causa inteligênte.
Este arago é mais um que salta logo da hipótese para a conclusão, sem tentar provar a tese.
Do género:
“Existe algo? Sim, então foi deus!” Sem sequer mostrar como é que esse existe algo pode sequer provar a existência do que quer que seja anterior a ela.
arago não, arago!
Desculpe devia ter dito que aquele “nada” era uma metáfora primeiro, pensei que depois da explicação toda o senhor chegasse lá.
«Se existe radiação, flutuação quântica, energia, calor, ou um “0″ que é um quase nada, ou seja lá o que vcs chamam, isso é alguma coisa, teve princípio e causa; pois não existe efeito sem causa.»
Se existe Deus, Jeové, Shiva, Thor, ou Jesus que é um quase Deus, ou seja lá o que vcs chamam, isso é alguma coisa, teve princípio e causa; pois não existe efeito sem causa. Hmmm…
Então porque acham que este universo tem que ter uma causa então inventam uma coisa que transcende tudo e que por magia faz o universo sem a própria coisa ter uma CAUSA. E melhor como Sky diz: ainda têm a arrogância de dizerem que têm razão apesar de não terem qualquer PROVA empírica.
«Deus nunca daria ao homem o poder de conhecer tudo, pois conhecendo tudo o homem não teria o que fazer nem aprender, e se um dia o homem descobrir que Deus existe, o mundo viraria o caos, pois so haveria lamentações e pessoas pedindo tudo como criaças choronas ao todo poderoso, todos iriam querer uma vida perfeita, e vida perfeita não teria graça alguma, pois sendo tudo perfeito a felicidade não existiria.»
Tens razão qual é a piada de um mundo sem mortes, sem doenças, sem violência, sem furacões, sem tsunamis, sem terramotos?
Foge as pessoas eram tão felizes quando morriam de diarreia e estavam a ser atacadas por bárbaros.
E ele só pede que acredite-mos nele apesar de não existir evidências nenhumas, porque se der alguma evidencia ele fica cheio de trabalho a escutar as crianças chorosas. Mas espera não existem 2100 milhões de pessoas que acreditam no cristianismo? E essas pessoas nunca pedem uma vida perfeita? Qual é a diferença para um crente entre ter evidencias concretas ou não ter, se eles já têm a “certeza” que existe?
E alem disso, isso é especulação (-.-), soa me como aquelas teorias da conspiração: Quando nós perguntamos por provas, dizem que não podem dar por causa do governo ou que não pode porque essas evidências causavam muito impacto, isso é falta de evidências positivas.
«Se Deus nos ocultou tudo é para que possamos ir descobrindo aos poucos e ir amadurecendo para que um dia, quando tivermos a certeza que ele, Deus, existe, não ficar chorando aos pés dele pedindo uma ferrari ou sermos mais inteligente, pois o nosso vizinho tem e nós não.»
Uau o senhor parece saber muito bem o que Deus quer fazer…
«As descobertas so acontecem quando estamos prontos para descobrir, pois se fosse o contrário descobriríamos a cura antes da doença ou o carro antes da roda etc.. tudo tem seu equilíbrio, tudo é perfeito.»
Ainda bem que descobrimos as bombas termo-nucleares, o antrax entre outras armas tão cedo, para manter o equilíbrio não é? E pena que ainda não somos maturos o suficiente para descobrir a cura para a sida e para conseguirmos fazer centrais de fusão nuclear…
«O acaso, o nada, não é nada, absolutamente nada, pois se fosse alguma coisa teria princípio, e todo princípio inteligente tem uma causa inteligênte.»
Nós somos inteligentes e não viemos de uma coisa inteligente. Como eu já disse vá ler sobre a evolução em vez de estar a escrever frases sem fundamento…
“Baloney Detection Kit”: http://www.youtube.com/watch?v=eUB4j0n2UDU