Camelos centrifugados
A direita religiosa continua a suportar a sua autoridade na bíblia. Afinal, esse é o documento que foi inspirado por deus, ou até mesmo para alguns, a “palavra de deus”.
O problema é que na bíblia existem muitas mensagens liberais. O antigo testamento é um testemunho à crueldade e à justiça dos mais fortes. Mas quando Jesus aparece no novo testamento, as coisas tornam-se assim algo para o comunista, com injunções sobre ajudar os necessitados, e os ricos não poderem entrar no reino de deus.
Qual a solução? Dizer que essas citações atribuídas a Jesus estão obviamente erradas.
A Conservapædia iniciou o Projecto da Bíblia Conservadora, que vai tirar todo esse material e tornar este documento como devia ter sido escrito por alguém que adora o capitalismo selvagem, que abusa do trabalho dos outros, e que acha que aqueles que não pensam de igual forma deve ser colocado num lugar seguro e com uns exorcistas a fazer o trabalho de deus.
Vejam um exemplo
“Lucas 23:34
“Jesus disse, “Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que estão a fazer””.
Opinião da Conservapædia?
“Foi esta frase alterada do seu original por liberais? Esta frase não aparece em mais nenhum Evangelho, e o simples facto que alguns dos perseguidores de Jesus sabiam muito bem o que estavam a fazer. Esta passagem é a favorita dos liberais, mas não devia aparecer numa Bíblia conservadora.”
Isto sim, é “interpretação da bíblia” à vontade do cristão.
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Ricardo,
Há séculos que isso é feito. Todos os textos são lidos à vontade do freguês… No caso dos textos religiosos é só um pouco mais grave.
A “AUTORIDADE” DOS ATEUS E A AUTORIDADE BÍBLICA
1) O Cristianismo baseia-se na revelação de Deus na história, através das Escrituras Sagradas e da pessoa de Jesus Cristo. Trata-se do livro mais influente em toda a história e da pessoa mais influente em toda a história.
2) A Palavra de Deus é autoridade, na medida em que é inspirada pelo Criador. Ela não erra nem mente. Ela baseia-se em alguém que tem toda a informação e todo o conhecimento.
3) Por ser autoridade, todo o conhecimento se deve basear nela. A Bíblia ensina que um Deus racional criou o Universo racionalmente para ser compreendido por seres racionais. Essas premissas tornam a ciência possível e significativa.
4) Diferentemente, a “autoridade” dos cientistas é falível e precária, incluindo a “autoridade” de que os ateus se reclamam para negar a autoridade de Deus e da Sua Palavra.
5) O que em ciência é verdade hoje, amanhã é mentira. A ciência não pode resolver a questão das origens com base na observação e na experiência, porque as origens não podem ser observadas nem reproduzidas laboratorialmente.
6) Os ateus pretendem negar a autoridade bíblica, mas não têm autoridade nenhuma para o fazer. Não existe razão nenhuma para preferir a autoridade de um ateu à autoridade de Deus.
7) Os ateus pretendem negar a existência de uma autoridade divina inquestionável como se tivesse uma autoridade inquestionável para o fazer. Mas não têm.
9) A autoridade da Bíblia foi validada por Jesus Cristo, do qual existe evidência histórica de que fez milagres e ressuscitou dos mortos do que de que a o nada criou tudo ou a vida surgiu por acaso.
10) Os ateus pretendem afirmar uma suposta autoridade para o ateísmo, sendo que este nem sequer consegue explicar a origem da informação codificada contida no DNA.
11) A existência de informação codificada é a marca, por excelência, da presença da inteligência, em qualquer contexto conhecido. Ninguém pode negar isso. Ora, o DNA é essencialmente informação codificada. Ninguém pode negar isso.
12) A Bíblia afirma que o Criador de toda essa informação codificada é um Deus revelado como LOGOS (Razão/Palavra). É uma explicação inteiramente adequada, do ponto de vista lógico.
13) Ao reconhecer as autoridades terrenas da sua sociedade, os ateus confiam em “autoridades” precárias, falíveis, contraditórias e provisórias, remetendo a decisão das questões últimas da vida para a criatura e não para o Criador. Boa sorte!!
14) As autoridades humanas baseiam-se na ignorância das coisas ou num conhecimento parcial. Os ateus preferem isso, o problema é deles.
15) Mas ficamos sem saber com que autoridade é que os ateus afirmam que devemos confiar nas autoridades humanas. De onde lhe veio essa autoridade? Será que eles reclamam omnisciência? Essa é uma posição filosófica ou cientificamente sustentável?.
16) A autoridade de Deus baseia-se no conhecimento de alguém que se reclama de omnipotente, omnisciente, eterno e infinito.
17) Em todo o caso, as observações científicas são as mesmas para criacionistas e evolucionistas. A grelha interpretativa é que é diferente. Não existe nenhuma observação científica que os criacionistas neguem.
18) A Bíblia relata a história da Terra de forma autorizada, tendo por isso autoridade para servir de critério de verdade em matéria de biologia, geologia e cosmologia.
19) A Bíblia ensina que a vida só vem da vida, e a biologia confirma isso.
20) A Bíblia ensina que os seres vivos se reproduzem de acordo com o seu género, e apenas podemos observar isso. Tentilhões dão tentilhões, gaivotas dão gaivotas, traças dão traças, bactérias dão bactérias, moscas da fruta dão moscas da fruta, chimpanzés dão chimpanzés, seres humanos dão seres humanos.
21) A Bíblia ensina que o pecado resultou na corrupção e na morte. As mutações e a selecção natural corroboram isso, ao degradarem e diminuírem a informação codificada na natureza.
22) A Bíblia ensina que houve um dilúvio global e podemos observar triliões de fósseis abruptamente sepultados nos cinco continentes por camadas transcontinentais de sedimentos, e tecidos moles em ossos de dinossauro não fossilizados.
23) A Bíblia ensina que Deus criou a Terra com um propósito especial e as observações astronómicas só têm confirmado a singularidade da Terra.
24) Quem baralha tudo é são os ateus, Ele reclamam para as suas palavras uma autoridade que querem negar à Palavra de Deus.
25) A verdade é que faz mais sentido confiar em Deus, do que na ideia ateísta de que o nada criou tudo por acaso, sabe-se lá como.
26) A Bíblia é autoridade. Ela não pode ser validada por qualquer autoridade exterior, acima dela, mas é corroborada pelos factos observáveis. Ela tem resistido a todas as provas e mais algumas.
27) Os ateus querem que as pessoas prefiram a sua “autoridade” à autoridade divina e a aceitem de forma inquestionável. Eles partem do princípio de que Deus não se revela com autoridade. Mas a verdade é que as Escrituras sagradas têm demonstrado a sua total veracidade e que todos reconheciam que Jesus falava com autoridade.
28) Porque têm um critério de verdade, os cristãos podem por em causa mesmo o cepticismo nos cépticos.
29) Jesus disse: “os céus e a Terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar”.
“10) Os ateus pretendem afirmar uma suposta autoridade para o ateísmo, sendo que este nem sequer consegue explicar a origem da informação codificada contida no DNA.”
Isso significa que se existisse esta explicação, perderia a sua fé??
“12) A Bíblia afirma que o Criador de toda essa informação codificada é um Deus revelado como LOGOS (Razão/Palavra). É uma explicação inteiramente adequada, do ponto de vista lógico.”
Ai sim? Eu tenho que rever umas cenas de genética esta semana…se calhar vou consultar a bíblia, em vez dos calhamaços feitos por esses ateus armados ao pingarelho.
A ignorância não é nada de que se tenha que envergonhar Bernardo. Vergonha mesmo é queres ficar assim eternamente…ignorante.
“Trata-se do livro mais influente em toda a história” ocidental dos últimos 2000 anos, talvez. Porque se formos comparar com a influência greco-romana na Europa, e ter em conta o facto de que, em partes da Ásia como a China, Índia ou Japão, tal livro é pouco mais que uma curiosidade mal conhecida, a coisa começa a perder relevância.
“A Palavra de Deus é autoridade, na medida em que é inspirada pelo Criador.” Crença SUA, e como toda a crença, perfeitamente subjectiva.
“Por ser autoridade, todo o conhecimento se deve basear nela.” Esta a saltar o passo lógico anterior. A crença é SUA, pelo que querer subjugar o conhecimento de TODOS a tal subjectividade, não faz sentido.
“Diferentemente, a “autoridade” dos cientistas é falível e precária.” Um cientista sério não nega tal coisa. Só por curiosidade: o senhor vai a consultas médicas de Medicina Convencional? Toma medicamentos das farmácias? Ou prefere ser coerente e recusar tal “autoridade”? Já agora, isso que está a usar, Internet, computadores e afins, também foi obra da mesma “autoridade” que tanto parece despresar. Eu não arriscava.
“porque as origens não podem ser observadas nem reproduzidas laboratorialmente.” Mas a ciência é mais do que capaz de fazer deduções sobre as pistas deixadas pelo que aconteceu originalmente. É perfeitamente capaz de estudar os resultados da origem. Pela sua ordem de ideias, não existiam estudos de criminologia; os criminosos escapavam todos, porque os detectives não estavam lá quando o crime aconteceu. Pistas? Quê isso?
“Os ateus pretendem negar a autoridade bíblica, mas não têm autoridade nenhuma para o fazer.” Eu não tenho autoridade de escolher a CRENÇA que tenho ou deixo de ter? Não reparei, e voltámos à Idade Média, foi?
“A Autoridade da Bíblia, como Palavra de Deus, não pode ser avaliada por qualquer “autoridade” humana”. Isto agora é que é giro: a Bíblia foi escrita por Humanos, pelos que os mesmos humanos são perfeitamente aptos a julgar o que lá está. Agora vai-me dizer que a Bíblia é fruto de Inspiração Divina, não é? E onde é que isso é dito?… Na Bíblia. É mais ou menos a mesma coisa que eu dizer tenho um elefante adulto a comer morangos aqui na sala do terceiro andar; e porque é que você tem de acreditar nisto? Fácil: porque sou eu que o estou a dizer.
“A autoridade da Bíblia foi validada por Jesus Cristo, do qual existe evidência histórica de que fez milagres”. Onde? Onde estão documentadas tais evidências? Se me vai dizer que é na Bíblia, vamos ter aqui um problema…
“este nem sequer consegue explicar a origem da informação codificada contida no DNA.” É o problema da Ciência: tem de PROVAR aquilo que afirma, isso leva tempo. Não se pode limitar a inventar explicações.
“A existência de informação codificada é a marca, por excelência, da presença da inteligência”. Prove. Porque a mim, tal afirmação parece-me algo antropocêntrica. Além disso, eu não sou geneticista, (O senhor, é?), mas tenho ideia de que quando os geneticistas falam em “código”, falam no sentido figurado.
“A Bíblia afirma que o Criador de toda essa informação codificada é um Deus revelado”. Isto parece-me um salto interpretativo, para explicar, um bocado a martelo, a descoberta de um novo dado: o ADN, coisa que os humanos que escreveram tal livro à 2000 anos, não conheciam. Mas sim, é normal que entendessem a importância da Palavra, apesar de também pensarem que a Terra era plana.
“Boa sorte!!” Ena! Obrigada!
“As autoridades humanas baseiam-se na ignorância das coisas ou num conhecimento parcial.” Como por exemplo, os humanos de há 2000 anos atrás, que tinham umas ideias pouco práticas sobre a forma do Universo, e pensavam que os morcegos eram pássaros. Ainda bem que o conhecimento evolui…
“Será que eles reclamam omnisciência? ” Pessoalmente, nunca vi um ateu reclamar tal coisa.
“alguém que se reclama de omnipotente, omnisciente, eterno e infinito.” E porque é que eu tenho aqui um raio de um paquiderme a comer-me os morangos todos? Porque eu digo que tenho.
“A grelha interpretativa é que é diferente.” Se a grelha dos criacionistas não é cientifica, não se pode chamar tal teoria “ciência”. Independentemente das observações serem as mesmas ou não.
“A Bíblia relata a história da Terra de forma autorizada” Quem autoriza? A Bíblia. Mau…
“a vida só vem da vida, e a biologia confirma isso.” Salto interpretativo algo abusivo, aqui. A biologia ainda não descobriu de onde a vida surgiu, o que, obviamente, não quer dizer que confirme o que quer que seja. E você não confia na biologia, lembra-se? O que lhe interessa o que ela confirma ou deixa de confirmar?
“A Bíblia ensina que os seres vivos se reproduzem de acordo com o seu género, e apenas podemos observar isso.” Tal como há 2000 anos podiamos observá-lo também.
“A Bíblia ensina que o pecado resultou na corrupção e na morte. As mutações e a selecção natural corroboram isso” O que a biologia corrobora é que corrupção e morte são NECESSÁRIAS para o ciclo da vida. Nesse sentido não, não corroboram os devaneios poéticos dos homens de há 2000 anos.
“A Bíblia ensina que houve um dilúvio global”. Historiadores aludem para o facto de tal descrição pretensamente global ter sido mais local do que outra coisa qualquer. É normal que homens de há 2000 anos atrás pensassem que a terra onde viviam fosse o “mundo”, e o impacto que desastres naturais tinham no seu canto fossem vistos como acontecimentos universais.
“fósseis abruptamente sepultados nos cinco continentes por camadas transcontinentais de sedimentos, e tecidos moles em ossos de dinossauro não fossilizados.” E provas de que o desastre que acabou com os dinossauros é o mesmo de que fala a Bíblia? Dizer que a Bíblia afirma que foi “global” não vale de muito, visto que está visto que o conceito de “globo” é algo impreciso naquele livro. Além do mais, a Bíblia fala do dilúvio como castigo para os Homens, coisa que no tempo dos Dinos não existia. Outra coisa que a Bíblia falha em referir, é que não houve apenas um grande desastre na Terra; existiram vários.
“as observações astronómicas só têm confirmado a singularidade da Terra.” Você próprio diz e repete que, na Ciência, o que é certo hoje não o é amanhã.
“Ele reclamam para as suas palavras uma autoridade que querem negar à Palavra de Deus.” Pois se o que os ateus observam é que a única autoridade – a da Ciência – que tem relevância para o mundo que os rodeia é aquela de que você escarne – apesar de, estranhamente, usar e até destorcer essa autoridade para de alguma validar a autoridade em que você crê -, não vejo como pode esperar que os ateus façam outra coisa qualquer.
“A verdade é que faz mais sentido confiar em Deus” – Lá vamos a mesmo: faz sentido, para SI. Subjectivo.
“o nada criou tudo por acaso, sabe-se lá como.” – Tenha paciência, que a Ciência chega lá. A Ciência não pode é inventar explicações, para acalmar as suas inquietudes existenciais.
“mas é corroborada pelos factos observáveis. Ela tem resistido a todas as provas e mais algumas.” É… Tal como o artigo a cima parece indicar, até a Bíblia precisa de evoluir para sobreviver…
“a aceitem de forma inquestionável.” “Inquestionável?” Também nunca vi um ateu sobrio clamar tal coisa. O objectivo da Ciência e da Filosofia é, também, questionar. E os ateus costumam ser fans dessas duas coisas.
“Porque têm um critério de verdade, os cristãos podem por em causa mesmo o cepticismo nos cépticos.” Crença. Subjectivo. Como tal, do meu ponto de vista, irrelevante.
“os céus e a Terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar”. Ah!… Nada como uma afirmação descontextualiada para provar coisa nenhuma.
Posto isto, vejo pouca relevância do que diz para com o artigo acima. Também é verdade que tal coisa não me aborrece nada. Afinal, trata-se de homens a re-escrever textos de homens. Tal como tem acontecido em séculos de traduções, cortes, revisões, e selecções. Não vejo problema nisso, desde que, claro, não me venham vender tal livro como mais do que é: textos, de homens.
RESPOSTA AMIGA AO JOÃO CARVAS
De acordo com a fé ateista, “o nada criou tudo por acaso sabe-se lá como”.
Esta proposição de fé (nem sempre assumida com tal clareza) é um absurdo físico (o nada é ausência de massa, energia, tempo e espaço), científico (não pode ser confirmada pela observação) filosófica (do nada, nada vem), lógica (o nada não pode servir de premissa maior) e racional (dizer que o nada cria tudo é irracional).
No entanto, os ateus acreditam nisso.
Também acreditam que a vida surgiu por acaso (sem nenhum evidência empírica nesse sentido) apesar de a vida depender de informção codificada e esta (sem excepção conhecida) ter sempre origem inteligente.
É claro que esta posição é manifestamente desconfortável para muitos cientistas, que querem procurar uma saída airosa a todo o custo, o mais rapidamente possível.
Isso mesmo pode ver-se na literatura científica mais recente.
Há algumas semanas atrás, alguns cientistas procuraram resolver o problema da origem não inteligente da informação codificada no DNA através de uma experiência científica documentada no final deste texto.
Mas sem sucesso.
O problema dessa experiência é que o código genético armazena quantidades inabarcáveis de informação altamente complexa, integrada e precisa, cuja origem acidental nem todo a idade do Universo tornaria possível.
Hoje sabe-se que muito do suposto “junk-DNA” tem, afinal, informação epigenética muito importante para regular a informação genética.
Essa experiência baseou-se no design inteligente de um algoritmo capaz de alterar, de forma gradual, a concentração de cada molécula, procurando levar os tRNA’s a traduzir codões de forma não aleatória.
O problema é saber como é que as moléculas, sem qualquer ajuda inteligente, poderiam levar a uma associação precisa dos RNA correctos aos aminoácidos correctos.
O modelo teórico apresentado não consegue prescindir de intelligent design.
Em todo o caso, os autores da experiência não deixaram de reconhecer que a ligação dos tRNA’s ocorre graças a algumas enzimas que fazem a ligação entre código genético e o código proteico.
Eles não deixam admitir que o problema é tão complicado como o da galinha e do ovo.
Ou seja, trata-se de entender como é que as regras de codificação poderiam surgir antes do surgimento de enzimas que só existem se as instruções para o seu fabrico já estiveram codificadas.
A evolução só funciona se o código existir primeiro.
E o código só existe dentro de células que necessitam de um código para existir.
É mesmo o problema da galinha e do ovo.
Os próprios autores do estudo estão conscientes dos limites da sua abordagem, quando afirmam:
“Although these facts are fundamental, and have inspired scenarios for the evolution and the expansion of the code, evolutionary considerations may not, in essence, provide an answer to the origin of the code (since it is a prerequisite for biological evolution).”
O estudo em causa nada diz sobre a origem da informação codificada no genoma. O sistema genético da dita experiência mais não faz do que traduzir lixo genético.
A suposta evolução nunca conseguiria explicar a origem do código genético, porque ela só poderia ocorrer se previamente existisse o código genético e as máquinas moleculares necessárias à sua leitura, descodificação e execução.
De resto, eles mesmo reconhecem que “Although the molecular organization of genetic code is now known in detail, there is still no agreement on the reason(s) for which it has emerged.”
Ou seja, só a doutrina bíblica da criação, que afirma que a vida foi criada pela Palavra de Deus, é que pode explicar a origem da quantidade inabarcável de informação codificada nos genomas.
A teoria da evolução é incapaz de o fazer.
Assim é, porque em todos os casos conhecidos de informação codificada, esta tem sempre origem inteligente.
Referência:
Lehmann, Cibils and Libchaber, “Emergence of a Code in the Polymerization of Amino Acids along RNA Templates,” Public Library of Science One, 4(6): e5773; doi:10.1371/journal.pone.0005773
GALHOFADA AMIGA AO BERNARD VOGUEL
“o nada é ausência de massa, energia, tempo e espaço”
BINGO! DEUS É…NADA!