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	<title>Comentários em: Coyne e Pinker sobre Francis Collins</title>
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	<description>Movimento Ateísta Português</description>
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		<title>Por: Sam Harris (e Ricardo Silvestre) sobre Francis Collins &#187; Portal Ateu</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2009/07/11/coyne-e-pinker-sobre-francis-collins/#comment-11300</link>
		<dc:creator>Sam Harris (e Ricardo Silvestre) sobre Francis Collins &#187; Portal Ateu</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 22:03:42 +0000</pubDate>
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		<description>[...] do Instituto Nacional de Saúde Americano (National Institutes of Health no original) aqui e aqui, volto novamente a apresentar um artigo de opinião sobre este [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do Instituto Nacional de Saúde Americano (National Institutes of Health no original) aqui e aqui, volto novamente a apresentar um artigo de opinião sobre este [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Ricardo Silvestre</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2009/07/11/coyne-e-pinker-sobre-francis-collins/#comment-11163</link>
		<dc:creator>Ricardo Silvestre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 21:43:18 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Bernardo

Curioso como as coisas são.

Eu acho que os preconceitos sobrenaturalistas é que prejudicam o trabalho científico, uma vez que induzem o cientista a seguir quimeras e erros filosóficos crassos, que distorcem a sua visão da realidade.

Principalmente Collins, pelo seu cristianismo, tem na minha opinião uma visão totalmente irracional das coisas, pois acredita que está na posse de verdades essenciais sobre a nossa existência, verdades que por causa de não terem a mínima evidência para existirem podem induzir em erro científico, e principalmente provoca um contrariar factos científicos objectivos.

Se o cristão defende uma metafísica verdadeira (que defende que é adequada ao real sem qualquer prova cabal para tal), essa metafísica colide com a verdade científica.

“O que estes tipos que tu citas não parecem entender é que a ciência não prova os seus preconceitos materialistas.”
Estes “tipos”? Estes “tipos”? Por acaso sabem quem são estes “tipos”? Que falta de cortesia da tua parte. Nem parece teu.

“O Coyne parece não se dar conta de que não há nenhum “paper” que prove este trecho:
«Mas claro que Cristianismo é uma forma aceitável de superstição»”
É preciso um “paper”? Não é o funcionamento da sociedade prova suficiente? Não somos, afinal, “nações cristãs”?

“E o mesmo se diz do outro caramelo: «essa ideia é baseada em dogmas da Idade do Ferro e da Idade Média é 
diametralmente oposta ao espírito vibrante da investigação»”

Que azedume, Bernardo.

Listen…

Eu não sei se Coyne ou Harris, ou Dawkins, ou Pinker, ou Myers (entre muitos outros) falam como se fossem cientistas, ou apenas cidadãos preocupados com a colocação de um cristão que parece inclinado em usar a ciência para a promoção das suas crenças, e com isso colocar o cristianismo numa luz diferente daquela que sempre reflectiu: a de uma determinação secular em impedir os progressos científicos, a investigação sobre as causas naturais do mundo e a curiosidade natural do ser humano. Não podemos permitir a Collins que agora defenda que deus ajudou a criar o universo e a vida no nosso planeta de forma a poderem existir seres humanos que vão mudando o seu entendimento de como deus criou o universo e a vida mediante aquilo que lhes dá jeito. O Collins não pode dizer que é através da ciência que se entende a gloria de deus, ao mesmo tempo que diz que deus não pode ser explicado pela ciência. Isso é uma artimanha filosófica infantil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Bernardo</p>
<p>Curioso como as coisas são.</p>
<p>Eu acho que os preconceitos sobrenaturalistas é que prejudicam o trabalho científico, uma vez que induzem o cientista a seguir quimeras e erros filosóficos crassos, que distorcem a sua visão da realidade.</p>
<p>Principalmente Collins, pelo seu cristianismo, tem na minha opinião uma visão totalmente irracional das coisas, pois acredita que está na posse de verdades essenciais sobre a nossa existência, verdades que por causa de não terem a mínima evidência para existirem podem induzir em erro científico, e principalmente provoca um contrariar factos científicos objectivos.</p>
<p>Se o cristão defende uma metafísica verdadeira (que defende que é adequada ao real sem qualquer prova cabal para tal), essa metafísica colide com a verdade científica.</p>
<p>“O que estes tipos que tu citas não parecem entender é que a ciência não prova os seus preconceitos materialistas.”<br />
Estes “tipos”? Estes “tipos”? Por acaso sabem quem são estes “tipos”? Que falta de cortesia da tua parte. Nem parece teu.</p>
<p>“O Coyne parece não se dar conta de que não há nenhum “paper” que prove este trecho:<br />
«Mas claro que Cristianismo é uma forma aceitável de superstição»”<br />
É preciso um “paper”? Não é o funcionamento da sociedade prova suficiente? Não somos, afinal, “nações cristãs”?</p>
<p>“E o mesmo se diz do outro caramelo: «essa ideia é baseada em dogmas da Idade do Ferro e da Idade Média é<br />
diametralmente oposta ao espírito vibrante da investigação»”</p>
<p>Que azedume, Bernardo.</p>
<p>Listen…</p>
<p>Eu não sei se Coyne ou Harris, ou Dawkins, ou Pinker, ou Myers (entre muitos outros) falam como se fossem cientistas, ou apenas cidadãos preocupados com a colocação de um cristão que parece inclinado em usar a ciência para a promoção das suas crenças, e com isso colocar o cristianismo numa luz diferente daquela que sempre reflectiu: a de uma determinação secular em impedir os progressos científicos, a investigação sobre as causas naturais do mundo e a curiosidade natural do ser humano. Não podemos permitir a Collins que agora defenda que deus ajudou a criar o universo e a vida no nosso planeta de forma a poderem existir seres humanos que vão mudando o seu entendimento de como deus criou o universo e a vida mediante aquilo que lhes dá jeito. O Collins não pode dizer que é através da ciência que se entende a gloria de deus, ao mesmo tempo que diz que deus não pode ser explicado pela ciência. Isso é uma artimanha filosófica infantil.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: bmotta</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2009/07/11/coyne-e-pinker-sobre-francis-collins/#comment-11157</link>
		<dc:creator>bmotta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 17:17:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/?p=5633#comment-11157</guid>
		<description>«Concordo totalmente com estas duas opiniões.»

Ora bolas, isso é porque achas que os cientistas materialistas estão certos.
Outras pessoas, como eu, por exemplo, acham que os preconceitos materialistas prejudicam o trabalho científico, uma vez que induzem o cientista a seguir quimeras e erros filosóficos crassos, que distorcem a sua visão da realidade.

Nesse sentido, Collins, pelo seu cristianismo, tem na minha opinião uma visão mais clara das coisas, pois está na posse de verdades essenciais sobre a nossa existência, verdades essas que nunca podem induzir em erro científico, ou contrariar factos científicos objectivos.

Se o cristão defende uma metafísica verdadeira (adequada ao real), e se essa metafísica nunca pode colidir com a verdade científica, torna-se claro que é sempre preferível apoiar cientistas cristãos, que no fundo, vêem a realidade com outro panorama, e sem erro filosófico.

O que estes tipos que tu citas não parecem entender é que a ciência não prova os seus preconceitos materialistas.

O Coyne parece não se dar conta de que não há nenhum &quot;paper&quot; que prove este trecho:
«Mas claro que Cristianismo é uma forma aceitável de superstição»

Qual é a base científica que Coyne apresenta para provar cientificamente esta frase?
Sem prova científica de que o cristianismo é superstição (logo, irreal e falso), o que é que este tipo está à espera?
Como é óbvio, encaro a patetice que ele escreveu como sendo uma mera opinião.
Ele, simplesmente, não se dá conta de que não está, neste trecho, a falar como cientista.

E o mesmo se diz do outro caramelo:
«essa ideia é baseada em dogmas da Idade do Ferro e da Idade Média é diametralmente oposta ao espírito vibrante da investigação»

Logo, Ricardo, tu citaste dois cientistas que não falaram, nestes trechos, como cientistas, nem falaram suportados pelo rigor do método científico. Um cientista pode dar opiniões sobre arte. Mas pode não perceber nada de arte.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Concordo totalmente com estas duas opiniões.»</p>
<p>Ora bolas, isso é porque achas que os cientistas materialistas estão certos.<br />
Outras pessoas, como eu, por exemplo, acham que os preconceitos materialistas prejudicam o trabalho científico, uma vez que induzem o cientista a seguir quimeras e erros filosóficos crassos, que distorcem a sua visão da realidade.</p>
<p>Nesse sentido, Collins, pelo seu cristianismo, tem na minha opinião uma visão mais clara das coisas, pois está na posse de verdades essenciais sobre a nossa existência, verdades essas que nunca podem induzir em erro científico, ou contrariar factos científicos objectivos.</p>
<p>Se o cristão defende uma metafísica verdadeira (adequada ao real), e se essa metafísica nunca pode colidir com a verdade científica, torna-se claro que é sempre preferível apoiar cientistas cristãos, que no fundo, vêem a realidade com outro panorama, e sem erro filosófico.</p>
<p>O que estes tipos que tu citas não parecem entender é que a ciência não prova os seus preconceitos materialistas.</p>
<p>O Coyne parece não se dar conta de que não há nenhum &#8220;paper&#8221; que prove este trecho:<br />
«Mas claro que Cristianismo é uma forma aceitável de superstição»</p>
<p>Qual é a base científica que Coyne apresenta para provar cientificamente esta frase?<br />
Sem prova científica de que o cristianismo é superstição (logo, irreal e falso), o que é que este tipo está à espera?<br />
Como é óbvio, encaro a patetice que ele escreveu como sendo uma mera opinião.<br />
Ele, simplesmente, não se dá conta de que não está, neste trecho, a falar como cientista.</p>
<p>E o mesmo se diz do outro caramelo:<br />
«essa ideia é baseada em dogmas da Idade do Ferro e da Idade Média é diametralmente oposta ao espírito vibrante da investigação»</p>
<p>Logo, Ricardo, tu citaste dois cientistas que não falaram, nestes trechos, como cientistas, nem falaram suportados pelo rigor do método científico. Um cientista pode dar opiniões sobre arte. Mas pode não perceber nada de arte.</p>
<p>Abraço!</p>
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