Com franqueza

“Bento XVI recebe esta tarde, pela primeira vez, o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, que conclui nesta Sexta-feira a sua participação na Cimeira do G8, na Itália.

A Casa Branca já adiantou a sua certeza de que o Papa e Obama conversarão com “franqueza” sobre todos os temas, inclusive sobre o aborto e os direitos dos homossexuais.

Segundo a Casa Branca, Obama considera o seu primeiro encontro com o Papa “como um momento muito profundo”, devido ao peso de Bento XVI como líder espiritual de mais de mil milhões de católicos.
Sobre temas polémicos, como aborto e bioética, o presidente dos EUA garantiu que não ignorará as críticas da Igreja, mas admite que “haverá sempre âmbitos nos quais não é possível encontrar um acordo pleno”.”

Ver aqui.

Sejam francos um com o outro!

O sr. Ratzinger deve dizer a Obama que o seu amigo invisível disse umas coisas há uns milhares de anos valentes, que entretanto foram alteradas a belo prazer por aqueles que dizem falar por ele: bioética (esse, principalmente um dos temas abordados por Jesus Cristo aos seus seguidores da época), aborto (outro assunto em que na altura já se sabia que a alma entra no zigoto na altura da concepção -ainda não se sabia o que era um zigoto, mas adiante), e principalmente direitos de homossexuais (que nem sequer devia ser um tema de discussão, nem de autoridade para o Sr. Ratzinger dizer o que acha).

E o Obama deve dizer que “haverá sempre âmbitos nos quais não é possível encontrar um acordo pleno”.

E quanto “ao peso de Bento XVI (ser o) líder espiritual de mais de mil milhões de católicos, ufffff! Já não pertenço a este grupo. É com satisfação que posso dizer que o Bento não é meu “líder espiritual”. Mas é de alguns dos ateus que me lêem. Sabiam?

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