Uma pequena mudança de look

Creio que este post fala por si, por isso não irei escrever mais nada…

rezinga

Obrigado ao Ricardo S. pela imagem.

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18 Comentários

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  1. Então mas o ratozinguer também se rendeu á metrosexualidade (ainda que um bocadinho hardcore)?

  2. Ricardo Félix,

    O Ratz ficou com um estilo mais punk-gótico, algo bizarro…

    Ricardo,

    Nem me apercebi da coincidência… É um amigo meu, curiosamente tem as mesmas iniciais do que tu, apenas difere no apelido.

  3. Rui,

    Por falar em “acaso”, aqui fica mais um exemplo:

    “Acabou de entrar um casal que vai pedir o baptismo do seu filho. Portanto, há aqui uma certa ironia (será?), um certo ciclo que se fecha”.

    Sabes quem é que fez esta afirmação? E em que circunstâncias?

    Cumprimentos,

    Ilídio Barros

  4. Rui,

    Pedido de apostasia de Ricardo Silvestre – os vídeos, parte 3 de 3.

    Um abraço,

    Ilídio Barros

  5. Gozam, gozam, gozam, mas ninguém o larga.

    E enquanto se fazem brincadeiras com o Photoshop, a malta ri-se, e tem uma desculpa para não ler uma só página da imensa obra deste grande pensador do nosso tempo.

  6. É um académico com trabalho reconhecido dentro da cena. Isso ninguém nega. Que trabalhos mais se recomendam?

  7. Será um grande pensador, mas com uma esfera de influência que se fica pelo pequeno quintal que é o pensamento católico-cristão. Entre os seus escitos contam-se Obras portentosas como:

    Meditations on the Church’s Marian Belief
    Feast of Faith: Approaches to a Theology of the Liturgy
    A Catholic Understanding of the Story of Creation and the Fall
    Co-Workers of the Truth: Meditations for Every Day of the Year
    Pilgrim Fellowship Of Faith: The Church As Communion

    A humanidade tem realmente muito a agradecer a este grande pensador. A ele e a todos os grandes regurgitadores de lixo filosófico-teológico da história.

  8. Rui,

    «É um académico com trabalho reconhecido dentro da cena. Isso ninguém nega. Que trabalhos mais se recomendam?»

    Há quem tenha a ideia que só um católico encontra interesse na obra de Ratzinger.
    Asneira.
    Basicamente, tudo o que sai da sua caneta é valioso.
    Algumas sugestões:

    “Introdução ao cristianismo”
    “O Sal da Terra”, livro-entrevista feita por Peter Seewald (há mais um, não me recordo o título)
    “Diálogos sobre a Fé”
    “A Igreja e a Nova Europa”
    “Jesus de Nazaré” – um dos melhores livros que li nos últimos anos (de leitura exigente – mas revela o autor como um colosso de conhecimento bíblico e exegético)
    De resto…
    As suas duas encíclicas até ao momento (”Deus caritas est”, “Spe Salvi”). Destaco que o conteúdo filosófico da Spe Salvi é uma aula magistral de filosofia, onde informação rigorosa e capacidade de síntese se juntam de forma notável.
    e mais… ?
    tanta coisa…
    A não perder, as suas homilias: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/homilies/index_en.htm

    Parece-me óbvio, mas é sempre bom insistir, que eu não estou à espera que ateus dêem valor “prima facie” ao conteúdo dos textos de Ratzinger, ou seja, que aceitem o seu conteúdo.

    O que é justíssimo é reconhecer que este homem, hoje Papa, é um dos maiores pensadores contemporâneos, cuja vasta obra é exemplo de vontade de partilhar conhecimento. A sua escrita não é hermética: é acessível, espirituosa e límpida.

    Qualquer ateu, para melhor conhecer o universo intelectual cristão (e assim poder combatê-lo com qualidade), só tem a ganhar em conhecer melhor a obra de Ratzinger.

    Abraço,

    Bernardo

  9. João,

    «pelo pequeno quintal que é o pensamento católico-cristão»

    Esta tua frase é uma bruta asneira. Desculpa-me a frontalidade, mas alguém que escreve uma coisa destas ofende a própria cultura. Um ateu, lá por ser ateu, não tem que ser inculto nem promover a falta de cultura, ou o desprezo pela cultura. Não precisas de ser cristão, ou de aceitar o conteúdo da cultura cristã. Escrever que a cultura cristã é um “pequeno quintal” é fazer algo de puramente panfletário e difamador. Todos, de vez em quando, gostamos de dizer umas patacoadas para chocar a malta, mas eu acho que fica mal. Quando eu digo as minhas patacoadas, motivado por algum impulso menos controlado, normalmente arrependo-me sempre.

    «A humanidade tem realmente muito a agradecer a este grande pensador. A ele e a todos os grandes regurgitadores de lixo filosófico-teológico da história.»

    A ironia é uma arma poderosa, quando usada por quem demonstra inteligência e cultura. Caso contrário, a ironia agrava a tragédia de uma frase infeliz… É o que eu acho…

    Bernardo

  10. Bernardo,

    “O Sal da Terra, livro-entrevista feita por Peter Seewald (há mais um, não me recordo o título)”

    Penso que te referes ao “Deus e o Mundo”.

    Um abraço,

    Ilídio Barros

  11. “este homem, hoje Papa, é um dos maiores pensadores contemporâneos”

    Não há aqui uma contradição?

  12. Caro bmotta

    Não gosto de me estender nestes comentários. Pode-me dar um exemplo desse pensamento cristão, que tenha de facto contribuído para o avanço da humanidade? Um pensamento de Einstein valeu tanto como toda a vida de 20 Santo Agostinhos, 5 Cristos e meia dúzia de Ratzingers. Isto é tão válido para a religião, como para 95% do que sai do campo da filosofia.

    Tá a ver…é a mesma contradição de existirem faculdades de teologia…

    Obviamente que a cultura cristã faz parte da minha, da nossa culturas mas isso não a torna válida, positiva ou um factor de progresso da espécie.

  13. Para quê ler Ratzinger, o Dalai Lama, ou o Deepak Shopra, quando tenho Eistein, Shakespear e Pessoa?

  14. Exemplos filosóficos desta sumidade intelectual:

    “O sofrimento faz parte do próprio mistério da pessoa humana. Somente Deus pode eliminar o poder do mal. A fé ajuda-nos a penetrar no sentido de todo o ser humano e, portanto, também do sofrer” (http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=73754)

    Quem quiser fazer uma tour pelo “mistério”, aqui tem o roteiro: http://www.youtube.com/watch?v=8tAPeDEUjcE&feature=fvw

    Completamente insultuosa e patética a retórica balofa deste comediante de sotaina.

  15. Lucas,

    Bem-vindo de volta. Já tínhamos saudades!

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