Cientologia em tribunal por fraude.
“Em França, a igreja da Cientologia está em julgamento.
O caso é sobre uma queixa apresentada em 1998 por uma mulher que diz que se juntou a Igreja da Cientologia depois de ter sido submetida a um teste de personalidade.
Durante os meses seguintes, a queixosa pagou mais de 23.000 euros para livros, “pacotes de purificação” em forma de vitaminas, sessões de sauna e um e-meter para medir o “progresso espiritual”.
Entretanto outras queixas se juntaram à original. Em cinco registadas, três foram retiradas devido a acordos com a Igreja. Essas queixosas disseram que também elas tinham gasto dezenas a centenas de euros em testes e curas.
Será a primeira vez que a Igreja aparecerá como réu, uma vez que casos anteriores tinham sido com queixas para com Cientologistas específicos.”
Ver aqui.
Parece familiar?
Quantas vezes não colocamos aqui no Portal este tipo de charlatanice religiosa, e quantas vezes já perguntamos se as falsas curas, falsos tratamentos, falsas consolações não poderiam também ser entregues ao Ministério Público para um processo de fraude?
À espera do primeiro que aconteça.
Artigos relacionados
4 Comentários
Feed RSS de comentários a este artigo »Trackbacks
- Cientologia no banco dos réus « Blog da UNA
- Cientologia acusada de fraude na França • Ateus do Brasil
Deixe um Comentário
Você deve estar logado para enviar um comentário.










Penso que a falta de mais casos em tribunal se deve à metodologia da Igreja. Para além de um fortíssimo condicionamento psicológico dos crentes, conseguem normalmente obter informações pessoais humilhantes sobre eles que depois usam para os coagir ao silêncio. Este culto é mesmo do piorio. Lembro-me sempre do reporter da BBC que tentou fazer um documentário sobre a igreja da cientologia americana, e acabou por perder a cabeça com um dos seus representantes.
http://www.youtube.com/watch?v=hxqR5NPhtLI
Julgamentos como esse,se acontecesse no Brasil, ia + de 20 seitas evangélicas para o banco sos reus, principalmente a Universal e Renascer…
A questão é se daria em algo contra….