Vinda à cidade

A “virgem santíssima” veio à cidade.

Talvez pare pelo Corte Inglês para fazer umas compras.

Mas antes disso, acho que seria muito interessante gravar a conversa entre mãe e filho à beira-Tejo…

…o que?! Não podem falar porque são duas estátuas de figuras imaginárias que só são perpetuadas à custa de betão e de cerâmica?? A sério?

E eu a pensar que, para tanta gente amontada para ver os seus “queridos lideres”, que estes poderiam fazer uma excepção, e desta vez aparecerem em toda a glória a andar sobre as águas do rio.

Oh well, pode ser que aconteça daqui a 50 anos.

E quando o  patriarca de Lisboa fala para os “descrentes e ateus” e lhes diz: “(…) Ele diz: não tenhais medo; vinde a Mim todos vós que andais à procura, os que sofreis, os que estais aflitos com as dificuldades da vida, e Eu acolher-vos-ei, vos darei a força para caminhar”, eu respondo-lhe dizendo: tenha vergonha na cara.

O sr “patriarca” ganha a sua vida a mentir às pessoas, a perpetuar irracionalidade e obscurantismo, e a promover (sempre e sempre) o discurso do miserabilismo e da dependência. Eu sou descrente e  ateu, e não preciso da “força” daquele que você diz representar e que se arroga a falar por ele.

A ICAR a fazer concorrência à IURD com o discurso do “pare de sofrer”. Patético!

E como de costume, o pasquim da ICAR dá todo o tempo de antena necessário (e mais se for preciso)

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