O que fazer com o Cristo-Rei?

Tendo em conta que se aproxima o quinquagésimo aniversário do Cristo-Rei de Lisboa, tal como já foi anunciado neste espaço, gostaria de deixar aqui umas sugestões para o monumento de proporções bíblicas que saúda quem sai de Lisboa e entra na margem sul.

A referida estátua, que simbolicamente e esteticamente não é do meu agrado, tal como a estátua de João Paulo II em Coimbra, podia sofrer umas alterações, como as que passo a mostrar de seguida.

Como a arte sacra de segunda divisão B, quando sujeita a uma mutilação passa a ser arte a sério, aqui fica…

Um bocado de ironia e de cor também não lhe ficava mal.

Se eu morasse em Lisboa e tivesse que a ver todos os dias seria a favor da sua transladação para Fátima. E como podem ver, não fica nada mal!

Tenho um sentido algo pragmático para as coisas, e pôr a estátua a render é um dos melhores investimentos que se pode fazer. Até lhe podem chamar a “Times Square de Almada”.

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