Chegaram anjos e demónios

angels-demons-tsr-poster-is-full

Estreia hoje a adaptação ao cinema do livro de Dan Brown “Anjos e Demónios”, livro esse que segue uma fórmula idêntica a “Código da Vinci”, ou inverso, pois foi escrito anteriormente. Embora considere a literatura de Dan Brown mais entretenimento que arte, pior ainda, adaptado ao cinema americano objectivado na pipoca e coca-cola, sensacionalismos e mediocridades cinematográficas a roçar a idiotia muitas vezes, poderá este ser um caso, de alguns a bem da verdade, que suscite interesse e proporcione um bom momento de entretenimento, possivelmente a arte será secundária, tal código da Vinci, pelo menos presente nas aventuras de Robert Langdon pela Itália.

Como seria de esperar surgiram campanhas de tentativa de censura ao filme, que demonstra a imaturidade do cristianismo americano, publicidade gratuita, já o clero romano, em negócios milenares, sabe muito bem controlar instintos e esquivar-se ao problema, proibida a filmagem no antro da sotaina, túmulo de Pedro, a divina megalomania, resta a convivência do sorriso amarelo com o filme que tenta destruir tal sítio.

E porque ainda não vi a adaptação cinematográfica, mas achei interessante o livro, entretenimento excelente, mas não arte, irei averiguar o filme, muito embora seja raro não sair desiludido dos mijaretes de entretenimento medíocre americano, salvo casos raros, ou agulhas no palheiro.

De resto, após o cinema brutalmente artístico e explosivo na cara dos mais dementes cristianismos, Franquismo como exemplar, do ilustre ateu, muito ateu, Luís Buñuel, é difícil que as terapias de choque cinematográfico não sejam apenas frustrantes. Mas vale a pena confirmar, mais não seja por puro entretenimento, pelo menos o livro assim o é, bastante dinâmico e com excelentes teorias.

Como ainda não vi o filme, deixo a crítica de Eurico de Barros, que me pareceu deveras interessante.

DN Artes: “Anjos e Demónios” põe o Vaticano em perigo

Trailer de “Angels and Demons”

Outros artigos relacionados:

  1. Avatar verde