“Um antigo rabi Shepardi chamado Mordechai Eliyahu enviou uma carta para o Primeiro-Ministro Israelita, Ehud Olmert a declarar que “não existe qualquer proibição moral contra os ataques em Gaza e contra a morte de civis”. A carta publicada numa publicação semanal chamada Olam Katan (Mundo Pequeno no original) que é distribuído por todas as sinagogas em Israel, cita a história do massacre de Siquém (Génesis 34) e o comentário de Maimônides – Leis dos Reis 11:3.
De acordo com Eliyahi, uma cidade inteira é responsável pelo comportamento imoral dos seus indivíduos. Em Gaza, a população inteira é responsável por não impedir o lançamento de rockets Kassam para o território Israelita.
O filho de Eliyahu, um chefe rabi em Safed disse que a melhor opção para Israel seria de bombardear sistematicamente as zonas onde os Kassams são disparados, independentemente de qual o número de baixas na população Palestina da zona. “Se eles não pararem depois de matarmos 100 dos deles, mataremos 1000. Se não pararem quando matarmos 1000, mataremos 10.000. Se não pararem quando matarmos 10.000, mataremos um milhão”, disse Shmuel Eliyahu.”
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Ou seja, tudo é permitido, se se interpretar a “palavra de deus” conforme der mais jeito. E principalmente quando se usa esse “grande livro de moralidade” que é a bíblia.
Este é um dos problemas mais gritantes das religiões e dos “líderes espirituais”, arrogarem-se a detentores da razão divina que valida decisões politicas que só causam miséria e retrocesso. Do Paquistão a Israel, passando pelo Irão. Uma terra de oportunidades para fanáticos religiosos.
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