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	<title>Comentários em: Luke! I&#8217;m your fatherrrrrrrrr!</title>
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	<description>Movimento Ateísta Português</description>
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		<title>Por: Rui Janeiro</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5235</link>
		<dc:creator>Rui Janeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 02:40:34 +0000</pubDate>
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		<description>Para um ditador não há nada melhor do que um povo burrinho e iletrado... 

«educação em massa levou causou uma doença na Igreja e na Sociedade» 

Um raro momento de lucidez por parte de um bispo (apenas para a parte da Igreja, pois para a Sociedade creio que estará algo desfasado) . Resta saber quanto tempo demorou a chegar a esta conclusão. Provavelmente 60 anos, desde o pós-guerra.
Acrescente-se que o populismo é a próxima arma a usar pelos clérigos, tal como se pode ler no excerto:

«pessoas com formação académica espalham cepticismo e insurreição. No lugar de seguir os ensinamentos da Igreja, essas pessoas são “hedonistas”, “egoístas” e “egocêntricas”» 

Mas que raio de arrogância é esta de pensar que toda a gente tem de seguir os ensinamentos da igreja, com toda a treta associada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para um ditador não há nada melhor do que um povo burrinho e iletrado&#8230; </p>
<p>«educação em massa levou causou uma doença na Igreja e na Sociedade» </p>
<p>Um raro momento de lucidez por parte de um bispo (apenas para a parte da Igreja, pois para a Sociedade creio que estará algo desfasado) . Resta saber quanto tempo demorou a chegar a esta conclusão. Provavelmente 60 anos, desde o pós-guerra.<br />
Acrescente-se que o populismo é a próxima arma a usar pelos clérigos, tal como se pode ler no excerto:</p>
<p>«pessoas com formação académica espalham cepticismo e insurreição. No lugar de seguir os ensinamentos da Igreja, essas pessoas são “hedonistas”, “egoístas” e “egocêntricas”» </p>
<p>Mas que raio de arrogância é esta de pensar que toda a gente tem de seguir os ensinamentos da igreja, com toda a treta associada?</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigues</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5229</link>
		<dc:creator>Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 00:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tinha razão e os meus pais não, não deveria ter estudado tanto... Malditos por me obrigarem a estudar tanto, vão certamente para o inferno... Vou garantir a minha salvação e não termino a licenciatura, esse grau académico demoníaco...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha razão e os meus pais não, não deveria ter estudado tanto&#8230; Malditos por me obrigarem a estudar tanto, vão certamente para o inferno&#8230; Vou garantir a minha salvação e não termino a licenciatura, esse grau académico demoníaco&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5223</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:26:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João C,

é claro que toda aprocura de conhecimento leva a que, por vezes, esse conhecimento seja aplicado de formas que não nos agradam. Assim como é claro que algumas vezes a procura não é feita de maneira a agradar a todos e muitas vezes o que é ético para uns não o é para outros. Toda a gente sabe que evoluções na área da física e da química, por exemplo, podem ser usadas para fins bélicos, que muitas vezes não agradam até aos próprios investigadores. Mas pensar que isso não aconteceria seria pura demagogia. A maldade existe desde sempre, assim como a busca pelo conhecimento. É lógico que ninguém aqui, defende que se matem seres humanos, outros não defendem que se matem animais, outros ainda, não defendem o uso de células estaminais para se descobrir o que quer que seja. Todos somos livres de pensar o que quisermos sobre isso ou de não o fazer. Um dos problemas está na própria definição de ser humano. Quando é que um ser se pode considerar humano ou não. Se me perguntar a mim, digo-lhe sinceramente que não sei. O que sei é que é uma questão muito polémica e que provavelmente nunca reunirá consenso. 

Em minha opinião, os estados individualmente ou em conjunto, devem criar regras para não se ultrapassarem determinados limites impostos por esses mesmos estados. E devem ser criados limites! Digo e volto a dizer: criem-se limites éticos e morais para o caminho da evolução. Mas criem-se através dos governos porque esses é que são eleitos pelo povo. Se for preciso referendar, façam-se referendos. Não é isso que está aqui em questão.

O que me custa realmente ouvir e é disso que se trata aqui, é um bispo (que quer agrade ou não, a mim ou a outros ateístas, tem algum poder na sociedade), falar como se quisesse voltar ao tempo em que só alguns tinham acesso ao conhecimento. Conhecimento esse que era usado para manietar a maioria do povo inculto. Se ler bem o artigo, e acredito que o fez, notará que ele é contra o facto da maioria da população ter acesso à informação e ao conhecimento entre outra coisas porque isso tirou-lhe fiéis da igreja. O homem é louco!


Respeitosamente,

Marco</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João C,</p>
<p>é claro que toda aprocura de conhecimento leva a que, por vezes, esse conhecimento seja aplicado de formas que não nos agradam. Assim como é claro que algumas vezes a procura não é feita de maneira a agradar a todos e muitas vezes o que é ético para uns não o é para outros. Toda a gente sabe que evoluções na área da física e da química, por exemplo, podem ser usadas para fins bélicos, que muitas vezes não agradam até aos próprios investigadores. Mas pensar que isso não aconteceria seria pura demagogia. A maldade existe desde sempre, assim como a busca pelo conhecimento. É lógico que ninguém aqui, defende que se matem seres humanos, outros não defendem que se matem animais, outros ainda, não defendem o uso de células estaminais para se descobrir o que quer que seja. Todos somos livres de pensar o que quisermos sobre isso ou de não o fazer. Um dos problemas está na própria definição de ser humano. Quando é que um ser se pode considerar humano ou não. Se me perguntar a mim, digo-lhe sinceramente que não sei. O que sei é que é uma questão muito polémica e que provavelmente nunca reunirá consenso. </p>
<p>Em minha opinião, os estados individualmente ou em conjunto, devem criar regras para não se ultrapassarem determinados limites impostos por esses mesmos estados. E devem ser criados limites! Digo e volto a dizer: criem-se limites éticos e morais para o caminho da evolução. Mas criem-se através dos governos porque esses é que são eleitos pelo povo. Se for preciso referendar, façam-se referendos. Não é isso que está aqui em questão.</p>
<p>O que me custa realmente ouvir e é disso que se trata aqui, é um bispo (que quer agrade ou não, a mim ou a outros ateístas, tem algum poder na sociedade), falar como se quisesse voltar ao tempo em que só alguns tinham acesso ao conhecimento. Conhecimento esse que era usado para manietar a maioria do povo inculto. Se ler bem o artigo, e acredito que o fez, notará que ele é contra o facto da maioria da população ter acesso à informação e ao conhecimento entre outra coisas porque isso tirou-lhe fiéis da igreja. O homem é louco!</p>
<p>Respeitosamente,</p>
<p>Marco</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João C.</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5220</link>
		<dc:creator>João C.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:52:05 +0000</pubDate>
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		<description>Draconus, só mostra a sua ignorância no que respeita à Doutrina Católica. Quem não sabe do que está a falar, abstém-se de opinião. Mas, se me permitir, vou explicar a relação entre o pecado original e a procura da sabedoria (afinal de contas o saber não ocupa lugar ;)):

No contexto bíblico, o pecado original instalou-se no mundo devido à sede de conhecimento, desrespeitando e desobedecendo às Leis de Deus. Ou seja, Adão e Eva cairam em tentação, uma vez que tinham ordens explicitas de Deus para não comer o fruto da árvore do conhecimento. A serpente, tentou-os dizendo (não tenho aqui à mão as palavras exactas mas a ideia é esta):  &quot;Deus nao quer que comais desse fruto porque, no dia em que o comerdes sereis semelhantes a Ele, conhecedores do Bem e do Mal&quot;. Isto despertou uma ânsia e uma sede de sabedoria extrema: o Homem querer compreender (Gnos, doutrina herética) e igualar-se a Deus. 

Ora, a que isto levou? À expulsão do Jardim do Éden. E porquê? (Agora aqui gostava que visse a analogia com o mundo actual): A sede de conhecimento, sabedoria, espírito crítico é intriseca ao homem, ou não fosse ele dotado de inteligência e espírito reflexivo. No entanto, esta procura de conhecimento, de sabedoria, quando vai pelo caminho da desobediência às Leis de Deus é ilícita e por isso, o pecado original instaurou-se no mundo. 

Não é o saber que é pecado, Draconus. O pecado existe quando, em nome do conhecimento, da sabedoria, se desrespeitam as Leis do Criador e o progresso vai pelo caminho meramente técnico, tornando a humanidade escrava do progresso e não o progresso ao serviço da humanidade (como deveria ser...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Draconus, só mostra a sua ignorância no que respeita à Doutrina Católica. Quem não sabe do que está a falar, abstém-se de opinião. Mas, se me permitir, vou explicar a relação entre o pecado original e a procura da sabedoria (afinal de contas o saber não ocupa lugar <img src='http://www.portalateu.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ):</p>
<p>No contexto bíblico, o pecado original instalou-se no mundo devido à sede de conhecimento, desrespeitando e desobedecendo às Leis de Deus. Ou seja, Adão e Eva cairam em tentação, uma vez que tinham ordens explicitas de Deus para não comer o fruto da árvore do conhecimento. A serpente, tentou-os dizendo (não tenho aqui à mão as palavras exactas mas a ideia é esta):  &#8220;Deus nao quer que comais desse fruto porque, no dia em que o comerdes sereis semelhantes a Ele, conhecedores do Bem e do Mal&#8221;. Isto despertou uma ânsia e uma sede de sabedoria extrema: o Homem querer compreender (Gnos, doutrina herética) e igualar-se a Deus. </p>
<p>Ora, a que isto levou? À expulsão do Jardim do Éden. E porquê? (Agora aqui gostava que visse a analogia com o mundo actual): A sede de conhecimento, sabedoria, espírito crítico é intriseca ao homem, ou não fosse ele dotado de inteligência e espírito reflexivo. No entanto, esta procura de conhecimento, de sabedoria, quando vai pelo caminho da desobediência às Leis de Deus é ilícita e por isso, o pecado original instaurou-se no mundo. </p>
<p>Não é o saber que é pecado, Draconus. O pecado existe quando, em nome do conhecimento, da sabedoria, se desrespeitam as Leis do Criador e o progresso vai pelo caminho meramente técnico, tornando a humanidade escrava do progresso e não o progresso ao serviço da humanidade (como deveria ser&#8230;)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Draconus Thorn</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5219</link>
		<dc:creator>Draconus Thorn</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:33:29 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho que incomoda realmente o Mr. Bishop é o facto do pecado original ter a ver com a procura da sabedoria... Realmente isso é de uma extrema dignidade por parte da igreja: considerar o saber como um pecado. Mas pronto, ignorante quem se deixa levar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que incomoda realmente o Mr. Bishop é o facto do pecado original ter a ver com a procura da sabedoria&#8230; Realmente isso é de uma extrema dignidade por parte da igreja: considerar o saber como um pecado. Mas pronto, ignorante quem se deixa levar&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Silvestre</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5218</link>
		<dc:creator>Ricardo Silvestre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:26:44 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado pelo comentário, Marco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo comentário, Marco.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João C.</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5216</link>
		<dc:creator>João C.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 19:45:11 +0000</pubDate>
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		<description>O progresso, a educação, a investigação técnico-científica não é, de maneira nenhuma &quot;apedrejada&quot; pela Igreja! O que a Igreja condena é, de facto, essa sede de conhecimento insaciável que desrespeita os princípios e direitos mais básicos, como o da vida... Não é lícito, por exemplo, que, em nome do conhecimento e do progresso, mesmo que seja para medidas farmacológicas, desrespeitar e destruir uma vida humana, pois sacrifica-se um bem maior!

A inteligência mal aplicada, a investigação e o conhecimento que, numa procura desenfreada pelo conhecimento, não tem por base a Ética e a Moral não serve para nada senão para destruir a sociedade, caindo-se num relativismo em que é o jogo do &quot;vale tudo&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O progresso, a educação, a investigação técnico-científica não é, de maneira nenhuma &#8220;apedrejada&#8221; pela Igreja! O que a Igreja condena é, de facto, essa sede de conhecimento insaciável que desrespeita os princípios e direitos mais básicos, como o da vida&#8230; Não é lícito, por exemplo, que, em nome do conhecimento e do progresso, mesmo que seja para medidas farmacológicas, desrespeitar e destruir uma vida humana, pois sacrifica-se um bem maior!</p>
<p>A inteligência mal aplicada, a investigação e o conhecimento que, numa procura desenfreada pelo conhecimento, não tem por base a Ética e a Moral não serve para nada senão para destruir a sociedade, caindo-se num relativismo em que é o jogo do &#8220;vale tudo&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno Miguel</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5214</link>
		<dc:creator>Bruno Miguel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 17:54:03 +0000</pubDate>
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		<description>Foi uma sorte ele não ter lançado uma campanha contra as escolas e universidades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi uma sorte ele não ter lançado uma campanha contra as escolas e universidades.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/11/17/luke-im-your-fatherrrrrrrrr/#comment-5210</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 16:11:06 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de tanto rir com as palavras do bispo, vou ver se ainda consigo dizer alguma coisa. O bispo &quot;não bate bem da cabeça&quot;. Ele acha, realmente, que a educação das sociedades é uma coisa má. E a palavra chave é mesmo REALMENTE!!! Usando palavras muito religiosas, até sou capaz de dizer que isto &quot;é de bradar aos céus&quot;. Senão vamos lá ver:

1- a educação em massa trouxe crescimento económico, avanços científicos e tecnológicos e o enriquecimento social e cultural de milhões de pessoas por todo o mundo;

2- essa mesma educação levou e tem levado à disseminação do cepticismo, do positivismo, do utilitarismo e do relativismo;

3- tudo isso junto faz com que as pessoas cada vez mais ignorem deus e vivam sem se preocuparem com isso;

E no fim disto tudo ele ainda diz que o mundo está mal. Muito pelo contrário!! Cada vez está melhor e melhor ficará, quando mais gente tiver acesso à educação. 

Mas eu sei (porque indirectamente ele faz referência a isso) porque é que ele está realmente preocupado. As estatísticas apresentadas no artigo, relativamente às assistências nas missas, é que são a sua grande preocupação. É certo e sabido que, embora tendo muitas outras fontes de rendimento, uma das principais é o dinheiro angariado pelas pessoas que frequentam essas e outras cerimónias. Ou seja, no fundo a preocupação dele é legítima - estão a ir-lhe ao bolso. Pior que isso é pensar que as pessoas, em vez de darem o dinheiro a parasitas sociais, vão investir-lo em alimentação, vestuário, cultura ou até em educação dos próprios ou dos filhos, tornando-os por isso mais inteligentes e menos dependentes de crenças e crendices. Ora também é certo que depois destas minhas palavras, alguém vai aparecer a dizer que mais inteligência não significa menos crença porque temos pessoas muito inteligentes e cheias de cursos e diplomas que são crentes. Mas pelo menos agora já tenho um Bispo britânico, que neste aspecto, pensa como eu.

Obrigado pelo artigo

Marco</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tanto rir com as palavras do bispo, vou ver se ainda consigo dizer alguma coisa. O bispo &#8220;não bate bem da cabeça&#8221;. Ele acha, realmente, que a educação das sociedades é uma coisa má. E a palavra chave é mesmo REALMENTE!!! Usando palavras muito religiosas, até sou capaz de dizer que isto &#8220;é de bradar aos céus&#8221;. Senão vamos lá ver:</p>
<p>1- a educação em massa trouxe crescimento económico, avanços científicos e tecnológicos e o enriquecimento social e cultural de milhões de pessoas por todo o mundo;</p>
<p>2- essa mesma educação levou e tem levado à disseminação do cepticismo, do positivismo, do utilitarismo e do relativismo;</p>
<p>3- tudo isso junto faz com que as pessoas cada vez mais ignorem deus e vivam sem se preocuparem com isso;</p>
<p>E no fim disto tudo ele ainda diz que o mundo está mal. Muito pelo contrário!! Cada vez está melhor e melhor ficará, quando mais gente tiver acesso à educação. </p>
<p>Mas eu sei (porque indirectamente ele faz referência a isso) porque é que ele está realmente preocupado. As estatísticas apresentadas no artigo, relativamente às assistências nas missas, é que são a sua grande preocupação. É certo e sabido que, embora tendo muitas outras fontes de rendimento, uma das principais é o dinheiro angariado pelas pessoas que frequentam essas e outras cerimónias. Ou seja, no fundo a preocupação dele é legítima &#8211; estão a ir-lhe ao bolso. Pior que isso é pensar que as pessoas, em vez de darem o dinheiro a parasitas sociais, vão investir-lo em alimentação, vestuário, cultura ou até em educação dos próprios ou dos filhos, tornando-os por isso mais inteligentes e menos dependentes de crenças e crendices. Ora também é certo que depois destas minhas palavras, alguém vai aparecer a dizer que mais inteligência não significa menos crença porque temos pessoas muito inteligentes e cheias de cursos e diplomas que são crentes. Mas pelo menos agora já tenho um Bispo britânico, que neste aspecto, pensa como eu.</p>
<p>Obrigado pelo artigo</p>
<p>Marco</p>
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