Louvado sejas, ó Magalhães!

Gato Fedorento de volta, e regressos às lides da liberdade de expressão, no caso que me pareceu mais interessante o sketch do deus Magalhães.

Ainda mais cómico, possível? Claro, a sátira bateu o recorde de reclamações na Entidade Reguladora para a Comunicação Social. E porquê? Analise-se a parvoíce do clérigo Manuel Morujão, porta -voz da Conferência Episcopal, “Acho muito bem que quem viu as suas convicções mais profundas serem ofendidas se manifeste. Nada é intocável, mas tem de ser tocado com algum respeito. Uma coisa é fazer humor sobre as ondas do mar e outra usar a liberdade para achincalhar.“. Afirmou-se “solidário, de certa forma“, com quem acha que “não houve respeito para com aspectos considerados estruturais da nossa vida“.

E ainda mais cómico, o recado sobre tiros pela culatra, “Não devemos transformar a contestação em propaganda ao programa.”.

Por mim, propaganda feita! Ao sketch e às parvoíces católicas!

Amén Magalhães!

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