Uma opinião sobre a cobardia e infantilidade de quem mata em nome do deus islâmico

Esta é uma opinião de Rod Liddle que escreve para a (magnifica) revista Spectator no Reino Unido.

Uma opinião com iguais partes de insolência, confrontação e sarcasmo.

Muito interessante. Deixo aqui uma parte em Português, enquanto o original pode ser encontrado aqui.

“Não é altura dos terroristas islâmicos repensarem a sua estratégia de gravar vídeos sobre a glória do seu martírio antes de fazerem aquilo que ameaçam ir fazer?

Vezes sem conta vemos estes imbecis nas nossas televisões a prometer todo o estilo de barbaridades e misérias, com promessas de submeter a escória kafir imperialista e decadente ao fogo just e purificador de Alá, a prometer o espalhar de “partes corporais nas ruas”. E depois sabemos que se esqueceram do isqueiro, ou do rastilho, ou que não conseguem estacionar o carro, ou que querem comprar 5.000 embalagens de água oxigenada num salão de beleza (o quão loiro quer o seu cabelo, Maomé?).

Alguma vez enfrentámos nós, como nação, um inimigo mais cobarde e estúpido?

“Não se metam com os muçulmanos”, foi a frase de ordem gritada numa vídeo mensagem gravada por Tanvir Hussain antes de ter sido preso pela conspiração para fazer explodir explosivos num avião comercial. A vontade que eu tenho de responder a essa frase é: “Meter-nos contigo? E porque não, Tanvir? Tu és um completo desastre a passar por terrorista que quer rebentar com as “infiéis baratas Ocidentais”. Meter-nos contigo? Para que?”.

E relembrar os médicos que tentaram rebentar com eles próprios para causar mortes de inocentes no aeroporto de Glasgow, que na sua incompetência pegaram fogo a eles próprios, ou então foram apanhados por seguranças do aeroporto sem qualquer treino para detectar ou lidar com terroristas. Ou até mesmo na última tentativa de atentados bombistas em Londres, onde foram incapazes de encontrar um lugar para estaciona: aparentemente a vontade de Alá é condicionada pelas regras de trânsito.

E não é só um problema de falta de inteligência, mas também de uma cobardice amaricada demonstrada por aqueles que dizem que querem matar em nome de Alá. Reparem no caso de Abdulla Ahmed Ali e Assad Sarwar, terroristas acusados de tentar matar inocentes com “bombas líquidas”. Será que estes homens se colocaram de frente para o juiz e afirmaram que não reconheciam o tribunal onde estavam a ser julgados, e apenas responderiam perante Alá? Não, no lugar de fazer isso, fizeram uma argumentação infantil que queriam causar pequenas explosões – e realmente não magoar ninguém seriamente – de forma a ganhar atenção da imprensa e do público.

Existe qualquer coisa de triste e de vazio nestas ameaças caseiras de muçulmanos: as visões distorcidas e mal entendidas de uma politica, a fraqueza e desorientação da juventude, a insistência de uma transgressão do Ocidente e da justeza de uma resposta extrema e primitiva. Se ao menos estes patetas deixassem os chat rooms e as câmaras de vídeo sossegadas. “

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