No fim de semana em que Jerónimo de Sousa se queixou do mesmo na sua homilia na Festa do Avante, o nosso estimado Papa Ratzinger veio falar da “praga do desemprego e da precariedade laboral entre os jovens“.
Segundo o semanário Sol, o sumo pontífice apontou esses factores como destabilizadores dos “projectos de vida dos jovens, levando-os à emigração e ao abandono da terra onde nasceram”.
A melhor maneira de se atrair a atenção de um “eleitorado” é concentrar-se no que os preocupa. É certo que a presente geração de jovens não irá poder ambicionar muito na vida, com a magreza dos salários e a instabilidade dos empregos. Mas entre uma crítica (a qual não deixo de concordar) à sociedade de consumo, aparece, sem surpresa, a puxar a brasa à sua sardinha.
Apenas acho estranho não ter apelado a uma maior adesão de jovens à vida eclesiástica, actividade profissional estável, que envolve não muito esforço e/ou trabalho e onde a taxa de desemprego é baixa. Pelo menos não se vêem pelos centros de emprego…
«O pão material não basta, não é suficiente para viver de maneira plena, é necessário outro alimento, para nutrir o crescimento pessoal, da família e da sociedade (…) este alimento é a fé «sincera e profunda».»
Não sei até que ponto a fé alimenta, mas creio que só há registo de um caso desses.
«Bento XVI pediu ainda aos jovens para defenderem os valores da família tradicional, lamentando que esta tenha deixado de ser protegida e acarinhada pela sociedade.»
Vamos colocar as coisas da seguinte maneira. O que é a “família tradicional”? O homem manda e trabalha, a mulher nem sempre, estando encarregue das tarefas domésticas e a cuidar dos filhos? Acha que a juventude, nomeadamente as mulheres, defenderão isso? E mesmo os que enveredam por esse caminho não verão outras formas de família como legítimas e socialmente aceitáveis?
«É uma mentalidade diferente a que hoje domina. Admitem-se outras formas de convivência e às vezes utiliza-se o termo família para designar uniões que na realidade não são famílias»
As indirectas do costume. Tudo o que não coincide com o formato da sua “família” não é considerado uma “família”. Desde os que “viviam em pecado” no pré-25 de Abril às uniões onde os cônjuges não estão unidos pelo sagrado matrimónio, passando pelas uniões onde ambos são do mesmo sexo.
Mas ao menos não falou dos habituais culpados pela degradação da “família” (e/ou baixa natalidade) como o divórcio, o aborto e as “formas de convivência”. Falou de temas realmente importantes para a sociedade nos dias de hoje e que têm dado problemas aos jovens, o desemprego e a precaridade laboral.
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Concordo plenamente com o Santo Padre. Na verdade, a família é a base da sociedade e o conceito “família” não pode ser relativizada ao ponto de ser considerado família tudo aquilo que de facto, não o é! E, só para completar, a família tradicional que devia ser protegida não é o “homem manda e trabalha, a mulher nem sempre, estando encarregue das tarefas domésticas e a cuidar dos filhos”. A família tradicional baseia-se no casamento entre homem e mulher, que assumem uma responsabilidade para toda a vida, respeitando-se mutuamente e que educam os filhos transmitindo valores morais e cívicos, pois é na familia que estes são primeiramente ensinados.
Não sou católico embora me reconheça nos princípios éticos da mensagem de Cristo e não tenho especial simpatia pela figura de Ratzinger como tinha pela do Papa João Paulo II.Não esqueço a marginalização,de que foi alvo,pela hierarquia da Igreja Católica,a pessoa,que muito admiro,de Leonardo Boff.Mas gosto de ser justo,nas minhas análises e tento aferir a minha apreciação pelo conteúdo objectivo dos escritos.Se Bento XVI criticou a praga do desemprego e da precariedade laboral,tem o meu aplauso,que seria tantio maior de ele tivesse posto o dedo na ferida nas causas económicas que provocam essas praga e precariedade.Se tivesse desancado nos malefícios do liberalismo económico desenfreado que lhes estão na génese.Quanto à questão da “família tradicional”,o que importa,a meu ver,não são as formas como os seres humanos se organizam em sociedade mas a concórdia e harmonia que,entre eles,se estabeleçam.Em casamento ou união de facto,o que importa é o Amor e a lealdade das relações.Cristo nunca marginalizou nem excomungou ninguém,embora tenha sido crucificado também por culpa da instigação do Poder Clerical representado no Sinédrio…
António,
Mesmo não sendo católico, está mais perto dos princípios do mesmo que muitos que se dizem católicos
De facto, é de louvar a critica do Santo Padre Bento XVI à «praga do desemprego e da precariedade laboral». No entanto lembro-lhe que não é preocupação da Igreja, no contexto da sua verdadeira missão – evangelizar, criticar ou pronunciar-se sobre as causas politicas e económicas dos males q afectam a sociedade de hoje.
Quanto a Leonardo Boff, se o António for conhecedor da Doutrina da Igreja Católica, vê que ele não defende, antes contraria aquilo que ela ensina. Logo, assim como se tira de um saco uma maçã podre para não apodrecerm as outras (desculpe este exemplo, mas não me ocorre de momento outro melhor), Boff foi excomungado para não influenciar nem instaurar o erro no ensinamento da Doutrina Católica. E ele foi chamado várias vezes à atenção e foi excomungado porque desobedeceu por livre vontade. Um Papa não se alegra por excomungar ninguém. É sempre em última instância que o faz, depois de várias advertências. Então, em prol de uma bem menor (excomunhão de um membro) evita-se um mal maior (disseminação de erros no ensinamento da Doutrina Sagrada).
Quanto ao casamento, na realidade, um casamento não o é sem o amor entre os cônjuges. No entanto, antes de pensarmos no amor humano, temos de pensar no Amor que devemos ter a Deus: lembro que é o primeiro Mandamento da Lei de Deus «Adorar a Deus e a amá-Lo sobre todas as coisas». Logo, quando se tem uma prespectiva de casamento como algo sagrado (é um dos sete Sacramentos da Igreja Católica), há que ter em vista a responsabilidade, fidelidade, amor e respeito conjugal mas também ter em conta a sua vertente sagrada, de que foi abençoado pelo Altíssimo. Daí o casamento ser tao sério, uma vez que, para além de ser um compromisso entre homem e mulher um para com o outro, é um compromisso que o casal, como que uma só pessoa, faz perante Deus.
Com toda a estima João,discordo de si,mas respeito inteiramente a sua posição…
António, é com a diversidade que também se aprende…apesar de não partilharmos das mesmas ideias, podemos sempre aprender um com o outro
já viu se concordássemos em tudo?… é na discussão que está o ganho!
João
“Apenas acho estranho não ter apelado a uma maior adesão de jovens à vida eclesiástica, actividade profissional estável, que envolve não muito esforço e/ou trabalho”
Devia experimentar ser padre… Assim veria se dá ou não muito trabalho.
“Logo, quando se tem uma prespectiva de casamento como algo sagrado (é um dos sete Sacramentos da Igreja Católica), há que ter em vista a responsabilidade, fidelidade, amor e respeito conjugal mas também ter em conta a sua vertente sagrada, de que foi abençoado pelo Altíssimo. Daí o casamento ser tao sério, uma vez que, para além de ser um compromisso entre homem e mulher um para com o outro, é um compromisso que o casal, como que uma só pessoa, faz perante Deus.”
Não deixa de ser curioso que todos os factos apontados pelo João C. não consigam contribuir para que não haja maior índice de divórcios entre crentes do que entre ateus. Ai, ai, que a missa não anda a ser levada a sério…
Fonte: Religious Tolerance, um site multi-religioso dedicado à tolerância religiosa
Pois Helder, de facto tem razão… Hoje em dia, nem a Missa, nem a Catequese anda a ser levada a sério…
Mas a catequese é para ser levada a sério? Eu conheço gente que a levava a sério com perguntas sérias e foram convidados a sair.
O que é que é mais família? Uma mulher não pode decidir ter um filho sozinha (com recurso a um banco de esperma) pelo simples facto de não aturar homens? Há alguma coisa que prove que um casal de homossexuais não tem idoneidade e maturidade para adoptar uma criança?
Mas não… Têm de se casar pela igreja e fazer um compromisso perante “Deus”, que muito provavelmente os abeçoará com uma vida de infelicidade (as estatísticas falam por si, um em cada dois vai à vida).
Rui Janeiro,
Começo a achar muito suspeita essa insistência dos ateus na homossexualidade… muito estranha deveras. E porque não Zoofilia, afinal nós temos a mesma ascendência que os primatas, se me apetecer casar com um gorila e arranjar uma criança porque não? Será que as pessoas que têm atracção por gorilas não deviam andar aí a manifestar-se na rua?
Agora falando mais a sério, os próprios homossexuais têm em parte culpa pela homofobia existente, e basta ver que eles em vez de fazerem marchas a sério e manifestações a sério, têm sempre de se vestir de tangas, e por umas penas na cabeça, tipo à galinha choca, e pôr-se aí a dançar….para ver se chocam as pessoas.
Faço minhas as palavras do João Ribeiro… Perdoa-lhes que eles já não sabem o que hão-de dizer…
Rui Janeiro
Retorno à essência da mensagem de Cristo :O respeito pelas diferenças.Como cristão,não vejo porque razão o conceito de família se há-de eternizar moldado no conceito tradicional da Igreja Católica.Assim,concordo pela institucionalização das uniões ou até de casamentos entre homossexuais.A homossexualidade traduz-se numa das formas em que a sexualidade se expressa e não temos que achar suspeito ou estigmatizar os homossexuais.Cristo deu sobejas provas de tolerância nos seus ensinamentos.Recordo o caso exemplar de Maria Madalena.Quanto ao facto de uma mulher decidir ter uma filho sozinha,o filho tem todo o direito humano e natural de conhecer as suas origens parentais,e,consequentemente,de saber quem é o seu pai biológico.E também tem o direito humano de viver acompanhado por pai e mãe.Não há nada que prove que um casal de homossexuais não tem idoneidade e maturidade para adoptar uma criança.A questão é,contudo,complexa e merece estudos aprofundados da áera da psicologia infantil.
João C. sabe que este folclore todo à volta da homossexualidade por parte dos ateus é muito simples de explicar. A igreja diz A os ateus têm de dizer B é tão simples quanto isso. Nós como sociedade organizada temos leis, e temos restrições para tudo e mais alguma coisa, a verdade é que não somos todos iguais. Nas Universidades só podem entrar os alunos com melhores notas, para certos cargos pessoas que têm um determinado QI, para ser-se modelo é preciso ter uma determinada altura/ beleza etc.. Como sociedade temos todo o direito de regulamentar o casamento como a união entre um homem e uma mulher. Se querem inventar outro tipo de união para dois homens ou mulheres, que inventem, mas não chamem casamento. Mas depois não se admirem se aparecer um gajo que quer unir-se com um trem de cozinha ou assim (GF).
Quanto à adopção de crianças por parte de homossexuais, eu acho inadequada porque acho que a homossexualidade é uma espécie de doença mental (e está provada a instabilidade destes individíduos e das suas relações), e toda a gente sabe que um deficiente mental não é a pessoa mais apta a adoptar crianças. Porém acho que se possível e se os pais da criança adoptada puderem deixar um documento escrito que sejam eles a decidir..por exemplo deixar a criança a um familiar homossexual ou assim etc..
A própria palavra «casamento» invalida o adjectivo «gay». ‘Casamento gay’ não existe nem nunca existirá!… Que legalizem uniões entre pessoas de mesmo sexo, podem fazer essa lei à vontade, no contexto da ditadura em que vivemos (do relativismo), relativizando a família e a própria vida humana. Mas não lhe chamem casamento, que é coisa que não vai existir nunca. Casamento existe apenas entre homem e mulher. Quer queiramos, quer não!
A sociedade precisa de normas, de regras, de valores. Não de banalizações das coisas fundamentias para a cosntrução da sociedade como a família. É assime sempre será.. a não ser que queiram a auto-demoliçlão da sociedade civilizada. A família não é apenas um conjunto de pessoas! É um griupo de pessoas sim, mas que têm de ter os requisitos necessários para ser família: um homem unido a uma mulher que geram filhos e os amam e educam, baseados no respeito mútuo entre o casal, no amor pelos filhos e na discilplina para com estes.
João C.,
Numa coisa concordamos. A religião é a religião e tem as suas regras. Não vejo qualquer razão para que duas pessoas do mesmo sexo casem (ou queiram sequer casar) através de uma cerimónia de uma religião que as renega.
Claro que não vejo mal nenhum em legalizar casamentos civis entre estas pessoas.
Já quanto à segunda parte não posso concordar. O que é que tem de “desfamiliar” um homem unido a uma mulher que adoptam crianças e os amam e educam, baseados no respeito mútuo entre o casal, no amor pelos filhos e na discilplina para com estes? Ou entre duas mulheres unidas que geram filhos (com recurso a um banco de esperma, como o Rui Janeiro referiu) e os amam e educam, baseados no respeito mútuo entre elas, no amor pelos filhos e na discilplina para com estes?
João Ribeiro,
“A igreja diz A os ateus têm de dizer B é tão simples quanto isso.” (…) Como sociedade temos todo o direito de regulamentar o casamento como a união entre um homem e uma mulher. Se querem inventar outro tipo de união para dois homens ou mulheres, que inventem, mas não chamem casamento. Mas depois não se admirem se aparecer um gajo que quer unir-se com um trem de cozinha ou assim (GF).”
Se a Igreja diz A e esse A vai contra certas e determinadas liberdades ou assenta em premissas irracionais sentimo-nos no direio de dizer B. Eu partilho algumas preocupações sociais com a igreja, apenas acho que divergimos no tipo de solução apontada.
“Quanto à adopção de crianças por parte de homossexuais, eu acho inadequada porque acho que a homossexualidade é uma espécie de doença mental (e está provada a instabilidade destes individíduos e das suas relações), e toda a gente sabe que um deficiente mental não é a pessoa mais apta a adoptar crianças.”
Efectivamente a homossexualidade foi considerada uma doença mental até há cerca de 30 anos atrás. Agora, segundo o seu raciocínio, vai negar a adopção a todo o tipo de gente com doenças mentais? Em alguns casos eu até considero a fé uma doença mental. E entre os hetero não acha que também há muita relação instável, a começar pelos casamentos católicos?
Caro Luís,
Mas essa é mesmo a questão. As pessoas não querem casar perante nenhuma igreja. Querem sim ter os casamentos civis legalizados e poder exercer os direitos matrimoniais como qualquer outro casal.
A questão é que enquanto certas religiões e pessoas com a mentalidade do João Ribeiro ou do João C existirem essas pessoas obviamente têm que lutar por algo que lhes é vetado por simples ignorância e retrocidade de outros, aos quais não lhes foram pedidas opiniões.
Quanto a sua pergunta. É óbvio que para mentalidades dessas há uma diferença abissal.
É preferivel um homem e uma mulher que se insultem e mal tratem do que duas mulheres que se amam a criar uma criança.
Apenas se pode dizer:
Meus Senhores façam o favor de evoluir!
Rui Janeiro, com o devido respeito e o que é que interessa o que você considera doença mental? Eu também considero o ateísmo uma doença mental, tanto é que só vêem abortos e eutanásias à frente, mas não interessa também visto que não sou especializado na área.
Há muitos médicos que ainda consideram a homossexualidade uma doença, o que até faz sentido quando uma pessoa analisa os comportamentos dos homossexuais. Essa falsa ideia que a homossexualidade é muito natural/normal faz parte da falsa propaganda de nos impor a homossexualidade a toda a hora, em programas de tv, cinema etc..
Claro que há muitos casamentos instáveis, o casamento é um enorme desafio, e daí resultam infelizmente muitas crianças nos nossos psicólogos. Por mim devia ser proíbida a paternidade/maternidade a muito mais gente, em que os homossexuais são uma pequena porção do grupo. Mas o seu argumento pareceu-me do género, se as crianças já sofrem em famílias hetero, porque não sofrer também em famílias homo? O ponto que há para além de eu achar que o homem e a mulher com as suas diferentes características complementam a educação da criança, é que os casais homossexuais são mais propensos para instabilidade mental, infidelidade etc, para não falar do egoísmo por parte dos pais que se sofrem por ser diferentes, vão ver criada uma criança que se sente diferente.
Mas como já disse é apenas a minha opinião e não quero impedir ninguém de ser feliz, como referi, se possível os pais da criança que decidam.
Julianaaz, leia tudo o que eu disse se faz favor. Não seja uma mente tão aberta.. que lhe faça o cérebro cair.
Julianaaz:”As pessoas não querem casar perante nenhuma igreja”.Depende.Se forem pessoas homossexuais religiosas podem aspirar a um casamento pela Igreja,sim.E essa pretensão deve-lhes ser negada ou não ? São seres humanos,ou não ? São dignos do acolhimento na Casa de Deus ou não ? São filhos de Deus ou não ? Estas são obviamente as perguntas que,como cristão,me coloco e as respostas que encontro,depois de mergulhar na Doutrina Bondosa de Cristo,é que o casamento religioso também deve ser permitido aos homossexuais.Aliás,se bem atentarmos no Novo Evangelho,Cristo não proferiu nenhuma orientação específica sobre a consagração do matrimónio.Não proclamou nenhum ritual,para além da partilha do pão e do vinho.Tudo o mais foi concebido na mente dos homens e da igreja institucional que edificarem….
Relativamente ao casamento e fascismos religiosos a ele associados aqui fica a curta explicação. A sexualidade Humana não é um problema mental, é sim um problema mental os atentados às liberdades sexuais dos outros. A sexualidade Humana não possui exclusivos fins reprodutores, perante a racionalidade, a consciência Humana e a diversidade filosófica de vida, cada um tem o direito de definir a sua sexualidade livremente. Juridicamente a lei que regula o casamento é… inconstitucional!
No Código Civil português define-se o casamento como «o contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida», o que viola, a exemplo, os seguintes pressupostos legais:
- Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
- Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
Para não falar da violação dos Direitos Humanos:
- Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.
Relativamente à homofobia, convém certos comentadores do Portal Ateu lerem este artigo:
- Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.
Infelizmente tem-se praticado imenso o dogma da tolerância perante a homofobia, quando a intolerância deve ser intolerada.
Cumprimentos.
João Ribeiro,
“Essa falsa ideia que a homossexualidade é muito natural/normal faz parte da falsa propaganda de nos impor a homossexualidade a toda a hora, em programas de tv, cinema etc..”
A “imposição” que fala é um corolário de séculos de perseguições e de discriminações. É normal nos dias de hoje lutar-se contra a intolerância. E ninguém quer obrigar ninguém a comportamento X, apenas se quer transmitir que não é nada de mau ou imoral.
“Mas o seu argumento pareceu-me do género, se as crianças já sofrem em famílias hetero, porque não sofrer também em famílias homo?”
Acha melhor uma criança que sofre numa famíla hetero ou uma feliz numa família homo?
“O ponto que há para além de eu achar que o homem e a mulher com as suas diferentes características complementam a educação da criança, é que os casais homossexuais são mais propensos para instabilidade mental, infidelidade etc, para não falar do egoísmo por parte dos pais que se sofrem por ser diferentes, vão ver criada uma criança que se sente diferente.”
A infidelidade tem caracteríticas genéticas e sociais/culturais. Não vem só da educação da pessoa. A instabilidade mental é algo que se encontra muito facilmente, nas pessoas comuns.
Uma comunidade mais conservadora e rural (peço desculpa pelos termos, não generalizando) onde a intolerância e o provincianismo são mais latentes potencia que um indivíduo sofra mais por ser diferente. O problema não está neles mas na envolvência. E quando a comunidade não os aceita como são cria condições para desigualdades e injustiças.
Caro Rui Janeiro,
«Apenas acho estranho não ter apelado a uma maior adesão de jovens à vida eclesiástica, actividade profissional estável, que envolve não muito esforço e/ou trabalho …»
Esta frase é reveladora do pouco contacto que muitos ateus têm com a Igreja Católica e com o clero.
De facto, só é possível fazerem-se as observações e comentários que temos lido um pouco por todo o lado aqui no Portal Ateu se os seus autores tiverem um contacto puramente superficial (ou mediaticamente influenciado) com a instituição que tanto criticam….
Nos tempos que correm, dizer que ser padre não envolve “muito esforço e/ou trabalho” é não ter a mínima noção (sequer rudimentar, sequer circunscrita aos números estatísticos) da realidade eclesiástica.
Cumprimentos
Ok Bernardo (e também para o Ricardo Sá, no comentário nº 6),
Perdoe-me mas o meu contacto com o mundo católico é praticamente nulo, para não falar que nunca nenhum padre me tocou. Quanto ao que disse, não se esqueça que em muito lado o estereótipo associado ao padre é quase o de parasita (e aos menos já pagam impostos). Para melhor me esclarecer, então, gostaria desde já de saber mais sobre essa “realidade eclesiástica”.
Cptos,
RJ
O padre da minha paróquia têm que rezar a missa todos os dias. Aos domingos tem 4 missas, uma das quais a vários km. Para além disso existem todos os outros sacramentos em que o padre está envolvido, confissões, baptismos, matrimónios e também funerais. Associados a estes afazeres esta a preparação toda da liturgia de cada dia e de cada ocasião. Para além disto, o padre da minha paróquia é responsável pela gestão de centro paroquial e social com dois lares da 3ª idade e um infantário, ambos frequentados por muita gente (julgo que o infantário tem lista de espera), e com dezenas de trabalhadores. Para além disso tem outras obrigações para com a sua ordem e com a diocese.
Como vê trabalho não falta, e o senhor já tem mais de 60 anos…
“Perdoe-me mas o meu contacto com o mundo católico é praticamente nulo, para não falar que nunca nenhum padre me tocou”
São os padres que são todos gays, e todos os gays são pedófilos…
Acha melhor uma criança que sofre numa famíla hetero ou uma feliz numa família homo?
Resposta óbvia… agora pense em que família (no geral) é que a criança tem mais probabilidade de vir a ser feliz. Não tente arranjar uma solução geral para casos particulares…
Eu também conheço pessoas que conseguem guiar com taxas de alcoolémia elevadíssimas…
Uma vez que não concordo com grande parte dos comentários que aqui estão até agora, deixo a minha opinião sobre o que não concordo e assim aproveito para responder a alguns comentários dirigidos a mim.
“João Ribeiro a 8 Setembro, 2008 às 5:56 pm:
Rui Janeiro,
Começo a achar muito suspeita essa insistência dos ateus na homossexualidade… muito estranha deveras. E porque não Zoofilia, afinal nós temos a mesma ascendência que os primatas, se me apetecer casar com um gorila e arranjar uma criança porque não? Será que as pessoas que têm atracção por gorilas não deviam andar aí a manifestar-se na rua?
Agora falando mais a sério, os próprios homossexuais têm em parte culpa pela homofobia existente, e basta ver que eles em vez de fazerem marchas a sério e manifestações a sério, têm sempre de se vestir de tangas, e por umas penas na cabeça, tipo à galinha choca, e pôr-se aí a dançar….para ver se chocam as pessoas.”
A insistência a que se refere não demonstra suspeita nenhuma a meu ver, muito pelo contrário apenas demonstra que os ateus possivelmente que ao contrário de muitas pessoas e instituições supostamente humanistas, eles preocupam se com a liberdade do Ser Humano. Zoofilia?? Sinceramente, caro senhor amadureça ou trate dos seus recalcamentos.
Quanto ao segundo paragrafo apenas deixo uma questão: A Igreja Católica merece seja que credibilidade for com apresentações em públicos dos seus crentes a fazer peregrinações e promessas de joelhos?
Acho que da mesma forma que tenta demonstrar ridicularização sobre as paradas homossexuais, aqui a Igreja Católica também tem muito que se lhe diga…
“João C. a 8 Setembro, 2008 às 1:32 pm:
Pois Helder, de facto tem razão… Hoje em dia, nem a Missa, nem a Catequese anda a ser levada a sério…”
Indique me por favor apenas três aspectos positivos que a Missa ou a Catequese possam ensinar que fora de lá não possam ser aprendido!
(Se quiser posso lhe emprestar os Manuais de cada ano da Catequese para que a pesquisa seja mais rigorosa e com fontes a citar.)
“João Ribeiro a 8 Setembro, 2008 às 7:04 pm:
João C. sabe que este folclore todo à volta da homossexualidade por parte dos ateus é muito simples de explicar. A igreja diz A os ateus têm de dizer B é tão simples quanto isso. Nós como sociedade organizada temos leis, e temos restrições para tudo e mais alguma coisa, a verdade é que não somos todos iguais. Nas Universidades só podem entrar os alunos com melhores notas, para certos cargos pessoas que têm um determinado QI, para ser-se modelo é preciso ter uma determinada altura/ beleza etc.. Como sociedade temos todo o direito de regulamentar o casamento como a união entre um homem e uma mulher. Se querem inventar outro tipo de união para dois homens ou mulheres, que inventem, mas não chamem casamento. Mas depois não se admirem se aparecer um gajo que quer unir-se com um trem de cozinha ou assim (GF).
Quanto à adopção de crianças por parte de homossexuais, eu acho inadequada porque acho que a homossexualidade é uma espécie de doença mental (e está provada a instabilidade destes individíduos e das suas relações), e toda a gente sabe que um deficiente mental não é a pessoa mais apta a adoptar crianças. Porém acho que se possível e se os pais da criança adoptada puderem deixar um documento escrito que sejam eles a decidir..por exemplo deixar a criança a um familiar homossexual ou assim etc..”
Mais uma vez acho que erra em tentar explicar algo que o transcende. Para falar pelos ateus, deveria pelo menos falar com alguns e depois para falar de situações que requerem uma posição humanista é preciso ser um ou no mínimo entender o que isso é.
Quando fala das Universidades, cargos e modelos esta a falar de que sinceramente? Quantos alunos com excelentes capacidades e notas não chegam a concluir cursos porque os professores simplesmente assim não o entendem? Actualmente para elevados cargos não é preciso determinado QI, mas sim a capacidade de não pensar muito e simplesmente se relacionar com as pessoas certas e fazer bem o que lhes mandam, misturado com um rastejamento e “lamber de botas” e já temos pessoas completamente ignorantes a frente de grandes cargos, empresas ou países.
No que se refere ao Casamento, acho que deve ter ficado esclarecido que é inconstitucional, pela postagem do Bruno Miguel Resende. O comentário em seguida é tão idiota que nem tem resposta possível. (Cresça)
Mais uma vez, um comentário bastante infeliz, diga se de passagem. A Homossexualidade, uma espécie de doença mental? Talvez na opinião de gente com mentes retorcidas e quadradas… Quanto ao restante, há tanta gente que é considerada mentalmente sã que não deveria sequer ter filhos e têm… É bem mais reprovável a maioria da população portuguesa impingir aos filhos crenças religiosas que não escolheram e mete los com 6 anos na ter catequese. E o exemplo que deu é um pouco fora do contexto, caso não se tenha dado conta a questão que estava a ser falada era a adopção.
“João Ribeiro a 8 Setembro, 2008 às 9:59 pm:
Rui Janeiro, com o devido respeito e o que é que interessa o que você considera doença mental? Eu também considero o ateísmo uma doença mental, tanto é que só vêem abortos e eutanásias à frente, mas não interessa também visto que não sou especializado na área.
Há muitos médicos que ainda consideram a homossexualidade uma doença, o que até faz sentido quando uma pessoa analisa os comportamentos dos homossexuais. Essa falsa ideia que a homossexualidade é muito natural/normal faz parte da falsa propaganda de nos impor a homossexualidade a toda a hora, em programas de tv, cinema etc..
Claro que há muitos casamentos instáveis, o casamento é um enorme desafio, e daí resultam infelizmente muitas crianças nos nossos psicólogos. Por mim devia ser proíbida a paternidade/maternidade a muito mais gente, em que os homossexuais são uma pequena porção do grupo. Mas o seu argumento pareceu-me do género, se as crianças já sofrem em famílias hetero, porque não sofrer também em famílias homo? O ponto que há para além de eu achar que o homem e a mulher com as suas diferentes características complementam a educação da criança, é que os casais homossexuais são mais propensos para instabilidade mental, infidelidade etc, para não falar do egoísmo por parte dos pais que se sofrem por ser diferentes, vão ver criada uma criança que se sente diferente.
Mas como já disse é apenas a minha opinião e não quero impedir ninguém de ser feliz, como referi, se possível os pais da criança que decidam.
Julianaaz, leia tudo o que eu disse se faz favor. Não seja uma mente tão aberta.. que lhe faça o cérebro cair.”
Da mesma forma que não lhe interessa o que o Rui Janeiro considera como doença mental, a grande parte das pessoas que visitam o portal também não lhes deve interessar o que é para si. Cito a frase que despoletou o comentário do Rui Janeiro:” Quanto à adopção de crianças por parte de homossexuais, eu acho inadequada porque acho que a homossexualidade é uma espécie de doença mental” que como se pode ver foi o caro senhor que começou com a sua opinião do que era uma doença mental.
Instabilidade mental, infidelidade, egoísmo por serem diferentes… Vão ver criada uma criança que se sente diferente, na mentalidade de quem? Das pessoas que perseguem aqueles que não seguem as convicções estipuladas por outros? Se formos a ver dessa forma uma criança em que os pais sejam sepados e que estes tenham outro companheiro também vão crescer como sendo crianças diferentes porque em vez de dois pais, têm quatro, certo?
No caso da adopção acho que os pais das crianças pouco têm que opinar uma vez que grande parte deles nem sequer sabem quem são os seus progenitores.
Quanto ao que se refere a mim, eu li todos os seus comentários, por isso mesmo disse o que disse. Mas agora acrescento enquanto existirem pessoas com a sua mentalidade há muito pelo qual se tem que lutar.
Tenho muitíssimo orgulho em ter uma mente aberta, antes isso que mentalidades dignas de homo erectus , que ainda hoje resistem ao tempo.
“António a 8 Setembro, 2008 às 10:01 pm:
Julianaaz:”As pessoas não querem casar perante nenhuma igreja”.Depende.Se forem pessoas homossexuais religiosas podem aspirar a um casamento pela Igreja,sim.E essa pretensão deve-lhes ser negada ou não ? São seres humanos,ou não ? São dignos do acolhimento na Casa de Deus ou não ? São filhos de Deus ou não ? Estas são obviamente as perguntas que,como cristão,me coloco e as respostas que encontro,depois de mergulhar na Doutrina Bondosa de Cristo,é que o casamento religioso também deve ser permitido aos homossexuais.Aliás,se bem atentarmos no Novo Evangelho,Cristo não proferiu nenhuma orientação específica sobre a consagração do matrimónio.Não proclamou nenhum ritual,para além da partilha do pão e do vinho.Tudo o mais foi concebido na mente dos homens e da igreja institucional que edificarem….”
Caro António,
Tem uma mentalidade muito diferente dos restantes crentes, mas tem que concordar que é muito pouco possível que haja homossexuais religiosos a nível de religiões Abraâmicas, pois essas religiões são extremamente castradoras da sexualidade heterossexual quanto mais do que se refere a nível homossexual.
“Bernardo a 8 Setembro, 2008 às 11:14 pm:
Caro Rui Janeiro,
«Apenas acho estranho não ter apelado a uma maior adesão de jovens à vida eclesiástica, actividade profissional estável, que envolve não muito esforço e/ou trabalho …»
Esta frase é reveladora do pouco contacto que muitos ateus têm com a Igreja Católica e com o clero.
De facto, só é possível fazerem-se as observações e comentários que temos lido um pouco por todo o lado aqui no Portal Ateu se os seus autores tiverem um contacto puramente superficial (ou mediaticamente influenciado) com a instituição que tanto criticam….
Nos tempos que correm, dizer que ser padre não envolve “muito esforço e/ou trabalho” é não ter a mínima noção (sequer rudimentar, sequer circunscrita aos números estatísticos) da realidade eclesiástica.
Cumprimentos”
Caro Bernardo,
Talvez alguns ateus tenham tido um contacto mais superficial no que diz respeito a Igreja Católica (grande sorte a deles), mas outros não. Acredite que há ateus que conhecem muito bem a instituição que criticam e sabem perfeitamente bem que há muito o que criticar no presente em que vivemos, obviamente sem falar das aberrações cometidas ao longo dos tempos.
“Ricardo Sá a 9 Setembro, 2008 às 2:13 am:
O padre da minha paróquia têm que rezar a missa todos os dias. Aos domingos tem 4 missas, uma das quais a vários km. Para além disso existem todos os outros sacramentos em que o padre está envolvido, confissões, baptismos, matrimónios e também funerais. Associados a estes afazeres esta a preparação toda da liturgia de cada dia e de cada ocasião. Para além disto, o padre da minha paróquia é responsável pela gestão de centro paroquial e social com dois lares da 3ª idade e um infantário, ambos frequentados por muita gente (julgo que o infantário tem lista de espera), e com dezenas de trabalhadores. Para além disso tem outras obrigações para com a sua ordem e com a diocese.
Como vê trabalho não falta, e o senhor já tem mais de 60 anos…”
Caro Ricardo,
O Sr. Padre da sua paróquia não anda a planear bem o tempo pelo que dá para ver. Olhe que o da Paróquia de Valbom, por exemplo, para além disso tudo ainda tem tempo para roubar idosos e pessoas doentes.
http://www.portalgondomar.com/index.php/valbom/20060629321/concelho/valbom/seguranca-social-acusa-padre-de-irregularidades.html
No que diz respeito a lista de espera, isso até era de admirar se não houvesse, não sei se está a par da falta de infantários e pré-escolas no país…
“João Ribeiro a 9 Setembro, 2008 às 3:20 am:
“Perdoe-me mas o meu contacto com o mundo católico é praticamente nulo, para não falar que nunca nenhum padre me tocou”
São os padres que são todos gays, e todos os gays são pedófilos…
Acha melhor uma criança que sofre numa famíla hetero ou uma feliz numa família homo?
Resposta óbvia… agora pense em que família (no geral) é que a criança tem mais probabilidade de vir a ser feliz. Não tente arranjar uma solução geral para casos particulares…
Eu também conheço pessoas que conseguem guiar com taxas de alcoolémia elevadíssimas…”
Onde foi buscar a afirmação que fez? Caso eu tenha reparado ninguém falou em padres gays ou em pedófilos, dá para perceber que tem uma mente bastante rebuscada…
Óbvia segundo o quê…? Uma família no geral segundo o que também? As convenções religiosas? As suas convicções? As dos Homossexuais? As de quem?
Para mim pode ter muito mais probabilidade de ser feliz uma criança que cresça numa familiar homossexual do que numa heterossexual. Actualmente aquilo que se verifica é violências domésticas, crianças das quais os pais não querem saber e passam o tempo longe dos mesmo, jovens cada vez mais fúteis e sem qualquer tipo de autonomia e capacidade de pensamento individual…
Os melhores cumprimentos,
Julianaaz
Caro João Ribeiro, embora a zoofilia não tenha nada que ver com o contexto, pelo menos para ateus e demais humanistas, não é de todo anormal a relação sexual de pessoas cristãs com animais, mas dessas lides deverá perceber melhor o senhor que eu, tema que não me suscita o menor interesse. Não obstante, sempre achei interessante a sexualidade no cristianismo, e as paranóias com sexo com animais, pedofilias, violações, e restantes crimes, a ver um exemplo na Taxa Camarae do Papa Leão X, cristão de puro sangue:
Artigo 2 (logo no começo do documento devido à importância que tal demência sexual cristã possui!) Se o eclesiástico, além do pecado de fornicação, quiser ser absolvido do pecado contra a natureza ou bestialidade deve pagar 219 livras e 15 soldos. Mas se tiver apenas cometido o pecado contra a natureza com crianças ou com animais e não com mulheres, pagará unicamente 131 libras e 15 soldos.
Artigo 2 (logo no começo do documento devido à importância que tal demência sexual cristã possui!) Se o eclesiástico, além do pecado de fornicação, quiser ser absolvido do pecado contra a natureza ou bestialidade deve pagar 219 livras e 15 soldos. Mas se tiver apenas cometido o pecado contra a natureza com crianças ou com animais e não com mulheres, pagará unicamente 131 libras e 15 soldos.
Como tem andado a bolsa ultimamente nas lides de crimes sexuais cristãos?
Cumprimentos.
Claro que tem a haver caro Bruno, são tipos de relacionamento não convencionais. Eu por exemplo gosto imenso do meu cão, mais do que certos humanos. Tenho a certeza que hão-de haver pessoas que se apaixonam efectivamente por animais.
Cumprimentos
“Para mim pode ter muito mais probabilidade de ser feliz uma criança que cresça numa familiar homossexual do que numa heterossexual.
Você não pode estar a falar a sério…. Diz isso sem qualquer tipo de fundamento. Quanto à violência doméstica, pode ter a certeza que é muito mais provável de ocorrer entre membros do mesmo sexo.
No texto para o Rui Janeiro, *soluçao particular para casos gerais”
João Ribeiro,
Existem já estudos, na área da psicologia, que afirmam não se terem verificado diferenças, a qualquer nível, entre crianças que cresceram em famílias com pais do mesmo sexo e crianças criadas em famílias com pais de sexos diferentes. Isto acontece mesmo a nível da predisposição das crianças para a homossexualidade.
O que o João Ribeiro diz é que não tem qualquer fundamento…
Cumprimentos
João Ribeiro,
“São os padres que são todos gays, e todos os gays são pedófilos…
(…)
Resposta óbvia… agora pense em que família (no geral) é que a criança tem mais probabilidade de vir a ser feliz. Não tente arranjar uma solução geral para casos particulares…
Eu também conheço pessoas que conseguem guiar com taxas de alcoolémia elevadíssimas…”
Acha que todos os gays são pedófilos? Eu não acho que todos os padres sejam gays, apesar de entre os padres gays haver alguns que se dedicam a isso. O voto de castidade não é para todos…
Em relação à maior probabilidade de ser feliz. É capaz de ter razão em relação a uma coisa. Por causa de mentes mais fechadas e conservadoras e dependendo da sua proporção na comunidade em que se inserem qualquer casal/família diferente do standard é tendencialmente mais discriminado e alvo de chacota.
PS: Eu consigo guiar com uma taxa de alcoolémia elevada.
Se aceitar tudo e mais alguma coisa sem qualquer tipo de critério é ser mente aberta, então sou uma mente fechada com muito orgulho.
Diga-me sinceramente se gostava de ter sido educado por algum deste indivíduos, seja sincero http://br.youtube.com/watch?v=n5AFf_KKxbA
Mas isto de aceitar tudo e mais alguma coisa vai dar porcaria…já li um livro sobre um tipo que dizia que a pedofilia não tinha nada de errado, desde que a criança tivesse noção e consentisse o acto sexual. Já agora pergunto-lhe porque não pedofilia então? Desde que a criança seja feliz…
“PS: Eu consigo guiar com uma taxa de alcoolémia elevada.”
Logo vi que era criminoso
Cumprimentos
João Ribeiro,
Não posso responder a essa pergunta. As pessoas não se medem pelo aspecto.
Uma criança não tem maturidade suficiente para muita coisa até determinada idade. Está estipulado na lei que até atingir a maioridade estão proibidas certas actividades e consumos, de modo a protegê-las. Consentido ou não, é considerado crime. E até já criaram um partido pedófilo na Holanda (ao que isto chegou).
E mais: Ratzinger já pediu desculpas em relação aos escândalos na América e Austrália. Mas parece-me que muito mais poderia e deveria ser feito.
“Logo vi que era criminoso”
Felizmente nunca fui apanhado nem nunca tive problemas (mas já ando mais consciente e tenho mais cuidado)
Rui,
Não é só pelo aspecto, de certeza que não gostaria de ver o seu pai a fazer aquelas figuras.
Mas concordaria que a lei fosse alterada? Há crianças que amadurecem muito mais cedo que outras nem é preciso falar nas sobredotadas.
Há determinados temas que uma pessoa chega a um estado, que considera determinada posição errada “porque sim”, por intuição darwiniana se assim quiser chamar.
João,
Não concordaria, não.
Caro João Ribeiro,
Sim, estou mesmo a falar a sério e acho que, quanto as suas afirmações,o Mil já se referiu que aqui quem esta a falar de coisas sem fundamento algum não sou eu, mas sim o senhor.
Uma criança pode ser extremamente mais feliz com um casal do mesmo sexo do que com um casal heterossexual.
No que se refere a ser mente aberta, se acha que isso é apenas aceitar tudo sem critério engana se, muito pelo contrário é bem mais difícil ser se uma mente aberta do que uma fechada, para se ter uma mente aberta é necessário eliminar todas as ideias pré concebidas que a sociedade nos incute e sim analisar tudo em vez se simplesmente excluir (que é o caso das mentes fechadas) aquilo que não é igual ao padrão considerado comum.
Os seus comentários que se referem a aceitação da pedofilia são decididamente do mais despropositado que já vi, quase que conseguem chegar ao nível do exemplo da zoofilia…
Cumprimentos
Julianaaz
Só estou a fazer o papel de menta aberta! Diga-me então porque é que a pedofilia é errada, se a criança gostar e tiver noção do que faz, e se isso a fizer mais feliz?
“Uma criança pode ser extremamente mais feliz com um casal do mesmo sexo do que com um casal heterossexual.”
Jura…. uma criança orfã também pode ser mais feliz do que uma com pais, e daí? Ninguém disso o contário.. agora daí a dizer-se que é mais provável que a criança seja feliz num ambiente homossexual vai um longo caminho.
Caro João Ribeiro,
Se acha que está a fazer o papel de mente aberta, deixe que lhe diga, tem uma opinião de mente aberta bastante diferente da minha…
Quando decidir, caso consiga obviamente, deixar a estupidez e ser minimamente racional e lógico nas suas respostas, avise e então ai talvez podemos trocar ideias, pois se quiseres estar a discutir um assunto em que o meu interlocutor esteja com um dicurso infantil, estaria a falar com uma criança.
Cumprimentos.
Julianaaz
* pequena correcção: “(…) pois se quisesse estar (…)”
Caro João Ribeiro, em relação ao seu gay pride, eu preferia ser educado por pessoas alegres e felizes do que por pessoas vácuas, preconceituosas, enjoadas, tristes, decadentes, xenófobas, homofóbicas, e contextos similares como você. Gostei imenso do vídeo, adoro ver pessoas felizes! Estimula-me a mente e o corpo!
Amém Gay Pride!
Oh Bruno, mas a gente topa-te logo, com os olhinhos pintados e tudo…
Falado a sério (e esperando que o Bruno, que é tão aberto e liberal no insulto n se ofenda), é obvio que o ideal é que uma criança tenha um exemplo masculino e feminino para crescer. Depois podemos entrar no campo da hipóteses: um menina de dois anos educada por um pai que a viola e uma mãe que lhe bate e mais feliz do que um rapaz com duas mães? É provavel que não.
Contudo, a regra (e é para a generalidae e não para a excepção que se legisla) é que o melhor é uma criança ter pai e mãe.
Percebo que n se compare a homosexualidade à pedofilia. Mas punhamo a questão de maneira diferente. Vcs q são a favor do sexo livre e do perservativo nas escolas, acham mal que um homem tenham ma relação sexual com uma miuda de 14 anos, que já não seja virgem, a troco de dinheiro?
Estupidez a mais merece respostas a menos.
“Caro João Ribeiro, em relação ao seu gay pride, eu preferia ser educado por pessoas alegres e felizes do que por pessoas vácuas, preconceituosas, enjoadas, tristes, decadentes, xenófobas, homofóbicas, e contextos similares como você. Gostei imenso do vídeo, adoro ver pessoas felizes! Estimula-me a mente e o corpo!”
Bruno
Realmente essa mente está a precisar de ser estimulada,o seu comentário resume todos os textos que aqui escreve, completamente vazios em lógica e racionalidade, embora tenham uma linguagem realmente rica, que é capaz de impressionar alguns idiotas, desviando as atenções para o que realmente interessa.
Julianaaz
Você falhou o meu desafio como seria de esperar, o pior é que nem entendeu o propósito. Mas não precisa de me responder mais, pois também não estou interessado em discutir consigo.
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Bruno, n percebo. Vc faz post insultivos e achas-se um génio. Eu insulto-o e vc diz que os meus comentários são estupidos… É mais ou menos como os seus texto: concorda consigo e génio, discorda é estupido…