Segundo a BBC, uma obra de arte exposta no Gateshead’s Baltic Centre, no Reino Unido, é alvo de um processo em tribunal elaborado pelo Christian Legal Centre, alegando que a obra em questão não serve para qualquer propósito a não ser para ofender Cristãos e denegrir o cristo.
A obra de arte do chinês Terence Koh, Gone, Yet Still, foi exposta este mês, estando o encerramento da exposição agendado para Janeiro.
Stephen Green, líder do grupo Christian Voice National alegou blasfémia, afirmando que “é o senhor Jesus Cristo sendo humilhado, ridicularizado e vilificado“, acrescentando que “é tão nojento, pornográfico e ofensivo que é difícil encontrar as palavras que manifestem a indignação“. Para além destas afirmações, o líder do grupo cristão pediu a destruição da obra de arte.
Os responsáveis pela exposição disseram tencionar continuar com a exposição até à data do seu fecho.
A obra em causa mostra esculturas cristo com erecções, e sendo um ser não vivo não prestaram declarações sobre este fenómeno. Até ao momento nenhuma organização secular acusou o cristo da obra de arte de blasfemar a erecção Humana.
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Satã exposto a levar no rabo daria uma muito mais profana obra de arte…
Obra de arte?!?! Isto não é senão uma grave blasfémia! uma ofensa, grave e claramente afirmada contra Jesus Cristo e a Santa Igreja. por muito que os tribunais humanos processem e censurem os responsáveis, estes não ficaram impunes diante do Tribunal Divino. Mais uma blasfémia a juntar a tantas que se têm verificado nestes últimos tempos.
“Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor. Ele já está muito ofendido”. (Nossa Senhora em Fátima, 13 de Outubro de 1917)
Caro João C.
Explique-me como é possível acreditar num deus que é eterno, criador de todo o universo, omni-potente, -presente, e -sciente, que vai julgar um dia cada um de nós como achar mais justo, e que, ao mesmo tempo, fica ofendido com os insignificantes objectos que um insignificante mortal criou?
Você não estará a subestimar o seu deus? Olhe que ele é capaz de ficar zangado!
cumprimentos,
Caro Ernesto
Deixe-se de hipocrisias.Você sabe tão bem como qualquer comum mortal que a indignação de João C é perfeitamente justa.Ou será que você é dos que acha que se pode ofender à vontade a sua mãe sem reagir indignado ? Respeite os sentimentos religiosos de quem os tem para também ser respeitado nos seus….
É complicado fazer o equilíbrio entre liberdade de expressão e ofensa. Neste caso, sinceramente, considero que a obra de arte deve continuar exposta. Os cristãos também ofendem muitas pessoas com a sua continua discriminação religiosa, apesar de cuspirem bem alto do seu pedestal o respeito pelas outras religiões, e ninguém os mete em tribunal.
O que o Christian Legal Centre fez, na minha perspectiva, não é mais que fanatismo religioso.
E não se esqueçam que a arte sempre teve um lado provocador.
Ernesto, não fui eu que fiquei ofendido. A ofensa foi a Deus. Mas como católico não posso deixar de mostrar a minha indignição quando se usa o sagrado para fazer este tipo de “arte”. Assim como em outras circunstâncias. Claro que nem a Deus, nem à Virgem nem a nenhum santo se diminui a glória pela blasfémia. A única consequência desse pecado é para quem o pratica. Não se dá glória a Deus para proveito d’Ele, pois Ele já a tem em toda a plenitude, mas para nosso proveito. Com tantas formas de expressão artistica, porquê utilizar o Sagrado? Mesmo que não se acredite, é um risco muito sério para quem o pratica… E é isso que me preocupa…o risco de condenação daqueles que o fazem.
João
Há deuses em que a erecção era considerada sagrada! Dou o exemplo do deus da fertilidade masculina, Min, dos egípcios.
http://ancientstandard.com/2007/06/26/the-egyptian-god-of%e2%80%a6-lettuce-ca-3300-%e2%80%93-300-bc/
Não ofendam este grande Deus!
Eu gostava de ver os Ernestos,os Brunos e os Ruis a botarem o mesmo tipo de faladura se vissem as suas mãezinhas expostas em público por um qualquer artista provocador,que as exibissem em plenos actos de fornicação,em nome de uma suposta arte “avant garde”…
Nem é preciso ir tao longe António… Basta um pouco de bom senso para não escreverem os disparates que escrevem…
“Eu gostava de ver os Ernestos,os Brunos e os Ruis a botarem o mesmo tipo de faladura se vissem as suas mãezinhas expostas em público por um qualquer artista provocador,que as exibissem em plenos actos de fornicação,em nome de uma suposta arte “avant garde”…”
Ui, parece que afinal alguém dá credibilidade a Dan Brown! Estão preocupados com o que os descendentes de Jesus sentirão com estas expressões artísticas.
O que ainda não se deram conta é que são os próprios ditos cristãos “sensíveis da Silva” a tornar ridícula a personalidade de Jesus e o papel deste na história da humanidade enquanto homem, pensador e e peça fundamental no desenvolvimento da mentalidade ocidental.
Meus caros amigos, deixem-me que vos diga uma coisa: eu, mesmo sendo ateu, nutro muito mais respeito pelo vosso deus-homem do que vocês próprios, que apenas idolatram um fantoche criado por uma religião oportunista. Deixem-se de hipocrisias e de azias convenientes e não confundam a vossa mesquinhice com os caprichos de um ser humano de elevada estatura como terá sido Jesus. É que a vossa figura chega a meter dó…
Ámen!
Helder, penso que aqui reside a grande questão, se a imagem é Jesus, ou se é uma iconografia, e no caso concreto é uma iconografia, um objecto de idolatria com ideologias mescladas. Não possui qualquer lógica o uso de uma pessoa neste contexto, mas de um símbolo, de um icone, pois a crítica explícita é ao cristianismo e não ao cristo. Parece-me que existe muita confusão em saber destinguir pessoas de iconografias, e a diferença é toda.
Para a maioria das mentes mais seculares cristo nada representa, não deixou escritos, não é muito aludido em documentos históricos da época, especialmente nos gregos, o que conduz a duas coisas, pode nunca ter existido, ou pode ter apenas sido um dos muitos messias lunáticos da época. Para além disso a sua história é coincidente do deus Mitra, ou seja, mais parece um roubo de mitologias, uma fotocópia mal tirada, não esqucendo o facto de que a maioria dos escritos existentes sobre o personagem foram escritos séculos depois, por pessoas que nunca o conheceram, ou seja, um personagem fantasma. Para além disso existem várias teorias da sua inexistência, ou então, da sua completa ignorância e analfabetismo. Um dos acusadores do cristo de analfabetismo é um grande intelectual do séc. 16, giordano Bruno. Considerando a existência do cristo, para quem não é crisão, tal personagem passa ao lado, pela vacuidade e pelo roubo de mitologias anteriores, a exemplo, a alusão à estrela da manhã, inspirada em Lucifer. A importância vem de Pedro, do cristianismo, não do cristo, logo a figura do cristo não representa o indivíduo, mas ideologias, iconografias.
Mas realmente, com comentários destes a descendência do cristo fica com uma perspectiva de futuro dogma cristão, no fundo parece que Dan Brown fornece boas teorias para o cristianismo, julgando-se o contrário… Existem pessoas com graus bastante baixos de sanidade mental, até difamam afincadamente aquilo que que amam. É triste.
Cumprimentos e Ámen!
Ainda me hão-de explicar onde se fala aqui da descendência de Jesus Cristo…e futuro dogma??… leiam o que foi escrito e de forma objectiva. Quando o António diz “Ou será que você é dos que acha que se pode ofender à vontade a sua mãe sem reagir indignado ?” refere-se (penso eu, António, corrija-me se estiver interpretando mal) à indignação pela ofensa que se dirige a alguém por quem temos grande respeito, a alguém que amamos muito.
Como católico, obviamente que fico triste e indignado com as blasfémias que se dirigem ao Sagrado. No entanto, não estou no papel de “virgem ofendida”, pois não foi a mim que ofenderam. Pouco me importava que me ofendessem, pois pouca consequencia teria na salvação ou condenação de quem proferiu a ofensa. No entanto estas dirigem-se a Deus, e mesmo para quem não acredita, fica em grande risco a salvação da sua alma…
Penso que ter moderação (para os ateus seria jogar pelo seguro e não fazia mal nenhum), principalmente no que respeita a temas do Sagrado, porque há de facto o risco de serem condenados no Tribunal Divino.
João
Agora aparecem as virgens piedosas,encarnadas nos Helderes e similares a fazerem,por um lado,a apologia da figura de Cristo e,por outro,a tentarem tapar o Sol com a peneira…Quer o Helder quer o Bruno Miguel Resende sabem perfeitamente que a dita “obra de arte” é profundamente ofensiva dos sentimentos religiosos dos cristãos.Mas fazem de conta,hipocritamente,que não…que é coisa de somenos,que é “arte provocatória”,pá-tá-ti…pá-tá-tá.Ou seja:permitem-se achar normal que a figura do Cristo Crucificado seja aviltada por meio do pretenso meio de “legitimação” da famigerada “arte provocatória” mas já não acham normal que alguém,como eu ou como o João C.,considerem que a referida composição “artística” fere gravemente esses sentimentos.
E vêm logo,os Helderes e similares,muito apressados,clamar que caiu o Carmo e a Trindade pelo simples facto de haver alguém,diferentes deles,arredios do seu militantismo, que venha manifestar a sua indignação.O curioso é que este portal,que tanto se ufana da liberdade de expressão e pensamento,tem,na sua política de comentários,crivos tão apertados de censura aos desviantes dos seus dogmas ateus,que,ao lê-la,mais me pareceu que foram bebê-la aos resquícios estalinianos de tão má memória…
P.S. Não é necessário proceder à citação dessa lamentável política de comentários censória.Os autores deste Portal conhecem-na de gingeira,mas,provavelmente,também não gostam que alguém a ponha em causa…Feitios…
António,
Acima da ofensa a qualquer sentimento, a qualquer pessoa, está a ofensa a Deus.
Quanto aos comentários do Bruno, considero que têm pouca argumentação lógica e além disso aconselho-o a estudar História. Sim, História. que é para não dizer os disparates do costume, como o de chamar “periodo das trevas” à Idade Média. E para não vir com falácias para fazer analogias com Mitra e o catolicismo…
Caros António e João C,
Não me parece que se possa equiparar a representação de figuras ‘sagradas’ de maneiras que vocês consideram blasfemas, com a falta de respeito a seres humanos reais.
As figuras e as crenças sobrenaturais são sagradas APENAS para quem nelas acredita. Quem acha que não passam de ilusões risíveis, tem a liberdade de expressão do seu lado para as criticar ou representar da maneira que entender.
Por outro lado, as pessoas e o respeito que lhes é devido não estão sujeitos a relativismos. A existência de cada pessoa como ser sensível e moral é uma evidência inquestionável para crentes e não crentes. Os deuses, por outro lado, são o produto da vossa imaginação mais infantil, e nós não temos culpa disso. Claro que a liberdade de expressão também vos dá cobertura para difamar as pessoas, a diferença é que terão de responder depois perante a justiça – uma justiça bem terrena e concreta!
Compreendam que colocar as vossas crenças religiosas acima da nossa liberdade (como vocês gostariam) seria o mesmo que interditar a critica a coisas como a astrologia, a cartomancia, o espiritismo e outras ‘artes do oculto’ em cujas fileiras se alinham muitas pessoas ‘sérias’ que acreditam tão fervorosamente no que fazem, quanto vocês creem nos vossos deuses e santos.
cumprimentos,
Joao C. e António
Têm todo o direito de achar que é uma blasfémia. Eu tenho o direito de achar que as vossas reacções são ridículas. O artista tem todo o direito de fazer o que entender e de o mostrar. Quem não quer ver, olha para o lado.
cumprimentos dO Mil
Estou-me a borrifar para as suas ameaças Ernesto Martins:”Claro que a liberdade de expressão também vos dá cobertura para difamar as pessoas, a diferença é que terão de responder depois perante a justiça – uma justiça bem terrena e concreta!”.E já que você parece gostar tanto da Justiça Terrena,recomendo-lhe vivamente a leitura,a si e ao Mil,do artigo 251º do Código Penal,que,a título meramente exemplificativo,sanciona,como crime contra sentimentos religiosos,o ultraje por motivo de crença religiosa…
Achei piada a alguns comentários…
João C. – “[...] porque há de facto o risco de serem condenados no Tribunal Divino.”
Facto?? Gostava de saber onde está esse facto. Algum réu que foi desculpado e voltou à Terra? “Ah, pedimos desculpa mas o senhor não era para morrer já, por isso vamos enviá-lo outra vez embora.” Ou estás a falar de um livro repleto de provas fundamentadas, testadas, experimentadas? É que, como todos sabemos, o número de crentes numa ideia não a torna verdadeira.
João C. – “Não se dá glória a Deus para proveito d’Ele, pois Ele já a tem em toda a plenitude, mas para nosso proveito.”
Agora sim, partilho da tua opinião, há muita gente a tirar proveito dessa tal glória divina…
Cumprimentos
João C.,
A Idade Média também é conhecida como Idade das Trevas. Entre os Anglo-saxónicos é conhecida como “Dark Age”.
António,
A obra de arte é provocatória. Enquanto houver reacção dos mais diversos sectores (conservadores) da sociedade continuará a haver essa provocação. Melhor publicidade não há, seja negativa ou positiva. Se não fosse o Vaticano o senhor Dan Brown não vendia nem metade do que vendeu.
Pode chamar o que quiser ao artista. Em muitos casos eu chamo-lhe oportunismo, onde o factor estético nem sempre prevalece em detrimento de um conceito de provocação. O valor dado à obra é devido não ao seu carácter artístico mas sim devido à polémica que levanta.
Mas tem todo o direito a fazê-lo.
PS: E até dou um exemplo de uma peça esteticamente interessante, mas com uma pontinha de blasfémia:
http://www.uni-leipzig.de/ru/photos/kunst/giger/giger_n.jpg
A Idade Média é conhecida como Idade das Trevas, mas na realidade de trevas não teve nada… Foi na Idade Média que apareceram as primeiras Universidades, e foi também na Idade Média que se desenvolveu uma estrutura de sociedade que era, de facto, muito mais organizada que a que temos hoje. Também foi neste período que houve filósofos, religiosos e cientistas que deram contributos fulcrais para a Ciência moderna…
Como em todas as épocas, houve aspectos menos positivos neste período. Mas infelizmente, muitos livros de História deixam transparecer, realmente, que na Idade Média prevaleceram as trevas e o Obscurantismo…
E dizem-se os ateus respeitadores de todas as pessoas religiosas…há mais respeito entre religiões isso é certo…
Rui Janeiro:Uma coisa é uma obra de arte ser provocatória.Outra é ser intencionalmente ofensiva de sentimentos respeitáveis.Deus e Cristo,como você bem sabe,são entidades queridas de milhões de pessoas.Deus,para muito gente,é o único e último refúgio interior,quando todo o mundo parece desabar.Victor Hugo dizia que “todo o Inferno está contido numa palavra:Solidão”…Para alguns ateus,escarnecer da imagem de Cristo é legítimo,mesmo tratando-se da imagem real ou simbólica de alguém no pavor da Crucificação.As supostas razões estão,em diversos comentários,acima situadas.Há quem chegue ao ponto de dizer qualquer coisa do género ” quem não gostar que vire a cara”…Que tristeza de visão…Você também sabe que,no palco dos eventos da vida,nomeadamente dos artísticos,há limites para tudo.Incluindo para o exercício da arte.Repito:Imagine a sua mãe,a sua mulher ou suas filhas colocadas publicamente em instrumentos de estatuária,em poses de sexo explícito,em imagens divulgadas pela Internet e veja se consegue manter o entendimento de que,em nome da arte,provocatória,ou não,tudo é admissível…
Caro António,
O último reduto dos crentes perante aquilo a que chamam de blasfémia é sempre equipará-la à ofensa de familiares do suposto ‘agressor’. Como já argumentei, isso não são coisas comparáveis e por conseguinte não passa dum golpe baixo.
As pessoas existem sobre todas as perspectivas. O seu deus só existe na sua cabeça.
O artigo 251 do Código Penal refere explicitamente ofensas a PESSOAS em razão das suas crenças religiosas. Note que não se refere a representação de simbolos ou icones ‘sagrados’, ou criticas a crenças como conceitos em abstracto – que é exactamente o que se tem vindo a discutir aqui. Uma coisa é criticar ideias, outra é ofender pessoalmente.
cumprimentos,
Ernesto lá porque você não tem capacidade para conceber o conceito de Deus e ainda está na fase de perguntar quem criou Deus, como uma criança de 5 anos faz, não quer dizer que ele seja imaginário.
Já agora o que é que um pénis de Cristo tem de crítica ? Essa é boa… Uma coisa é criticar os ensinamentos de Cristo, ou mesmo a sua historicidade, mas uma imagem pornográfica de Cristo é só de quem tem muita raiva latente,não tem nada de inteligente para dizer e recorre à provocação fácil.
Eu também já mencionei aqui que a liberdade de expressão permite muita coisa, você pode gozar com o que quiser, até pode fazer piadas de crianças mutiladas ou com cancro…mas acho que tem o bom senso de não o fazer. Ou estou errado?
Pois é Ernesto…quando as coisas nos tocam à porta,aqui D´El-Rei que já não se pode comparar…São coisas comparáveis sim,porque estamos a falar de sentimentos ambos respeitáveis.Você pode não acreditar em Deus ou em Cristo,mas isso é absolutamente irrelevante para a consumação da ofensa a sentimentos religiosos.O nosso Código Penal não protege quem acredita em sereias,duendes ou unicórnios.E,já agora,a quem rende culto a Satanás ou Lucifer,que também os há,até em franjas supostamente ateias…O artigo 251º do CP sanciona precisamente quem “ofender pessoa ou dela escarnecer em razão de sua crença ou função religiosa”.Como é evidente,não pune a ofensa a Deus.Ele está demasiado alto para ser sujeito de processo judicial da Justiça Terrena.Pune a ofensa a toda e qualquer pessoa,com crença religiosa,que se sinta ofendida em relação a essa crença,independentemente da forma como tal ofensa se consume.
O meu Deus existe na minha convicção íntima.E o meu critério de validação é tão válido quanto o seu,de desmerecimento.E,pelo menos,você não pode ter a certeza de que Ele não existe,ainda que esteja convencido que não.O meu Deus existe na minha alma e na minha razão.Você está vazio de Deus.Mas não lhe cabe a si definir se o meu Deus só existe na minha cabeça.Quando muito,Ele não existe na sua…
Uma imagem destas só mostra raiva e provocação. Uma coisa é criticar, satirizar os ensinamentos de Cristo… Outra é usar o Sagrado para publicitar “obras de arte (?)”, blasfemando continuamente.
Ernesto, pode muito bem afirmar que o meu Deus (e o seu) só existe na minha cabeça. O que não invalida que Ele continue a existir a governar o Universo com a Sua infinita Sabedoria. Deixe-se de infantilismos…
Mais uma vez repito…a ofensa não foi para os católicos. Quando muito, pdemos sentir-nos indignados e tristes, com a obbrigação de defender a nossa Doutrina e de condenar a blasfémia explícita. A ofensa a Deus é muito mais grave. Não nas leis humanas (falíveis), mas pelas Leis Divinas (imutáveis e infalíveis).
João
António,
Tal como o Ernesto já disse, há que distinguir a ofensa a pessoas da ofensa a entidades sobrenaturais. Uma pode levar a processos judiciais. O outro não, embora em alguns países o sistema penal ainda preveja sanções.
Por exemplo, eu sou contra a lei que criminaliza quem negar o holocausto (na Áustria e Alemanha, penso). Negar o Holocausto é uma autêntica blasfémia no mundo ocidental, mas acho que as pessoas têm o direito a dizê-lo apesar de não concordar com elas.
Vivemos num mundo onde se pode criticar e ridicularizar o que bem entendermos. Compreendo que se sintam ofendidos e têm o direito à indignação. Mas uma coisa é insultar uma divindade, a outra é insultar uma pessoa.
Também há muita barbaridade (falo de opiniões alheias não directamente ligadas ou dirigidas à minha pessoa mas relativos a um ou outro tema) que ofende os meus sentimentos, mas não ando por aí a dizer que os respectivos autores devem ser presos.
Se um padre vai barafustar para a televisão a dizer que qualquer situação de aborto é crime eu não concordo com ele, mas não ando para aí a exigir a sua prisão ou censura. Se o Cardeal Patriarca se manifesta contra o ateísmo em horário nobre definindo-o como o pior mal da humanidade eu sinto-me no direito a lhe responder mas não exijo que ele seja calado ou punido criminalmente.
Rui, existe uma diferença substancial entre discordar de uma ideia e ofender.
Se o Rui disser “eu sou a favor do aborto” eu acho que está no seu direito e não me ofendo mínimamente.
Se disse “eu sou a favor do aborto e que é contra devia ser morto”, eu acho mal, mas continuo a achar que tem liberdade para dizer.
Eu n acho que esta exposição deva ser proíbida. Acho que é feita com uma única intenção: ofender os cristãos. Por isso acho que o museu não a devia exibir.
Não acredito na censura do Estado, mas acredito na auto-censura. Ou seja, que cada um pese se deve usar a sua liberdade com o único intento de ofender (pq o esculto sabe que o faz, n é sem querer) molhares de pessoas.
Aqui n se trata de discordar de ideias. O escultor não exprime ideia nenhuma. Trata de, a título totalmete gratuito, ofender.
Claro que há uma razão para o escultor o fazer: torna-se famoso. Não pela qualidade da obra, mas pela onfensa que ela representa.
E já agora acrescento, este site não contribui em nada para o ateísmo com este tipo de notícias.
Vejamos: um homem faz umas estátuas para ofender os cristãos. Os cristão ofendem-se e manifestam-se (sempre no dentro da legalidade e respeitando o estado de direito). O portal ateu faz uma notícia disto.
Claramente não se trata de ateísmo, mas de anti-religião.
Ao ler esta história veio-me à memória uma campanha publicitária aqui em Cacau há uns tempos atrás, produzida pela Hello Kitty de Hong Kong que consistiu em associar a imagem da simpática gatinha com pontos de interesse turístico cá do burgo.
Até aqui tudo bem, não fosse este cromo me ter entrado pela casa adentro via telejornal, zurzindo a sua indignação por a Hello Kitty num dos seus spots publicitários ter feito uma montagem da sua imagem com uma réplica da fachada das (ruínas) da Igreja de São Paulo…
E não satisfeita com ridículo a que se expôs, resolveu falar não só na qualidade de católica ofendida, mas também em nome da comunidade portuguesa, pois no seu entender esta gravíssima ofensa atingiu todos os seus conterrâneos… Ou seja, falou por mim, apesar de nunca ter sido mandatada para isso…
Moral da história: não obstante de também não ter sido mandatado para falar pelas católicas, julgo que também me será permitido deduzir que para excitar uma católica, não é preciso um pénis… basta uma Hello Kitty…
Rui:Já todos passamos a fase da inocência.Você também.E sabe que há limites para o exercício da liberdade de expressão.Se cada um de nós pudesse exprimir tudo o que nos desse na realíssima gana,este mundo seria uma balbúrdia,com toda a gente a ofender toda a gente,em nome de uma absoluta e absurda liberdade de expressão.Pese embora considerar que o escarnecimento de sentimentos religiosos pode enquadrar-se numa conduta criminalizável,como teísta e cristão entendo que nenhuma queixa deveria ser apresentada em caso de ofensa a esses sentimentos.Basta que manifestemos a nossa legítima indignação.Para ser fiel à ética de Cristo,devo recordar os seus ensinamentos de generosidade,expressos em tantas situações,até ao momento da sua dolorosa Crucificação:”Amai-vos uns aos outros” ;”Perdoem as ofensas”,”Reconcilia-te com o teu irmão” .Esta é a superioridade moral de Cristo,do Deus encarnado em que acredito.E que nenhuma ignomínia com que O queiram atingir prevalecerá…
A liberdade de expressão tem de ter limites. Não podemos viver numa sociedade em que tudo se permite. Essa é uma falsa liberdade.
Como diz S.S. Bento XVI “Isto é alimentado pela idéia, hoje largamente espalhada, de que não há uma verdade absoluta para guiar as nossas vidas. Na prática dando indiscriminadamente valor a tudo, o relativismo fez da «experiência» a coisa mais importante.” (Sidney, 2008). E isto leva a uma confusão moral e intelectual, ao perder-se os valores e ao não sermos guiados por uma verdade absoluta.
Tudo é relativo e os ateus querem que as expressões de fé passem para a privacidade de cada um. Querem que nos fechemos em casa sem dar testemunho do que Cristo nos ensinou. Impossível! É nossa obrigação manifestar-nos, anunciar Cristo e Igreja e não ir ao sabor das modas, mas coerentemente dar testemunho da nossa fé, pública e individualmente.
João
Sinceramente não sei que mal é que têm…mas porque se trata de blasfémia? não me digam que jesus cristo era eunuco?! Aí sim, acho que haveria motivo para tanta ofensa!!!
São a favor da liberdade de expressão para fazer estas manifestações pouco próprias. Mas ficam todos picadinhos quando a Igreja se manifesta em questões sociais, aí já não devia haver liberdade de expressão.
André,
Essa ignorância (de não saber que mal é que tem, porque se trata de blasfémia e se Jesus era eunuco) é genuína ou infantil mesmo?… Isso está mau para esses lados, quando já não se distingue onde está o mal…
João, para eles até a liberdade de expressão é relativa… como tudo!… Todos contra as ditaduras e vivem na pior delas todas.. a do relativismo…
´”A liberdade de expressão tem de ter limites. Não podemos viver numa sociedade em que tudo se permite. Essa é uma falsa liberdade.”
Caro João C., a mesma falsa liberdade que a sua religião permite?
Concordo consigo, não podemos viver numa sociedade em que tudo se permite, e em primeiro lugar, que tal proibir o proselitismo, a prepotência, os banhos de sangue, a imposição do medo, doutrinas pérfidas de expiação, sacrifícios de sangue, etc, etc,etc?
Não caro João, a “ignorância” neste caso é sarcástica, seria genuína caso viesse desse lado…
André,
A minha religião (Católica Apostólica Romana) não permite falsas liberdades. Só quem a rejeita e quem tem por ela verdadeiro ódio é que consegue ver as “proibições”, o proselitismo, a imposição do medo como falsas liberdades. Se estudar, se for conhecedor da verdadeira Doutrina verá que não é bem assim, André…
Hum, um ateu a debitar textos contra a Igreja… Um católico a debitar textos sobre a sua Fé… Qual será mais provável que esteja em ignorância… Não digo que o André seja um ignorante… Mas se fosse conhecedor da Doutrina e dos assuntos da Igreja, não escreveria muitos dos disparates que escreve… Foi nesse sentido que me referi à sua suposta ignorância genuína.
“proibir o proselitismo, a prepotência, os banhos de sangue, a imposição do medo, doutrinas pérfidas de expiação, sacrifícios de sangue, etc, etc,etc?”
Andamos ainda na idade média não andamos?
Quem quer agora banhos de sangue são os ateus, não são vocês que são todos (ou quase) pelo aborto? Que moralidade!
João, da mesma forma que só quem a aceita e tem o verdadeiro amor por ela não conseguem ver essas proibições como falsas liberdades.
A verdadeira doutrina? mas quem lhe diz a si que a da sua religião é a verdadeira?! Que tem de diferente em relação a outras?! Prepotência ao mais alto nível!
André:Todos temos a aprender uns com os outros.Um dos meus maiores amigos é ateu.A minha mulher também é ateia.Há pouco tempo surpreendeu-me com a revelação de que,apesar do seu ateísmo,se considerava cristã,no sentido de que se revia na ética dos ensinamentos de Cristo,não obstante não crer em Deus nem na Divindade de Cristo.Nunca em nenhum momento a vi escarnecer sobre os sentimentos religiosos de quem quer que fosse e é um dos mais belos seres humanos que conheci em toda a minha vida.Amo a minha mulher ateia e reconheço nela a maior proximidade com a doutrina cristã porque,apesar de não andar com o credo religioso na boca,pratica sistematicamente o Bem junto das crianças deficientes,que,como psicóloga,apoia.
Com ela aprendi a reflectir sobre muitas indignidades que a Igreja também praticou ao longo da sua história.As Cruzadas e a Inquisição constituiram períodos tenebrosos da Igreja Católica,que eu considero substancialmente de anti-cristãos,porque totalmente contrários aos ensinamentos bondosos de Cristo.Como vê,é possivel uma dialéctica respeitosa entre teístas e ateus…
André,
Chame-lhe o que quiser… Apenas tou a afirmar aquilo em que acredito: que a minha religião é a Única e Verdadeira Igreja de Cristo. Por muito o que as outras possam oferecer. E o que tem a mais que as outras? A Verdade… Penso que chega, mas talvez não para si, ateu e relativista ao mais alto nível…
Faz-me rir, preocupam-se tanto com fetos e embriões, mas a vida humana já não lhes importa. A pena de morte é aceite pela maioria dos religiosos. Onde está o moralismo? Pegue num livro de história, e num jornal diário, e pode ver que as diferenças não são assim tão grandes.
Então e o ateísmo André? Não considera as religiões todas erradas? Não considera que a sua posição é a melhor de todas?
A diferença é que as religiões respeitam-se mais entre si, e não andam aí a chamar de irracionais aos outros. O (o novo) ateísmo é a posição mais prepotente que pode haver
André Nogueira, não digas asneiras, feto e embriões são vidas humandas para começar. Se calhar tu eras um ET não sei, mas normalmente são humanos. Depois essa de a maior parte dos religiosos serem a favor da pena de morte só pode ser comédia ao mais alto nível. Até houve um texto do Ricardo Silvestre onde ele elogiou a posição religiosa contra a pena de morte.
Agora vamos a ver a posição dos ateus, pró-aborto, pró eutanásia, muitos são a favor de matar pessoas (idosas ou não) doentes, mentalmente incapacitadas, pois são um grande problema para a sociedade. Aí está o amor ateu à vida..
As diferenças não são assim tão grandes?.. A vida humana é o bem mais precioso. Só quem tem muito má vontade, só quem é muito mau mesmo é não vê que o aborto é um crime, um infanticídio! É MATAR, sim, chamar as coisas pelos nomes, matar um bebé inocente. E não há situações e situações..o aborto é sempre condevável. Sempre. Fala-me em banhos de sangue mas a sua ditadura (do relativismo) permite banhos de sangue de milhares de bebés inocentes todos os dias em todo o mundo!
Quanto à pena de morte, não vou dar a minha opinião pessoal (nem interessa para aqui), mas não seja hipócrita e nao compare a pena de morte (em que um indivudo é morto por culpa) e o aborto, que é o massacre de bebés indefesos. Bebé que tem o direito à vida desde o momento em que é concebido!
João
Caro António, eu respeito as pessoas, mas nunca irei respeitar a Religião (venha ela em que formato vier), é um posição bem distinta, não acha? Eu também tenho amigos católicos, e aprecio-os muito. Um deles, inclusive, é homossexual (já viu, que engraçado)? pior é que, desde que se assumiu, é segregado pela Igreja detentora da Unica Verdade.
Se for a ver, a hostilidade maior provém dos religiosos para os ateus, e não o contrário, e para ver isso, basta abrir um jornal.
Caro João, ateu, e com muito orgulho, relativista, não sei, terá de me explicar o que quer dizem com isso, e racional acima de tudo.
Caro João, os mesmos bebés indefesos que são trucidados por pedófilos, aos olhos do omnipotente Deus?
Caro joão ribeiro, as religões respeitam-se entre sí (e a razão é mais que óbvia), agora, os religiosos não respeitam aqueles que não o são, segregando-os, e muitas vezes assassinando-os aos olhos das suas doutrinas!
Se fosses racional, não tinhas ódio irracional à religião….
Para finalizar (e porque tenho de voltar à labuta), senhor João C., e o que me diz dos milhões de seres humanos que são mortos aquando duma pequena aliviadela de “tensão sexual”, se é que me entende?
Vocês de tão zelosos que pretendem ser, acabam por não ver a verdadeira hipocrisia nas vossas contradições.
Com o maior respeito pelos senhores, até breve.
André Nogueira.
Sim, os mesmos bebés indefesos. A pedofilia é uma ofensa tão grave como o aborto! Seja praticada por padres ou por leigos. E não me venha com a conersa do racional… Não me atire à cara que uma pessoa religiosa não pode ser racional..que argumento mais baixo…se o André fosse uma pessoa racional, usava essa razão para estudar e compreender a religião mas prefere rejeitá-la… ao fim ao cabo é sempre o caminho mais fácil n é? preguiça mental…
João Ribeiro, é impossível ser-se irracional a algo que de si só, já é irracional.
Atenciosamente
“o que me diz dos milhões de seres humanos que são mortos aquando duma pequena aliviadela de “tensão sexual”, se é que me entende?”
Realmente, tratar um embrião/feto ao mesmo nível que um espermatozóide é que é justo…
Cumprimentos
André:Tem todo o direito de ser ateu e todo o dever de respeitar quem não o é.E o mesmo é váido para quem professa uma religião:tem todo o dever de respeitar que não a professa.O André tem razão quanto a inúmeras perversidade antiéticas que advêm também de quem se afirma religioso da boca para fora mas que não cumpre os ensinamentos da sua religião.E tem toda a razão quanto à pena de morte:Qualquer pessoa que se afirme católica ou cristã e não verbere e condene esse acto inciviizacional está claramente a desrespeitar os ensinamentos de Cristo…
Acho que se está a confundir “relativismo” com “relatividade”, e vice-versa…
Se o essente humano é finito e contingente como poderá ter uma verdade absoluta??? Pela discussão argumentativa e racional o essente humano pode chegar apenas a verdades relativas, mas nunca absolutas. Por ventura se atingirmos verdades absolutas não deixaríamos de ser essentes humanos para passarmos a ser Ser-Absoluto?
Com afirma o filósofo Desidério Murcho: “É talvez difícil de compreender que não há uma última palavra, tal como não há um último número. Tudo o que eu disse até agora implica que tudo o que eu disse até agora pode ser falso, por mais que eu pense que é verdade. E é isto que algumas pessoas parecem ter dificuldade em aceitar: a nossa falibilidade. Querem certezas, dogmas, garantias, métodos mecânicos que garantam a verdade, receitas que possam aplicar com segurança. Lamento dar más notícias, mas não há nada disso e nem sabemos se é verdade que nada disso há. Tudo o que podemos fazer é pensar cuidadosamente, e depois pensar outra vez”… (in: http://criticanarede.blogspot.com/2008/08/ltima-palavra.html ).
Saudações cordiais,
João C.,
“Quanto à pena de morte, não vou dar a minha opinião pessoal (nem interessa para aqui), mas não seja hipócrita e nao compare a pena de morte (em que um indivudo é morto por culpa) e o aborto, que é o massacre de bebés indefesos. Bebé que tem o direito à vida desde o momento em que é concebido!”
Posso saber a sua opinião sobre a pena de morte?
Um indivíduo religioso para quem a vida é um valor absoluto (e é anti-aborto) então não cai num relativismo se apoiar a pena de morte?
Boas noites e obrigado pela discussão saudável e interessante!
Essas questões do aborto, pena de morte, eutanásia, etc são sempre assuntos sensíveis. Até relativamente pouco tempo fui a favor do direito à vida como um valor máximo a defender, mas a verdade é que nos dias de hoje em que se vê de tudo e mais alguma coisa sou forçado a dar prioridade à condição humana em detrimento do direito à vida.
Não acho justo que uma criança que não tem culpa de nada, viva em condições desumanas porque uns pais irresponsáveis não mediram as consequências ou simplesmente tavam-se nas tintas…Pode parecer muito redutor, mas basta ver as notícias “and you name it”… Também não acho justo que um doente incapacidado para o resto da vida numa cama de hospital não tenha o direito de decidir de morrer condignamente…
Em relação às esculturas, apartir do momento que se começa a censurar obras de arte, podemos começar a recear pela nossa própria liberdade! Não conhecendo o trabalho do artista, ou o que ele quer transmitir com as estatuetas, censura-lo por provação aos valores cristãos parece-me no mínimo absurdo. Se temos o direito à liberdade de expressão, também temos de respeitar as ideias dos outros, mesmo que estas vão contra os nossos valores!
A liberdade de expressão é um direito muito precioso, que entre crentes e ateus, normalmente o crente é o único que não a respeita!
Cumprimentos a todos
…..Tenho pena que a mãezinha do André Nogueira não tivesse abortado…assim era menos um filho da mãe….
Ao ouvir-te ladrar dessa maneira, penso no que a tua mãe deve sofrer por ter um filho como tu….Até já ouvi dizer que ela se matou com o desgosto…enfim.
Eu não sou catolico, mas custa-me ler as barbaridades que alguns dizem contra Deus…Quase tenho a certeza que vão pagar caro as blafemias… Tu, o Helder Sanches, o Bruno Resende ( que segundo se consta é satanico) entre outros.
Amigos, eu acredito em Deus, mas se não acreditasse, jamais me prestaria a este serviço de difamar e denegrir em quem acredita. Só podem estár loucos…(..) Tenho pena de vocês.
Os crentes são capazes de proferir as maiores babaridades que nunca passariam pela cabeça de um ateísta. Enfim…
Luís, eu discordo totalmente das coisas que o Salles disse. Contudo, basta ver o último comentário do Bruno Miguel Resende, que manda um comentador cortar os pulsos, para ver que não são só os crentes…
O Bruno responde com ironia após ser apelidado de tudo possível e imaginável. Pensei que por ser ateu ninguém surpreender-se-ia com a sua atitude. Afinal não temos bussola moral porque não aderimos à palavra divina. Mas quando é conveniente os crentes exigem, e portanto admitem que não é preciso mandato divino para ser moral, aos não crentes actos éticos.
De qualquer maneira era dispensável, mas antes leia Z a qualidade literária do comentário que precede ao do Bruno. Diga-me se aquilo é um bom cristão?
Acho que deverião fazer um filme pornô de Jesus pegando todas as Marias e mulherada da sua época…
o nome poderia ser… : ” As PAIXÕES DE CRISTO “
garotada… pensem comigo, vamos, que custa pensar um pouco para variar…
Você CRÊ no Deus de Abraão, Isaac e Jacó, no Deus de Jesus, no Deus Biblico… certo?
Ele é poderoso, unico, vê tudo, ouve tudo e sabe tudo… para Ele não tem tempo, certo?
Ele já mandou o Filho Dele para salvar todos os pecadores, ok?
Alguns vão acreditar, outros não.. e os que creêm vão ser salvos… ok?
Então, se vc crê e está salvo, se o teu Deus é o que criou tudo, o que fez tudo e sabe tudo, Ele já destruiu povos e nações que foram contra Ele, Ele que ja mandou o diluvio para os pecadores e salvou Noé que tinha fé, Ele que mandou fogo do ceu para queimar o altar e Elias glorificar o nome dele e bla bla bla bla…
PORQUE VC SE OFENDE ?????? PQ SE OFENDE, MESMO SABENDO QUE O TEU DEUS PODE FAZER O QUE ELE QUIZER SE ELE SE SENTIR OFENDIDO…