Acções em “baixa”
Por Ricardo Silvestre • 2 Set, 2008 • Categoria: Internacionais, NotíciasEsta notícia vem da terra onde deus é realmente o “big boss”. Reparem.
“O banco Integrity que opera no Estado da Geórgia (USA), decidiu desenvolver o seu modelo de negócio como “um modelo baseado nos princípios Cristãos”.
Os empregados do banco oravam regularmente antes de reuniões com clientes. “Nos acreditamos que se orarmos e obedecermos a Deus que Ele nós ajudará a ser bem sucedidos” disse o fundador do banco, Steve Skow a um jornal em 2005.
Três anos depois, o banco entrou em falência.
Não parece ser boa ideia estar a contar com a opinião conhecedora do deus cristão para empréstimos para casas, ou para compras de acções.
Mas o mais interessante é que, destoando completamente com os “princípios Cristãos”, o Director Steve Skow ganhava 1.8 milhões de dólares por ano (cerca de 2 milhões de Euros), enquanto um dos vice-presidentes ganhava 847.222 mil dólares (cerca de 1 milhão de Euros).
Onde estava o princípio de “partilha” e de “os ricos não entrarão no reino de deus”?
Seria muito mais prático e eficaz utilizar conhecimentos administrativos pra fazer o banco dar dinheiro. Infelizmente tem gente que ainda acredita em um método que tem 0,0001% de eficácia (também conhecido como coincidência). Lamentoo fato de que, se eu fosse candidato à uma vaga em uma empresa com essa filosofia, teria sido excluído da seleção por ser ateísta.
Parabéns pelo Portal
Abraços
Isso faz parte do delírio cristão de achar que se pode aplicar religião a tudo. Religião é um mundo à parte, satisfaz necessidades pessoais com fantasias e esperanças, não funciona no mundo real. Ou teríamos que negar toda a ciência, toda a história, enfim, tudo o que se pode constatar como verdadeiro.
Nada que altere o teor do post mas os valores estão errados. Ex. 1,8 milhões de euros é que são aprox. 2 milhões de dólares e não o inverso.
Caro João
Obrigado pela correcção
Quando coloquei o post já era tarde na madrugada, e devo dizer que já estava algo ensonado.