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	<title>Comentários em: Inquérito aos religiosos e crentes visitantes do Portal Ateu</title>
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	<description>Movimento Ateísta Português</description>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-10009</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 12:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>Encontrei o Portal Ateu por acaso e como sou bastante ignorante no uso da Internet nao sei se ele ainda e usado, atualizado, etc.  Os comentarios que eu encontrei sao bastante antigos, 
 1- Acredito em Deus, mas NAO acredito em religioes no sentido convencional do termo, como ser catolico, ser evangelico, ou ser espirita. Religiao e tudo aquilo que liga a pessoa a Deus. Minha mae tem uma jardim so com rosas, cuidar dessas flores, aduba-las, aqua-las e uma forma de religiao. A profissao de uma pessoa se exercida com amor e dignidade e COMPROMETIMENTO nao deixa de ser religiao.
2. Ja rrespondi na pergunta anterior.
3- Eu escolheria a DEMOCRACIA, pois na verdade penso que nao existe democracia sem liberdade, inclusive a religiosa.
4- Bem, esta pergunta eu ja respondi
5- Escolhi NAO ter religiao porque todas as religioes fazem uso de Deus e acabam cometendo dois erros basicos: Leva as pessoas NAO dotadas de espirito envestigador a tirania, e  em geral essas pessoas religiosas passam a agir como se tivessem uma procuracao de Deus. Passam a julgar todo mundo. Logo os religiosos se tornam arrogantes e chatos, nao todos, mas  grande parte.  Outro erros das religioes e que as pessoas mais racionais ficam cansadas de ouvir tantas bobagens, tantos usos indevidos da palavra Deus que acabam se tornando ateus.Isto nao quer dizer que Deus nao existe. Eu creio em Deus.
6- Bem, ja escrevi o que penso das religioes e o que e ser religioso no sentido NAO convencional, mas quero escrever aqui que ser catolico ou ser protestante nao torna ninquem mais util para a sociedade. O que torna a pessoa melhor para sociedade e o seu nivel de comprometimento com a vida,  neste sentido ha milhoes de ateus com mais comprometimento do que muitos crentes em Deus.  Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que Betinho nao tinha religiao, acho( nao tenho certeza) que ele era ateu; e foi ele que teve sensibilidade para criar o &quot;Natal sem fome&quot; para que pelo menos no Natal essas pessoas tao carentes tivessem o que comer.
7- Como para mim religiao e tudo que me liga a Deus, seria um pouco dificil  uma lei proibir isso.
8- Ateismo nao e religiao, mas muitos ateus vivem de forma religiosa ( comprometimento com a vida, com a sociedade e com etca)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei o Portal Ateu por acaso e como sou bastante ignorante no uso da Internet nao sei se ele ainda e usado, atualizado, etc.  Os comentarios que eu encontrei sao bastante antigos,<br />
 1- Acredito em Deus, mas NAO acredito em religioes no sentido convencional do termo, como ser catolico, ser evangelico, ou ser espirita. Religiao e tudo aquilo que liga a pessoa a Deus. Minha mae tem uma jardim so com rosas, cuidar dessas flores, aduba-las, aqua-las e uma forma de religiao. A profissao de uma pessoa se exercida com amor e dignidade e COMPROMETIMENTO nao deixa de ser religiao.<br />
2. Ja rrespondi na pergunta anterior.<br />
3- Eu escolheria a DEMOCRACIA, pois na verdade penso que nao existe democracia sem liberdade, inclusive a religiosa.<br />
4- Bem, esta pergunta eu ja respondi<br />
5- Escolhi NAO ter religiao porque todas as religioes fazem uso de Deus e acabam cometendo dois erros basicos: Leva as pessoas NAO dotadas de espirito envestigador a tirania, e  em geral essas pessoas religiosas passam a agir como se tivessem uma procuracao de Deus. Passam a julgar todo mundo. Logo os religiosos se tornam arrogantes e chatos, nao todos, mas  grande parte.  Outro erros das religioes e que as pessoas mais racionais ficam cansadas de ouvir tantas bobagens, tantos usos indevidos da palavra Deus que acabam se tornando ateus.Isto nao quer dizer que Deus nao existe. Eu creio em Deus.<br />
6- Bem, ja escrevi o que penso das religioes e o que e ser religioso no sentido NAO convencional, mas quero escrever aqui que ser catolico ou ser protestante nao torna ninquem mais util para a sociedade. O que torna a pessoa melhor para sociedade e o seu nivel de comprometimento com a vida,  neste sentido ha milhoes de ateus com mais comprometimento do que muitos crentes em Deus.  Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que Betinho nao tinha religiao, acho( nao tenho certeza) que ele era ateu; e foi ele que teve sensibilidade para criar o &#8220;Natal sem fome&#8221; para que pelo menos no Natal essas pessoas tao carentes tivessem o que comer.<br />
7- Como para mim religiao e tudo que me liga a Deus, seria um pouco dificil  uma lei proibir isso.<br />
8- Ateismo nao e religiao, mas muitos ateus vivem de forma religiosa ( comprometimento com a vida, com a sociedade e com etca)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Oliveira Panão</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2932</link>
		<dc:creator>Miguel Oliveira Panão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:35:02 +0000</pubDate>
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		<description>Nota: onde está 8) deveria estar 8 )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nota: onde está <img src='http://www.portalateu.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> deveria estar 8 )</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Oliveira Panão</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2931</link>
		<dc:creator>Miguel Oliveira Panão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:34:12 +0000</pubDate>
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		<description>1) De 1 a 10 qual a importância que a religião tem na sua vida?

10

2) Sente que escolheu a sua religião ou que foi a sua religião que o escolheu a si?

Foi e é uma escolha livre da minha parte, sujeita ao contexto cultural em que me encontro, por isso, o que &quot;sinto&quot; é que a resposta a esta pergunta compõe-se de um misto de ambas as hipóteses. Porém, com a maturidade na união e relação com Deus fui-me apercebendo que é uma escolha que faço cada vez mais com base na experiência humana de Deus no concreto do quotidiano.

3) Se tivesse que optar entre liberdade religiosa e democracia qual seria a sua opção?

Não vejo em como possam ser alternativas.

4) Com qual das frases mais se identifica:

X A minha religião é a única verdadeira 
X Todas as religiões são verdadeiras, mas culturalmente identifico-me mais com a minha 
X É irrelevante se as religiões são verdadeiras, o que importa são os valores que estas transmitem 

Na verdade não me identifico inteiramente com nenhuma, por isso selecionei todas e adiciono estas notas. Na primeira frase: sei-o por experiência de vida, mas isso não implica que as restantes religiões não contêm algo de verdade (dimensão pessoal da identificação). Na segunda frase: todas as religiões são fruto da relação entre o natural e o transcedente, entre o humano e o divino, logo, existem verdades comuns quem tornam o diálogo inter-religioso possível (e.g. Regra de Ouro - dimensão tolerante da identificação). Na terceira frase: não diria &quot;irrelevante&quot;, mas &quot;Independentemente se as religiões..., importa muito os valores...&quot; (dimensão ética da identificação).

5) Escolheu a sua religião pelo que ela oferece ou por ela ser verdadeira?

Escolhi pelo que oferece e por ser verdadeira, mas reduzir essa escolha apenas a estes dois motivos seria pobre. Existe oferta e verdade contidas na experiência religiosa no quotidiano, mas existem também outras razões que me levam à escolha.

6) Considera que ser-se religioso contribui para se ser mais bem formado e assim ser-se mais útil à sociedade?

Considero que sim, mas considero que a ausência da dimensão religiosa não é impedimento para que uma pessoa de convicções não religiosas seja bem formada e dê um contributo positivo à sociedade.

7) Se, por qualquer razão, fosse proíbido exercer a sua religião fá-lo-ia clandestinamente?

É possível, mas reconheço que seria uma crise-oportunidade de aprofundar a união com Deus como nunca, porque na proibição veria uma oportunidade de juntar o meu silêncio ao silêncio de Deus. Porém a religião não se exerce, ou seja, não é um exercício, mas sim uma experiência de vida. Como Católico acredito em Deus-Amor, logo, se amar estou em Deus, se fôr amor estarei em comunhão com Deus. Duvido que seja alguma vez possível proibir de amar.

8) Considera o ateísmo uma religião?

Não, mas há quem o viva de forma religiosa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1) De 1 a 10 qual a importância que a religião tem na sua vida?</p>
<p>10</p>
<p>2) Sente que escolheu a sua religião ou que foi a sua religião que o escolheu a si?</p>
<p>Foi e é uma escolha livre da minha parte, sujeita ao contexto cultural em que me encontro, por isso, o que &#8220;sinto&#8221; é que a resposta a esta pergunta compõe-se de um misto de ambas as hipóteses. Porém, com a maturidade na união e relação com Deus fui-me apercebendo que é uma escolha que faço cada vez mais com base na experiência humana de Deus no concreto do quotidiano.</p>
<p>3) Se tivesse que optar entre liberdade religiosa e democracia qual seria a sua opção?</p>
<p>Não vejo em como possam ser alternativas.</p>
<p>4) Com qual das frases mais se identifica:</p>
<p>X A minha religião é a única verdadeira<br />
X Todas as religiões são verdadeiras, mas culturalmente identifico-me mais com a minha<br />
X É irrelevante se as religiões são verdadeiras, o que importa são os valores que estas transmitem </p>
<p>Na verdade não me identifico inteiramente com nenhuma, por isso selecionei todas e adiciono estas notas. Na primeira frase: sei-o por experiência de vida, mas isso não implica que as restantes religiões não contêm algo de verdade (dimensão pessoal da identificação). Na segunda frase: todas as religiões são fruto da relação entre o natural e o transcedente, entre o humano e o divino, logo, existem verdades comuns quem tornam o diálogo inter-religioso possível (e.g. Regra de Ouro &#8211; dimensão tolerante da identificação). Na terceira frase: não diria &#8220;irrelevante&#8221;, mas &#8220;Independentemente se as religiões&#8230;, importa muito os valores&#8230;&#8221; (dimensão ética da identificação).</p>
<p>5) Escolheu a sua religião pelo que ela oferece ou por ela ser verdadeira?</p>
<p>Escolhi pelo que oferece e por ser verdadeira, mas reduzir essa escolha apenas a estes dois motivos seria pobre. Existe oferta e verdade contidas na experiência religiosa no quotidiano, mas existem também outras razões que me levam à escolha.</p>
<p>6) Considera que ser-se religioso contribui para se ser mais bem formado e assim ser-se mais útil à sociedade?</p>
<p>Considero que sim, mas considero que a ausência da dimensão religiosa não é impedimento para que uma pessoa de convicções não religiosas seja bem formada e dê um contributo positivo à sociedade.</p>
<p>7) Se, por qualquer razão, fosse proíbido exercer a sua religião fá-lo-ia clandestinamente?</p>
<p>É possível, mas reconheço que seria uma crise-oportunidade de aprofundar a união com Deus como nunca, porque na proibição veria uma oportunidade de juntar o meu silêncio ao silêncio de Deus. Porém a religião não se exerce, ou seja, não é um exercício, mas sim uma experiência de vida. Como Católico acredito em Deus-Amor, logo, se amar estou em Deus, se fôr amor estarei em comunhão com Deus. Duvido que seja alguma vez possível proibir de amar.</p>
<p> <img src='http://www.portalateu.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Considera o ateísmo uma religião?</p>
<p>Não, mas há quem o viva de forma religiosa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2892</link>
		<dc:creator>Luís</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 16:22:49 +0000</pubDate>
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		<description>João C.,

O que é hoje errado sempre foi. A escravatura ou discriminação das mulheres sempre foram erradas, a mentalidade das pessoas é que evolui ao longo dos tempos. Graças a essa &quot;ditadura do relativismo&quot; que estas e outras coisas horríveis desapareceram. Aliás existe outro nome para a &quot;ditadura do relativismo&quot;: democracia. Em muito melhor que a ditadura do dogmatismo.
A verdade é sempre a mesma obviamente, mas será que a &quot;verdade&quot; de alguma religião é a correcta?
Tudo é relativo. Mentir é sempre errado? Mesmo quando for para salvar vidas? E o aborto é sempre condenável? Mesmo que a vida da mãe (e do filho) estejam em risco? Não se pode aplicar a mesma &quot;verdade&quot; a todos os casos.
A prisão é uma simples evolução desde os tempos em que se apedrejava até à morte. Mas isso ainda acontece isso em certos países guiados pela ditadura do dogmatismo (teocráticos). Curioso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João C.,</p>
<p>O que é hoje errado sempre foi. A escravatura ou discriminação das mulheres sempre foram erradas, a mentalidade das pessoas é que evolui ao longo dos tempos. Graças a essa &#8220;ditadura do relativismo&#8221; que estas e outras coisas horríveis desapareceram. Aliás existe outro nome para a &#8220;ditadura do relativismo&#8221;: democracia. Em muito melhor que a ditadura do dogmatismo.<br />
A verdade é sempre a mesma obviamente, mas será que a &#8220;verdade&#8221; de alguma religião é a correcta?<br />
Tudo é relativo. Mentir é sempre errado? Mesmo quando for para salvar vidas? E o aborto é sempre condenável? Mesmo que a vida da mãe (e do filho) estejam em risco? Não se pode aplicar a mesma &#8220;verdade&#8221; a todos os casos.<br />
A prisão é uma simples evolução desde os tempos em que se apedrejava até à morte. Mas isso ainda acontece isso em certos países guiados pela ditadura do dogmatismo (teocráticos). Curioso&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Abrasivus</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2887</link>
		<dc:creator>Abrasivus</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 11:57:23 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João C.,

Tão jovem e já tão desejoso do “Fim da História”?

Como é que acha que aprendemos as coisas na (e da) vida?
Mantendo dogmas à la carte de forma firme e “coerente”?
Ou será talvez andando ao “sabor da maré” que passamos a estar mais atentos às novidades, aptos e capacitados para as digerir, e talvez até tropecemos em algumas por nossa própria conta?

«Aconselha-te junto de quem tem dúvidas e desconfia de quem tem certezas.»
(Citação de um escritor francês... de que agora não me lembro o nome)

Para compensar, tenho aqui outras das quais sei o autor:

«É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos»
Autor: Orson Welles

«Dúvidas tornam as pessoas sábias»
Autor: Textos Judaicos Fonte: &quot;Midrash Shmuel

«Não há progresso se este não surgir através das dúvidas»
Autor: Textos judaicos: Fonte: Pensamento hassídico 


Talvez já aprecie mais esta:

«Deus é o único ser que, para reinar, nem precisa existir»
Autor: Charles Baudelaire 


E esta, a avaliar pelo que afirma, deve ser das suas favoritas:

«Se duvidas, cala-te»
Autor: Zoroastro

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João C.,</p>
<p>Tão jovem e já tão desejoso do “Fim da História”?</p>
<p>Como é que acha que aprendemos as coisas na (e da) vida?<br />
Mantendo dogmas à la carte de forma firme e “coerente”?<br />
Ou será talvez andando ao “sabor da maré” que passamos a estar mais atentos às novidades, aptos e capacitados para as digerir, e talvez até tropecemos em algumas por nossa própria conta?</p>
<p>«Aconselha-te junto de quem tem dúvidas e desconfia de quem tem certezas.»<br />
(Citação de um escritor francês&#8230; de que agora não me lembro o nome)</p>
<p>Para compensar, tenho aqui outras das quais sei o autor:</p>
<p>«É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos»<br />
Autor: Orson Welles</p>
<p>«Dúvidas tornam as pessoas sábias»<br />
Autor: Textos Judaicos Fonte: &#8220;Midrash Shmuel</p>
<p>«Não há progresso se este não surgir através das dúvidas»<br />
Autor: Textos judaicos: Fonte: Pensamento hassídico </p>
<p>Talvez já aprecie mais esta:</p>
<p>«Deus é o único ser que, para reinar, nem precisa existir»<br />
Autor: Charles Baudelaire </p>
<p>E esta, a avaliar pelo que afirma, deve ser das suas favoritas:</p>
<p>«Se duvidas, cala-te»<br />
Autor: Zoroastro</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João C.</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2876</link>
		<dc:creator>João C.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 21:53:54 +0000</pubDate>
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		<description>Alexandre, antes ser dogmático, firme e coerente com o que se defende do que andar &quot;ao sabor da maré&quot;, no contexto de ditadura do relativismo que os ateus defendem...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, antes ser dogmático, firme e coerente com o que se defende do que andar &#8220;ao sabor da maré&#8221;, no contexto de ditadura do relativismo que os ateus defendem&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Chacon</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2875</link>
		<dc:creator>Alexandre Chacon</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 21:29:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/?p=1372#comment-2875</guid>
		<description>Como são parecidas as respostas daqueles que crêem ! .. E ainda dizem que o ateísmo é dogmático</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como são parecidas as respostas daqueles que crêem ! .. E ainda dizem que o ateísmo é dogmático</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João C.</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2871</link>
		<dc:creator>João C.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 16:53:02 +0000</pubDate>
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		<description>Bernardo,

De facto, é notória a &quot;ditadura do relativismo&quot;, como diz Bento XVI, em que vivemos hoje em dia. Nada mais é considerado absoluto. É tudo relativo. No entanto, ao defender este relativismo, entra-se em contradição, porque negando a verdade absoluta, até a própria afirmação deles é relativa...em que ficamos?...

E, na verdade, o conceito de Católcio não precisa de adjectivos. Não é preciso chamar de Católicos fundamentalistas modernistas, liberais ou coisa que os valha... Apenas se é Católico, conhecendo a Doutrina Sagrada e professar essa mesma fé de modo coerente. Sou apenas Católico Apostólico Romano e para mim basta, pois esta tudo definido :)

Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bernardo,</p>
<p>De facto, é notória a &#8220;ditadura do relativismo&#8221;, como diz Bento XVI, em que vivemos hoje em dia. Nada mais é considerado absoluto. É tudo relativo. No entanto, ao defender este relativismo, entra-se em contradição, porque negando a verdade absoluta, até a própria afirmação deles é relativa&#8230;em que ficamos?&#8230;</p>
<p>E, na verdade, o conceito de Católcio não precisa de adjectivos. Não é preciso chamar de Católicos fundamentalistas modernistas, liberais ou coisa que os valha&#8230; Apenas se é Católico, conhecendo a Doutrina Sagrada e professar essa mesma fé de modo coerente. Sou apenas Católico Apostólico Romano e para mim basta, pois esta tudo definido <img src='http://www.portalateu.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2870</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 14:55:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/?p=1372#comment-2870</guid>
		<description>Caro Helder,

Algumas palavras face à resposta que deu ao João.
Começaria por dizer que subscrevo a totalidade do comentário do João.

«Felizmente, uma vez por outra, lá aparece um daqueles comentários que me faz parar para pensar um bocadinho - não pela originalidade da argumentação - mas por me recordar os perigos que, infelizmente, pensamentos como o seu significam.»

A retórica é bonita: os &quot;perigos&quot; dos crentes que são coerentes.
É uma estratégia com provas dadas: demonizar o crente coerente. O uso do termo &quot;fundamentalismo&quot; também faz parte da estratégia.

«O caríssimo João C. acha, portanto, que a Igreja deve ser cega em relação ao aprofundamento do conhecimento da humanidade, deve ignorar os melhoramentos éticos infligidos nas sociedades e deve fazer tábua rasa de todo o desenvolvimento individual e colectivo que ocorreu e continua a ocorrer nas diversas civilizações humanas.»

Engraçado como o João não disse nada disto. Esta frase, Helder, é claramente &quot;non sequitur&quot;. De onde é que isto vem?
É como se o João dissessse &quot;A&quot;, e o Helder dissesse &quot;Então, o João acha mesmo que B...&quot;.

«Só que isto é pura demagogia; esse é o paradigma das Igrejas que o João fala: não podem acompanhar o progresso para se manterem vivas, mas também não o podem ignorar se não se quiserem tornar totalmente obsoletas! Qual é a solução, então? É manterem uma distancia controlada. Por outras palavras, as Igrejas não acompanham a par e passo o progresso - isso aniquilava-as em três tempos - para manter o mistério e a hipocrisia da superioridade moral, mas fazem-no após um compasso de espera que já tenha provocado outros novos desequilibrios que sustentem a tal superioridade aparente de valores. Tudo isto não seria muito grave se, no processo, não houvessem milhões de pessoas a sofrer as consequências de tamanho absurdo.»

Que grande confusão, Helder.
O ponto nevrálgico é a disussão entre progresso e verdade. Para mim, &quot;progresso&quot; é andar para a frente. Surge uma pergunta: para a frente é melhor? O simples decorrer positivo do tempo é uma garantia de melhoria? Nunca entendi esta lógica. O andar dos ponteiros do relógico para a frente é suficiente, repito, SUFICIENTE, para nos dizer que estamos a progredir em verdade? Não há conhecimento que se perca? 

Os problemas científicos de um arqueólogo são suficientes para vermos que o conhecimento se perde. A ciência moderna não vive sem tradição. O &quot;peer review&quot; de um artigo científico é pura tradição em acção. O respeitar das regras da lógica e da matemática é puro dogmatismo axiomático.

«Em sociedade, não há valores absolutos, nem tradições inquestionáveis, nem costumes isentos de serem questionados.»

A frase é bonita: mas vem de onde? Onde está a prova disto?
Aliás, a frase é um puro disparate, desmentido pelo dia-a-dia.
A vida não é um valor absoluto? Não temos direito a viver? A verdade não é um valor absoluto? A justiça? O bem?
O Helder não se acha um democrata? Se se acha, então considera a democracia uma verdade indiscutível. Logo, acabou de se contradizer.

«Só os poderão haver a nível individual e esses dizem respeito a cada um, dispensando as intervenções dogmáticas de líderes espirituais interesseiros que querem a liberdade individual reduzida aos padrões dos elementos de um verdadeiro rebanho. Em democracia, todos temos o direito de ser tresmalhados.»

Cristo não diria de forma diferente. Nenhum Papa discordaria. O direito a errar é indiscutível.
Isso não impede que se tente evitar a perda de ovelhas do rebanho. O bom pastor não quer que a ovelha se perca, senão o risco é a morte. A forma como o Helder demoniza a pastorícia, pelo sinal negativo que dá à palavra rebanho, mostra que nunca ponderou sobre o simbolismo potente do Bom Pastor: é aquele que protege as suas ovelhas, o seu bem mais precioso, dando até a vida se necessário.

Peço-lhe, Helder, que dedique um pouco mais de esforço a procurar refutar de forma argumentada as ideias católicas, evitando a demonização fácil do adversário. Eu também poderia dizer que o Helder estava errado  porque as suas ideias me dão arrepios. Posso ainda dizer que o pensamento do Helder é &quot;perigoso&quot;. Isso leva-me onde?

Uma última palavra para os católicos que gostam de parecer modernos e de insultar os que permanecem fiéis à doutrina...

Para mim, só há católicos, os que são fiéis à doutrina. Revejo-me na posição do João C., e nalgumas (mas não todas) posições de outros católicos que comentaram atrás. Não sei o que é um &quot;católico fundamentalista&quot;. Não percebo sequer o conceito. 
Para mim, ser católico é professar a doutrina católica. É ser coerente. O resto são pevides.

Um abraço,

Bernardo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Helder,</p>
<p>Algumas palavras face à resposta que deu ao João.<br />
Começaria por dizer que subscrevo a totalidade do comentário do João.</p>
<p>«Felizmente, uma vez por outra, lá aparece um daqueles comentários que me faz parar para pensar um bocadinho &#8211; não pela originalidade da argumentação &#8211; mas por me recordar os perigos que, infelizmente, pensamentos como o seu significam.»</p>
<p>A retórica é bonita: os &#8220;perigos&#8221; dos crentes que são coerentes.<br />
É uma estratégia com provas dadas: demonizar o crente coerente. O uso do termo &#8220;fundamentalismo&#8221; também faz parte da estratégia.</p>
<p>«O caríssimo João C. acha, portanto, que a Igreja deve ser cega em relação ao aprofundamento do conhecimento da humanidade, deve ignorar os melhoramentos éticos infligidos nas sociedades e deve fazer tábua rasa de todo o desenvolvimento individual e colectivo que ocorreu e continua a ocorrer nas diversas civilizações humanas.»</p>
<p>Engraçado como o João não disse nada disto. Esta frase, Helder, é claramente &#8220;non sequitur&#8221;. De onde é que isto vem?<br />
É como se o João dissessse &#8220;A&#8221;, e o Helder dissesse &#8220;Então, o João acha mesmo que B&#8230;&#8221;.</p>
<p>«Só que isto é pura demagogia; esse é o paradigma das Igrejas que o João fala: não podem acompanhar o progresso para se manterem vivas, mas também não o podem ignorar se não se quiserem tornar totalmente obsoletas! Qual é a solução, então? É manterem uma distancia controlada. Por outras palavras, as Igrejas não acompanham a par e passo o progresso &#8211; isso aniquilava-as em três tempos &#8211; para manter o mistério e a hipocrisia da superioridade moral, mas fazem-no após um compasso de espera que já tenha provocado outros novos desequilibrios que sustentem a tal superioridade aparente de valores. Tudo isto não seria muito grave se, no processo, não houvessem milhões de pessoas a sofrer as consequências de tamanho absurdo.»</p>
<p>Que grande confusão, Helder.<br />
O ponto nevrálgico é a disussão entre progresso e verdade. Para mim, &#8220;progresso&#8221; é andar para a frente. Surge uma pergunta: para a frente é melhor? O simples decorrer positivo do tempo é uma garantia de melhoria? Nunca entendi esta lógica. O andar dos ponteiros do relógico para a frente é suficiente, repito, SUFICIENTE, para nos dizer que estamos a progredir em verdade? Não há conhecimento que se perca? </p>
<p>Os problemas científicos de um arqueólogo são suficientes para vermos que o conhecimento se perde. A ciência moderna não vive sem tradição. O &#8220;peer review&#8221; de um artigo científico é pura tradição em acção. O respeitar das regras da lógica e da matemática é puro dogmatismo axiomático.</p>
<p>«Em sociedade, não há valores absolutos, nem tradições inquestionáveis, nem costumes isentos de serem questionados.»</p>
<p>A frase é bonita: mas vem de onde? Onde está a prova disto?<br />
Aliás, a frase é um puro disparate, desmentido pelo dia-a-dia.<br />
A vida não é um valor absoluto? Não temos direito a viver? A verdade não é um valor absoluto? A justiça? O bem?<br />
O Helder não se acha um democrata? Se se acha, então considera a democracia uma verdade indiscutível. Logo, acabou de se contradizer.</p>
<p>«Só os poderão haver a nível individual e esses dizem respeito a cada um, dispensando as intervenções dogmáticas de líderes espirituais interesseiros que querem a liberdade individual reduzida aos padrões dos elementos de um verdadeiro rebanho. Em democracia, todos temos o direito de ser tresmalhados.»</p>
<p>Cristo não diria de forma diferente. Nenhum Papa discordaria. O direito a errar é indiscutível.<br />
Isso não impede que se tente evitar a perda de ovelhas do rebanho. O bom pastor não quer que a ovelha se perca, senão o risco é a morte. A forma como o Helder demoniza a pastorícia, pelo sinal negativo que dá à palavra rebanho, mostra que nunca ponderou sobre o simbolismo potente do Bom Pastor: é aquele que protege as suas ovelhas, o seu bem mais precioso, dando até a vida se necessário.</p>
<p>Peço-lhe, Helder, que dedique um pouco mais de esforço a procurar refutar de forma argumentada as ideias católicas, evitando a demonização fácil do adversário. Eu também poderia dizer que o Helder estava errado  porque as suas ideias me dão arrepios. Posso ainda dizer que o pensamento do Helder é &#8220;perigoso&#8221;. Isso leva-me onde?</p>
<p>Uma última palavra para os católicos que gostam de parecer modernos e de insultar os que permanecem fiéis à doutrina&#8230;</p>
<p>Para mim, só há católicos, os que são fiéis à doutrina. Revejo-me na posição do João C., e nalgumas (mas não todas) posições de outros católicos que comentaram atrás. Não sei o que é um &#8220;católico fundamentalista&#8221;. Não percebo sequer o conceito.<br />
Para mim, ser católico é professar a doutrina católica. É ser coerente. O resto são pevides.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Bernardo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/08/14/inquerito-aos-religiosos-e-crentes-visitantes-do-portal-ateu/#comment-2867</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 13:20:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/?p=1372#comment-2867</guid>
		<description>Olá Helder,

Cá vai.

«De 1 a 10 qual a importância que a religião tem na sua vida?»

10

«Sente que escolheu a sua religião ou que foi a sua religião que o escolheu a si?»

Fui baptizado em criança, logo, fui introduzido pelos meus pais no catolicismo.
Em adolescente, basicamente pude optar pelo rumo que bem entendesse.
Após um costumeiro período de dúvidas adolescentes, durante o qual recusei quase tudo o que me foi ensinado em matéria de religião, e depois de estudo e aprofundamento da fé, optei decididamente pela fé católica.

«Se tivesse que optar entre liberdade religiosa e democracia qual seria a sua opção?»

Liberdade religiosa.

«Com qual das frases mais se identifica:
A minha religião é a única verdadeira 
Todas as religiões são verdadeiras, mas culturalmente identifico-me mais com a minha 
É irrelevante se as religiões são verdadeiras, o que importa são os valores que estas transmitem »

Não me identifico com nenhuma. Se tivesse que escolher mesmo uma três escolho a primeira. Diria que a minha religião é a mais completa em termos de verdades doutrinais. Outras religiões contêm partes verdadeiras e partes falsas. Todas as outras religiões não conhecem Cristo como Filho de Deus, o que representa uma falha central em termos doutrinários.
A segunda resposta é ilógica, uma vez que há contradições insolúveis.
A terceira resposta é agnóstica, uma vez que não se preocupa com a verdade.

«Escolheu a sua religião pelo que ela oferece ou por ela ser verdadeira?»

Escolhi-a porque, sendo verdadeira, me oferece a verdade. Que é o que eu quero.

«Considera que ser-se religioso contribui para se ser mais bem formado e assim ser-se mais útil à sociedade?»

Sim, sem dúvida. Não diria que é algo necessário para tal, mas contribui certamente.

«Se, por qualquer razão, fosse proíbido exercer a sua religião fá-lo-ia clandestinamente?»

Sim, claro.

«Considera o ateísmo uma religião?»

Não. Considero o ateísmo uma doutrina filosófica.

Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Helder,</p>
<p>Cá vai.</p>
<p>«De 1 a 10 qual a importância que a religião tem na sua vida?»</p>
<p>10</p>
<p>«Sente que escolheu a sua religião ou que foi a sua religião que o escolheu a si?»</p>
<p>Fui baptizado em criança, logo, fui introduzido pelos meus pais no catolicismo.<br />
Em adolescente, basicamente pude optar pelo rumo que bem entendesse.<br />
Após um costumeiro período de dúvidas adolescentes, durante o qual recusei quase tudo o que me foi ensinado em matéria de religião, e depois de estudo e aprofundamento da fé, optei decididamente pela fé católica.</p>
<p>«Se tivesse que optar entre liberdade religiosa e democracia qual seria a sua opção?»</p>
<p>Liberdade religiosa.</p>
<p>«Com qual das frases mais se identifica:<br />
A minha religião é a única verdadeira<br />
Todas as religiões são verdadeiras, mas culturalmente identifico-me mais com a minha<br />
É irrelevante se as religiões são verdadeiras, o que importa são os valores que estas transmitem »</p>
<p>Não me identifico com nenhuma. Se tivesse que escolher mesmo uma três escolho a primeira. Diria que a minha religião é a mais completa em termos de verdades doutrinais. Outras religiões contêm partes verdadeiras e partes falsas. Todas as outras religiões não conhecem Cristo como Filho de Deus, o que representa uma falha central em termos doutrinários.<br />
A segunda resposta é ilógica, uma vez que há contradições insolúveis.<br />
A terceira resposta é agnóstica, uma vez que não se preocupa com a verdade.</p>
<p>«Escolheu a sua religião pelo que ela oferece ou por ela ser verdadeira?»</p>
<p>Escolhi-a porque, sendo verdadeira, me oferece a verdade. Que é o que eu quero.</p>
<p>«Considera que ser-se religioso contribui para se ser mais bem formado e assim ser-se mais útil à sociedade?»</p>
<p>Sim, sem dúvida. Não diria que é algo necessário para tal, mas contribui certamente.</p>
<p>«Se, por qualquer razão, fosse proíbido exercer a sua religião fá-lo-ia clandestinamente?»</p>
<p>Sim, claro.</p>
<p>«Considera o ateísmo uma religião?»</p>
<p>Não. Considero o ateísmo uma doutrina filosófica.</p>
<p>Um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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