Segundo o diário “The Baltimore Sun”, Ria Ramkisson, uma mulher ligada a um grupo religioso nos Estados Unidos foi acusada pelo homicídio em primeiro grau do seu filho, a quem negligenciou alimentos pelo facto de a criança não dizer amém após cada refeição, tendo sido acusada formalmente no domingo do assassinato de seu filho ao lado de outros três supostos membros do grupo religioso.
A criança tinha 19 meses de idade quando faleceu, em Dezembro de 2006, tendo a mãe ocultado o cadáver numa mala durante mais de um ano, até que agentes da Polícia de Baltimore o encontraram.
O padrasto de Ramkisson afirmou que ela não deveria ser responsabilizada pela morte do seu filho, visto que “ela não tinha nenhum controle da situação”, acrescentando que “a minha filha foi uma vítima, assim como meu neto. Alguém tomou a decisão de não alimentar a criança, e a minha filha só acatou as ordens”. Segundo entrevistas feitas pela polícia às crianças que faziam parte do grupo, os membros deixaram de alimentar a criança porque ela não dizia amém após comer, com vários integrantes do grupo religioso a considerarem que a criança “era um demónio”.
Outros artigos relacionados:
Torquemada e Pavelic são ídolos dessa mulher!!!
Quando me deparo com este tipo de notícias, a minha pergunta é sempre a mesma…
como é que continuam a morrer pessoas “em nome” duma religião?
Quantas serão precisas mais morrer? Porque não vivemos na era da racionalidade e da razão?
Não quero de todo estar a afirmar que todos os crentes e religiosos se pautam por estes comportamentos extremistas, o que vos quero antes, alertar é para o facto de todos os anos continuarem a morrer pessoas, por todos os dias se viverem aberrações em nome de um deus.
Ana, qualquer crente racional (e não me digam que estas duas palavras são incompatives), considera uma abominação noticias como estas. São comportamentos extremistas, que, como disse a Ana e muito bem, não ocorrem na maioria dos crentes.