“Em tempo de matrículas, D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu apela à inscrição na disciplina Educação Moral e Religiosa, “de acordo com a opção religiosa de cada aluno”.
Numa nota à diocese de Viseu, o bispo residente afirma que a “educação moral que melhor deve respeitar e orientar a formação da pessoa” para valores da vida, da liberdade, em ordem à maturidade, “é a educação moral religiosa, pois procura formar nas diversas dimensões, não esquecendo a interior e de carácter espiritual”.
Alerta D. Ilídio Leandro que os educandos e/ou os encarregados de educação “devem querer, escolher e exigir do Estado a educação moral religiosa, católica ou não”, afirmando mesmo que o mostrar-se “indiferente, neutro ou rejeitar positivamente esta opção é uma responsabilidade que não é própria de educadores que procuram e querem o melhor para os seus educandos”. “
Ver aqui.
Ora bem. Vou novamente apresentar o porque de estar sempre referir estas opiniões.
Não é por ser um “constante ataque à igreja católica”, ou de estar a ser “contra”, ou por “não respeitar” os pais que escolhem colocar os filhos na ERMC (apesar de isso ser um debate que se devia ter).
É por causa de atentados à inteligência e a civilidade dos cidadãos, que alias devia irritar até o mais pio dos visitantes do Portal: “rejeitar, ser indiferente ou neutro à exigência que o Estado proporcione uma educação moral religiosa (e que magnânime que o Sr. Leandro é, até pode ser religiosa não católica) é uma responsabilidade que não é própria de educadores que procuram e querem o melhor para os seus educandos”.
Excelente!!! É bom saber que é assim que o bispo de Viseu pensa! Educadores ateus, agnósticos, ou secularistas, fiquem a saber que vocês, como educadores, não procuram, nem querem, o melhor para os vossos educandos.
Depois sou eu que sou intolerante.
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Já para o sector privado!
Sempre com essa treta da formação espiritual… Já noutro dia era o outro bispo a falar da formação integral e este continua a bater na mesma tecla.
Cada um puxa a brasa à sua sardinha…