Ainda no seguimento do artigo que a Filomena colocou, e reagindo ainda à brutalidade e insensatez do que acontece em certos países muçulmanos, principalmente onde a lei sharia é levada literalmente, deixo aqui um artigo de opinião de Sam Harris, que foi escrito para o sítio Huffington Post.
O artigo é obrigatório de se ler na totalidade, e se calhar, duas vezes. Sam é detentor de uma capacidade de análise, de uma clareza de argumentação, e de uma coragem que é a todos os níveis louvável.
Para quem não entende tão bem o Inglês, deixo aqui algumas ideias chaves do texto de Sam Harris.
“Existe uma ironia única no caso do Islão. A posição da comunidade muçulmana em relação às “provocações” que acha lhes serem feitas é, “o Islão é uma religião de paz, e se você não concordar, nos matamo-lo”. Claro que as coisas são mais complicadas que isso, mas a essência do comportamento dessa comunidade é de afirmar que o Islão é uma religião de paz, mas no entanto, se você disser que não é, nos, os muçulmanos moderados não seremos responsáveis por aquilo que os nossos irmãos menos moderados possam fazer. Enquanto estes últimos queimam embaixadas e decepam os jornalistas estrangeiros, nos, os moderados, acusaremos quem critica esses comportamentos de serem “Islamofóbico” ou de serem racistas”
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Há pouco tempo, uma quinta no Texas foi tomada de assalto pela polícia local, de forma a poderem ser libertadas centenas de mulheres e crianças que tinham sido abusadas por líderes religiosos da Igreja Mormom. Este culto é aceite pacificamente pelo Ocidente como uma religião de “plenos direitos”, enquanto os seus grupos de fundamentalistas, que praticam a poligamia, abuso conjugal, casamentos forçados, noivas adolescentes, violação de menores, são considerados como um conjunto de depravados. No entanto, uma comparação similar pode ser feita com o Islão, onde também é comum ver casamentos forçados, abuso conjugal. No entanto, no Islão chega-se muito mais longe, ao ser permitido “mortes por honra”, mutilação genital feminina, apoio a actos terroristas, uma fascinação pornográfica pela tortura e execução de infiéis a apóstatas, um anti-semitismo genocida, e a educação de crianças onde se louva o suicídio por como homem-bomba e onde se ensina que os Judeus são “macacos e porcos”. No ocidente, podemos nos congratular pelo facto que os fundamentalistas da Igreja Mormom possam ser presos e julgados, mas o mesmo não se pode aplica ao Islão.
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Como escreveu recentemente Ibn Warraq (que escreveu o livro Why I am not a Muslim) sobre a controvérsia do filme Fitna: “É perverso que a imprensa Ocidental lamente a falta de uma reforma no Islão, mas ao mesmo tempo repudie filmes como o Fitna. Como podem pensar que as reformas acontecem sem haver criticas. Não existe tal coisa como o “direito de não ser ofendido”. Eu, por exemplo, fico profundamente ofendido com o facto do Corão promover ódios para com os cristãos, para com os Judeus, para com os apóstatas, ateus e homossexuais, mas no entanto eu não posso exigir a supressão destes “ensinamentos”.”
Para reflectir.
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