Prioridades

“Bento XVI deixou votos de que a Igreja Católica seja capaz de promover o diálogo com o Islão, sobretudo no Médio Oriente, mantendo o seu clero fora da política. Numa referência às dificuldades com que se confronta a Igreja, “no contexto agitado e por vezes dramático do Médio Oriente”, em “situações onde a política desempenha um papel que não é indiferente à sua vida”, o Papa reconheceu a importância dos “contactos com as autoridades políticas, as instituições e os diversos partidos”, mas frisou que “não compete ao clero comprometer-se na vida política”, campo de acção dos leigos.”

Ver aqui.

Ao mesmo tempo que:

“Líderes religiosos de toda a Europa reúnem-es esta Segunda-feira com os presidentes da Comissão Europeia, do Parlamente Europeu e do Conselho da Europa. A quarta iniciativa deste género tem lugar em Bruxelas.

Ver aqui.

Parece que na Europa, os “líderes espirituais” acham que não se pode confiar nos leigos para determinar qual a vida política no nosso continente. Mas no que toca às politicas de supressão dos direitos humanos, maus-tratos das mulheres, intolerância por outras religiões, e barbárie civilizacional que se vê no Medio-Oriente, isto já não é “assunto nosso”.

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