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	<title>Comentários em: Capelães militares e Concordatas</title>
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	<description>Movimento Ateísta Português</description>
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		<title>Por: Militares e Religião e Laicidade em Portugal &#171; Naturalmente, não sei&#8230;</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/05/09/capelaes-militares-e-concordatas/#comment-2004</link>
		<dc:creator>Militares e Religião e Laicidade em Portugal &#171; Naturalmente, não sei&#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 17:20:38 +0000</pubDate>
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		<description>[...] 25, 2008 por joaopc    A propósito de um debate público que tarda em Portugal, e que tem aqui neste texto um interessante ponto de partida, eis um texto muito interessante dum docente universitário [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 25, 2008 por joaopc    A propósito de um debate público que tarda em Portugal, e que tem aqui neste texto um interessante ponto de partida, eis um texto muito interessante dum docente universitário [...]</p>
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		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/05/09/capelaes-militares-e-concordatas/#comment-1367</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 22:12:30 +0000</pubDate>
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		<description>Em relação a esta matéria, sugiro a leitura da &quot;&lt;a href=&quot;http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia.asp?noticiaid=60189&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Carta Pastoral do Cardeal-Patriarca à Igreja de Lisboa&lt;/a&gt;&quot;.

No ponto 21 (O quadro legal das relações da Igreja com o Estado) é abordada a questão da Concordata e as relações Estado/Igreja.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em relação a esta matéria, sugiro a leitura da &#8220;<a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia.asp?noticiaid=60189" rel="nofollow">Carta Pastoral do Cardeal-Patriarca à Igreja de Lisboa</a>&#8220;.</p>
<p>No ponto 21 (O quadro legal das relações da Igreja com o Estado) é abordada a questão da Concordata e as relações Estado/Igreja.</p>
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		<title>Por: Manuel Lopes</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/05/09/capelaes-militares-e-concordatas/#comment-1324</link>
		<dc:creator>Manuel Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 13:59:04 +0000</pubDate>
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		<description>Ricardo,

Eu já tinha avaliado devidamente o problema, pelo menos no que diz respeito às capelanias militares e a mais alguns aspectos respeitantes à Concordata (e mesmo ainda relativamente à de 1940).

No entanto, pelas razões que apontei, parece-me que (perdoe-me a expressão) por questões de &quot;marketing&quot; e de tentar atingir um público-alvo muito variado, seria preferível atacar a concordata do que a Lei de Liberdade Religiosa; tal como, no caso específico dos capelães, seria tecnicamente correcto solicitar a revogação do Estatuto do Serviço de Assistência Religiosa (os diplomas que apontei). Ou, ainda como exemplo, solicitar a revogação das normas jurídicas constantes do Código Civil relativas à produção de efeitos do casamento católico no plano civil.

Porém, não me soa que o objectivo essencial e os resultados queridos fossem os mais desejáveis. 

Em boa verdade, são esses preceitos legais que produzem efeitos directamente na esfera jurídica dos cidadãos portugueses e que os vinculam. E, provavelmente, são esses preceitos que mais demonstram a parcialidade do Estado Português nas questões religiosas e que ofendem o laicismo.

De qualquer forma, agradeço-lhe a visita por &quot;estes lados&quot;.

Bem-haja!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo,</p>
<p>Eu já tinha avaliado devidamente o problema, pelo menos no que diz respeito às capelanias militares e a mais alguns aspectos respeitantes à Concordata (e mesmo ainda relativamente à de 1940).</p>
<p>No entanto, pelas razões que apontei, parece-me que (perdoe-me a expressão) por questões de &#8220;marketing&#8221; e de tentar atingir um público-alvo muito variado, seria preferível atacar a concordata do que a Lei de Liberdade Religiosa; tal como, no caso específico dos capelães, seria tecnicamente correcto solicitar a revogação do Estatuto do Serviço de Assistência Religiosa (os diplomas que apontei). Ou, ainda como exemplo, solicitar a revogação das normas jurídicas constantes do Código Civil relativas à produção de efeitos do casamento católico no plano civil.</p>
<p>Porém, não me soa que o objectivo essencial e os resultados queridos fossem os mais desejáveis. </p>
<p>Em boa verdade, são esses preceitos legais que produzem efeitos directamente na esfera jurídica dos cidadãos portugueses e que os vinculam. E, provavelmente, são esses preceitos que mais demonstram a parcialidade do Estado Português nas questões religiosas e que ofendem o laicismo.</p>
<p>De qualquer forma, agradeço-lhe a visita por &#8220;estes lados&#8221;.</p>
<p>Bem-haja!</p>
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		<title>Por: Ricardo Alves</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/05/09/capelaes-militares-e-concordatas/#comment-1323</link>
		<dc:creator>Ricardo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 13:19:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/2008/05/09/capelaes-militares-e-concordatas/#comment-1323</guid>
		<description>Manuel Lopes,
fico satisfeito por ver que aprofundou a sua análise e que reavaliou o juízo que fazia da Lei da Liberdade Religiosa. A raiz do problema das relações entre Estado e ICAR, em Portugal, é a LLR, não a Concordata. Espero que concordemos nisto.

Relativamente às capelanias militares, a concordata de 2004 não as revoga porque não tem de o fazer. Se a Concordata de 1940 previa patentes militares para os capelães e a de 2004 deixa de fazê-lo, isso significa que o legislador terá vontade política para alterar a situação (e já andam rumores nos jornais a esse respeito). Ao contrário do que se afirma mais acima, existe uma intenção clara de revogar esse privilégio. Ou, se quisermos ser cautelosos, uma intenção de salvaguardar essa possibilidade. É por isso que o pedaço de texto sobre as capelanias militares na vossa petição é extravagante.

Se puder, gostaria que me enviasse o Dec.-Lei n.º 93/91, de 26 de Fevereiro, e o Dec.-Lei n.º 54/97 de 6 de Março.

Cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel Lopes,<br />
fico satisfeito por ver que aprofundou a sua análise e que reavaliou o juízo que fazia da Lei da Liberdade Religiosa. A raiz do problema das relações entre Estado e ICAR, em Portugal, é a LLR, não a Concordata. Espero que concordemos nisto.</p>
<p>Relativamente às capelanias militares, a concordata de 2004 não as revoga porque não tem de o fazer. Se a Concordata de 1940 previa patentes militares para os capelães e a de 2004 deixa de fazê-lo, isso significa que o legislador terá vontade política para alterar a situação (e já andam rumores nos jornais a esse respeito). Ao contrário do que se afirma mais acima, existe uma intenção clara de revogar esse privilégio. Ou, se quisermos ser cautelosos, uma intenção de salvaguardar essa possibilidade. É por isso que o pedaço de texto sobre as capelanias militares na vossa petição é extravagante.</p>
<p>Se puder, gostaria que me enviasse o Dec.-Lei n.º 93/91, de 26 de Fevereiro, e o Dec.-Lei n.º 54/97 de 6 de Março.</p>
<p>Cumprimentos,</p>
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