Dane Cook - Stand-Up Cristão
Por Helder Sanches • 3 Mai, 2008 • Categoria: Direito de Resposta, Discriminação ReligiosaAqui no Portal já publicámos alguns vídeos de stand-up por alguns comediantes ateus. No Portal Ateu TV podem encontrar alguns desses vídeos.
Desta vez, damos lugar ao stand-up cristão. Dan Cook conta-nos um episódio em que respondeu com um “Deus te abençoe” a alguém que espirrou literalmente para cima dele. O resto é um desenrolar de imagens atrozes, incitamento à violência e controlo de audiências dignas de um comício alemão de 1938 - que Cook curiosamente critica na peça. O que é mais assustador, na minha opinião, é a reacção do público. Se Dan Cook tivesse ido um pouco mais longe e após a punch line tivesse sugerido à audiência para ir à procura de ateus e os transformasse em pasta para papel, pelas reacções, alguns eram bem capaz de aceitar o desafio.
Fica o vídeo e a constatação de que enquanto os comediantes ateus criticam a violência da Bíblia, os comediantes cristãos pretendem adaptar essa violência para as suas narrativas de stand-up.
Hélder, tenho uma pergunta para si, e é inegável que já houveram na história mais crimes em nome da religião do que em nome do ateísmo (estes existiram sim), mas cá vai : é indiscutível que as pessoas em grupo, são capazes de fazer coisas que não fariam individualmente, os ateus até agora não foram nenhum grupo, estiveram por si, daí a utilização de expressões como “free thinkers”, por supostamente pensarem por sim mesmos, se a partir de agora se começarem a formar grupos de ateus, por todo o globo, que envolvem pessoas dos mais variados níveis intelectuais e de formação, estratos sociais etc.., tão apaixonados pelas suas convicões, como qualquer fundamentalista religioso, e se estes estiveram mesmo convencidos que a religião é dos maiores males do mundo, você tem dúvidas que os crimes em nome do ateísmo , em luta por uma sociedade ateia, aumentariam exponencialmente?
João Ribeiro,
Tenho muitas dúvidas, efectivamente. repare, antes de mais, eu tenho dificuldade em lhe responder enquanto defensor de uma sociedade ateia, simplesmente porque não defendo tal modelo de sociedade. Defendo, isso sim, uma sociedade efectivamente laica, em que todos possamos estar protegidos da propaganda religiosas venha ela de onde vier.
Por definição, um ateu não defende a queima de qualquer livro sagrado; isso seria um anti-cristão, anti-semita ou anti qualquer outra coisa. O ateísmo, enquanto definição, não é anti absolutamente nada. Antes, é pró-ciência, pró-racionalismo, pró-humanismo e, obviamente, pró-laicidade.
Curiosamente, tenho algumas reservas quanto à criação de algum movimento ateísta… Acho que somos todos demasiado casmurros para funcionarmos em rebanho facilmente detectaríamos e apontaríamos as falhas ao nosso pastor. Utilizando uma imagem usado pelo Ludwig recentemente, era como querer fazer um rebanho de gatos!
Finalmente, arriscaria em dizer que a grande maioria dos ideais pelos quais eu luto serão os mesmos defendidos por pessoas razoáveis - crentes ou não - como a laicidade, liberdade e direitos humanos.
Só um à parte para acusar o facto de você não ter discordado do meu comentário ao vídeo; tentou antes colar a atitude ateísta ao mesmo nível, o que eu refuto integralmente.
Um abraço.
Eu não tentei refutar, porque sou honesto intelectualmente e sei que o que o Hélder diz era perfeitamente possível.
O que eu acho é que convicções são convicções , quer sejam religiosas ou não, pelo que eu não vejo porque separar as convicções perigosas religiosas, de outras convicções não religiosas que podem ser igualmente perigosas.
Ainda há pouco tempo vi um vídeo no youtube, onde um negro dizia que a raça branca devia ser exterminada porque está a destruir o nosso planeta. Deviam os negros pintar-se de azul? Porque as pessoas tomam a parte pelo todo?
E eu não tenho dúvidas que se houvessem 6 milhões de ateus no mundo organizados em grupos, mais uma vez sublinho, grupos estes transversais a qualquer sociedade e qualquer tipo de pessoa (inteligente,estúpida, pobre, rica, bem ou mal formada, sã ou pouco sã) , já tinham havido muito mais crimes pelo ateísmo, nem que seja pela parte meramente estatística, é impossível não aceitar isto. Já ouvi ateus a dizerem que os padres são terroristas, porque enganam e metem medo nas pessoas, e há malucos para tudo, não me admirava nada que aparecessem padres mortos por eles. Poderia arranjar mil exemplos, onde pessoas matam e morrem pelos seus ideais, sem motivos religiosos, porque haveriam os ateus de ser excepção? São moralmente superiores? Mais uma vez as pessoas em conjunto fazem coisas que nunca fariam sozinhas.
Muitas vezes o problema é mais uma fusão de convicções, se juntarmos religião com política as coisas tornam-se exponencialmente mais perigosas, assim como ateísmo com política (Stalinismo). Portanto o leque de disparates a serem feitos é muito variado, e tem a haver com o cocktail de convicções religiosas, políticas, éticas etc.. que as pessoas têm.
E muitas vezes os crimes religiosos vão definitivamente contra os ensinamentos da sua religião, o que dizer quanto a isso? Mesmo que o ateísmo não diga para matar os católicos, qualquer lunático pode interpretar mal os propósitos ateístas e matar pelo ateísmo, a achar que está a fazer um bem . Deveria isto ser considerado um crime em nome do ateísmo? E se não, porquê considerar um crime em nome da religião quando vai contra os ensinamentos desta?
Quanto aos grupos ateístas posso-lhe dizer seguramente que o Hélder não tem razão, conheço pelo menos uma organização ateísta (muito conhecida pelo youtube) cujo objectivo é só acabar com a religião. Não digo o nome deles porque não faço propaganda a imbecis.
Isso também não faria muito sentido porque um ateu pode-se juntar a um grupo político, clube de futebol etc.. sendo o ateísmo apenas mais um grupo de interesse. Quanto a isso de facilmente a apontar falhas ao pastor, não vejo muitos ateus a apontarem falhas ao Dawkins ou Hitchens etc… Parece-me que grande parte dos ateus são igualmente susceptíveis e fáceis de convencer.
Abraço
Not even funny. Não me fez sequer sorrir uma única vez.
A milhões de anos luz de um Eddie Izzard, ou de um Ricky Gervais, ou de Lewis Black.
O João até pode ter alguma razão no que diz mas não passa do dominio da conjectura uma vez que não existem ainda grupos numerosos de ateus organizados que possam demonstrar que tais ‘acidentes’ são possíveis. E uma conjectura não passa disso mesmo. Ao contrário, as religiões organizadas têm muitas provas dadas da sua capacidade de lavagem cerebral em massa.
Contudo também acredito que a lei dos grandes números pudesse eventualmente dar azo ao surgimento de facções desviantes no seio dos ateístas. No entanto a verdade é que ainda não li nenhum autor de pendor ateu que incitasse a qualquer tipo de acção violenta contra religiosos. O mesmo já não se pode dizer dos livros sagrados da Cristandade e do Islamismo, certo? É inegável que a Biblia e o Corão contêm passagens que incitam à violência. Podem ignorá-las ou torcer as respectivas interpretações da maneira que quiserem, mas esses versiculos estarão sempre lá para servirem de rampa de lançamento a qualquer terrorista.
Convém notar também que ter a pretensão de erradicar a religião não sub-entende o recurso a acções violentas.
Finalmente, e numa avaliação imparcial, dá-me ideia que o senhor Dan Cook é dos piores cómicos que já vi. Um autêntico palhaço sem imaginação que fica muito aquém dos nossos Batanetes.
abraços.
Caro João Ribeiro,
Você tem que me falar mais dessa organização ateísta que conhece pelo YouTube. Com tão pouca informação não posso opinar. Repare, é completamente diferente você dizer que “eles querem acabar acabar com a religião” ou dizer “eles querem acabar com a religião na vida pública”. São três pequenas palavras que fazem toda a diferença.
Em relação a apontarem-se falhas a Dawkins ou Hitchens você - desculpe se me engano - não tem tido muito contacto com outras alternativas. Sugiro-lhe que veja os arquivos dos encontros Beyond Belief 2006 (ver vídeos. Aí poderá ver Dawkins e Sam Harris a ser contestados por alguns dos seus colegas. Pessoalmente, agrada-me muito mais o Dawkins do “Gene Egoísta” do que do “God Delusion”, livro que, admito, não consegui acabar de ler.
As minhas referências são muito mais Daniel Dennet e Michel Onfray (este último principalmente nas questões da moralidade pós-cristã). Mas não critico os chamados “Novos Ateístas” tanto pelo conteúdo mas mais pela forma como pretendem transmitir a sua mensagem.
Basicamente, não me deixo levar por esta nova onda que quer transformar o ateísmo numa nova moda quando, de facto, ele sempre existiu. (Sugiro-lhe o visionamento dos excelentes documentários apresentados por Jonathan Miller “A Brief History of Disbelief“.
Finalmente, queria reforçar aqui a ideia transmitida pelo Ernesto Martins de que a grande maioria dos livros sagrados das religiões promove, de facto, a violência contra os infiéis. Penso que essa caracteristica não a encontra - conjecturas à parte - em nenhum livro que defenda o ateísmo.
Abraços.
Olá João,
Há seguramente muito mais que 6 milhões de ateus espalhados pelo mundo e muitos deles organizados em grupos. Não terá sido um erro de digitação? Veja por ex. a página de http://www.atheistalliance.org
De resto considero perfeitamente legitimo querer acabar com uma religião onde o seu representante máximo, já no século XX, defende posições como esta:
“A pena de morte é um meio necessário e eficaz para a igreja atingir os seus fins quando os seus inimigos perturbam a unidade eclesiástica, especialmente os hereges obstinados a quem nenhuma outra pena impede de continuar a perturbar ordem eclesiástica.”
Sabe de que papa é que estou a falar?
É por isso que se considera um crime em nome da religião o assassínio de ateus. De que importa que assassinar hereges vá contra os ensinamentos do Cristianismo, quando os seus representantes máximos, são os primeiros a defender e instigar?
É este tipo de posições que por muito que o João se esforce, não encontra no pensamento de Dawkins ou Hitchens uma única linha de incitamento à violência, nenhum defende a pena de morte para católicos nem tão pouco falhas graves que mereçam ser apontadas.
É por isso que nunca vai encontrar um ateu versão mata-frades, porque se tal acontecer será sempre uma acção de um alienado mental, nunca de um ateu susceptível ou fácil de convencer, mesmo que esse lunático se considere ateu.
Percebe a diferença?
Cumprimentos do Xiquinho
Olá a todos,
. O exemplo que dá são intelectuais de elite, o meu ponto é que o “povo” segue muito facilmente, sem qualquer contestação os autores que referi. Basta ir a qualquer site relacionado com o ateísmo, os argumentos são na maior parte das vezes sempre os mesmos, mesmo copy paste. É inegável a tremenda influência destes autores sobre as pessoas.
Ernesto, dê-me passagens concretas na bíblia se faz favor.
Hélder, eu sou cristão e muito contacto com o ateísmo já tenho eu
Xiquinho,
““A pena de morte é um meio necessário e eficaz para a igreja atingir os seus fins quando os seus inimigos perturbam a unidade eclesiástica, especialmente os hereges obstinados a quem nenhuma outra pena impede de continuar a perturbar ordem eclesiástica.”
Tem isto alguma coisa a haver com o “Não matar”, “Amar o inimigo como a si mesmo”, ou que todos (incluindo os hereges) são iguais aos olhos de Deus? Não, o papa não fez isto decerto em nome da religião, fez de acordo com as suas convicções pessoais e malditos sejam os que compactuaram com ele.
) que explica o tribalismo inerente ao homem , e que afirma ser ridículo dizer”A religião é boa” ou “A religião é má” é preciso perguntar que partes.
Se o Cristianismo passasse a adorar Maomé, já não era Cristianismo, e com isto não digo que seja contra qualquer mudança, mas os pilares do Cristianismo são e deveriam ter sido sempre a paz e o amor aos outros.
Se aparecesse agora um proeminente ateu, que quisesse efectivamente acabar com a religião pela força (como já aconteceu na história), o Xiquinho não deveria ter de levar com a culpa pelos actos de outros, nem o ateísmo como visão do mundo, que por si só, e sublinho o por si só, é inofensivo, assim como o Cristianismo, que foi mais envenado por política do que outra coisa.
O que eu disse é muito mais bem explicado pelo Michael Shermer (mais um Hélder
Caro João,
Desculpe lá mas não vou estar aqui a dar-me ao trabalho de transcrever exemplos de passagens concretas da bíblia. Palavras de incitamento à violência contra os hereges existem em doses massivas no Velho Testamento e você sabe bem disso. Procure-as você se faz favor, em particular em Deuterónimo e em Levitico.
E mais, o seu discurso parece sempre contornar o essencial sem nunca se dirigir ao âmago da questão que você próprio levantou. Os pilares do Cristianismo até poderiam efectivamente ter sido sempre a paz e o amor, no entanto as escrituras e muitos lideres da Igreja (o Xiquinho citou um de entre os vários que poderiam ser referidos) tornaram as perseguições, as conversões à força, e a violencia generalizada contra os não crentes como uma das maneiras de servir Deus, que muitos religiosos não hesitaram em abraçar. A religião que o João professa pode ser sem dúvida vivida de acordo com os grandes valores humanistas (valores esses que, diga-se, existem per si, sendo pois a religião uma excrecência desnecessária). O problema é que o substrato intelectual em que se baseia, de tão variado que é, dá para tudo, inclusivé para justificar inquisições e por aí fora.
Quanto ao ateísmo, e volto a repetir, ainda não descobri nenhum pensador que advoga-se a utilização da violência para erradicar a religião.
Cumprimentos.
Olá Ernesto, mas estamos a analisar a religião isoladamente, ou estamos a analisar o seu efeito com contextos sociais e políticos? Haja alguma objectividade….
O que eu estou a dizer é que pelo menos o Cristianismo por si só, trás valores de paz, o Cristianismo é o ensinamento de Cristo e não dos papas, se os papas incitaram a violência não foi por propósitos cristãos, é como eu já disse, usar violência pelo Cristianismo é contraditório com a sua ideologia, e é a mesma coisa que os Papas começassem agora a ensinar a reencarnação, ou a adorar Afrodite, e continuarem a chamar-se de cristãos.
Mas se você aplicar o mesmo raciocínio que aplica à religião, tem de o fazer também com o ateísmo, Stalin usou as suas convicções ateístas, misturadas com razões políticas para queimar Igrejas…. “A religião é o ópio do povo” lembra-se?
E aí tem o seu exemplo de quem tenha usado a força para acabar com a religião.
E para os que lêem textos à pressa, leiam bem antes de dizerem que estou a chamar aos ateus de imorais ou coisa do género.
Ah, eu até ri na parte que ele fala sobre como responder a um espirro para um ateu.
Caro João,
Não é legitimo fazer a apologia de uma ideologia quando está mais que provado que os seus seguidores e intermediários agem continua e sistematicamente ao contrário do que pregou o seu fundador, convictos que o seu amigo imaginário os mandatou para algo que está sempre na mesma linha que os seus interesses pessoais.
Se assim não for corrermos o risco de algum dia alguém vir aqui afirmar que o nazismo pode ser compreendido no seu contexto histórico e politico e que Hitler, Goering, Himmler e o resto da pandilha apenas agiram de acordo com as suas convicções pessoais.
Ou que o marxismo é uma maravilha, mas Stalin é que interpretou aquilo tudo mal… Diferença, se há, é que os crimes do Vaticano continuam a ser praticados e encobertos nos nossos dias, enquanto os de Stalin já há muito que foram denunciados.
A citação de Leo 13 serviu apenas para demonstrar que quando um padre que vocês têm como santo (e infalível, porque aquilo foi escrito num prefácio de um código canónico) se sai com uma bujarda deste calibre não se distingue mais de um vulgar aiatolah.
Não sendo possível distinguir qual é a religião verdadeira a única atitude coerente é rejeitá-las a todas.
Eu não defendo que o último padre seja enforcado nas tripas do último rei, mas se transformarmos os seminários e as madrassas em escolas, as igrejas e as mesquitas em museus, e já agora, as praças de touros em recintos desportivos, estamos sem dúvida a caminhar para um mundo melhor.
Desculpe lá Xiquinho, mas não podia ter arranjado piores exemplos… diga-me lá quando é que Cristo mandou matar os hereges? Ele próprio disse para amar os inimigos… Ou violar criancinhas?
Agora digo-lhe eu para não ver tudo a preto e branco e admitir que a mensagem original do Cristianismo se seguida, faria do nosso mundo muito melhor. E mais uma vez basta comparar as civilizações Ocidentais, com as do Oriente.
Eu vou entrar num período extremamente ocupado, por isso espero que não tome como indelicada esta minha curta mensagem, que merercia decerto um desenvolvimento maior.
Abraço
Desculpe cá João, mas eu nunca disse que Cristo mandou matar hereges, mas sim que os seguidores do Cristianismo fazem precisamente o contrário do que ele mandou.
Mas já que pergunta…
“E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim”
Não sou eu que o afirmo, é Lucas em 19:27. E já agora cito João em 15:6:
“Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.”
Esta última dizem que inspirou uns valentes churrascos…
Não tomo nada indelicado, eu também estou condenado a responder telegraficamente nos tempos mais próximos por motivos profissionais e estudantis…
Mas entretanto aceite aquele abraço
“Desculpe cá João, mas eu nunca disse que Cristo mandou matar hereges, mas sim que os seguidores do Cristianismo fazem precisamente o contrário do que ele mandou.”
Eu sei que o Xiquinho não disse, o meu ponto é precisamente esse, como o Xiquinho sabe que Jesus não mandou matar hereges, os seus exemplos foram mal dados.
Quanto a Lucas 19:27… eu não sou nenhum especialista da bíblia mas em 19:11 fala.se em parábola:
http://www.tiosam.com/Biblia/biblia.asp?livro=42&capitulo=19
Tem-se aí o contexto todo.
Enfim não tenho mesmo mais tempo para isto
Um abraço e muito sucesso no seu trabalho.
Desculpe acolá Xiquinho, então porquê dar o exemplo do Marxismo quando Stalin foi influenciado pelas palavras de Marx tanto que as seguiu…
O caso do Cristianismo é oposto em alguns casos, não tão sistematicamente como diz, esses líderes não seguiram as palavras de Jesus, Stalin seguiu Marx…
Uma coisa é estar a dizer que o Cristianismo, o puro, caso contrário não o seria, é mau para a humanidade, o que é absolutamente falso.
Agora claro que a religião no seu estado impuro, e algumas religiões mesmo “puras já foram muitas vezes prejudiciais ao homem, sem dúvida.
Quando a Lucas 19:27 , se calhar ajuda ler Lucas 19:11 em que Jesus começa a contar uma parábola…
A citação de João estudarei noutra altura…
Enfim, acaba aqui a minha participação nos tempos mais próximos.
Abraço e sucesso para si profissionalmente e nos estudos, abraço.