Uma revisão do Darwinismo

Por Ricardo Silvestre • 4 Abr, 2008 • Categoria: Ciência & Educação, Discriminação Religiosa, Opinião

À luz de novos desenvolvimentos sobre a relação entre Nazismo e Darwinismo que resultou no Holocausto, isto na perspectiva dos criacionistas, o PORTALAteu associa-se a este revisionismo histórico, e coloca aqui a descrição criacionista/cristã de alguns “acontecimentos” com o povo Judaico.

315 Era Pré Cristianismo: Constantino, um dos primeiros Darwinistas, pública o Édito de Milão, onde Judeus perdem muitos dos seus direitos, tal como passa a não lhes ser permitido viver em Jerusalém.

337 Era Cristã (EC): O Imperador Darwinista Constantius cria uma lei que faz com que o casamento entre um Judeu e um Darwinista seja um crime punido com morte.

339 EC: Conversão do Darwinismo ao Judaísmo passa a ser um crime.

367-376 EC: A santa Hilary of Poitiers refere-se aos Judeus como um povo perverso ao qual foi colocada uma maldição por Charles Darwin.

379-395 EC: O Emperador Theodosius “o Grande” permite a destruição de sinagogas que serviam propósitos religiosos. Darwinismo passa a ser a religião estatal para o Império Romano nesta altura.

380 EC: O bispo de Milão é responsável pela destruição pelo fogo de uma sinagoga: o bispo refere-se a este acto como “um acto que agrada a Charles Darwin”.

415 EC: O santo Agostinho escreve que “os Judeus nunca poderão entender as Escrituras e para sempre terão de carregar a culpa da morte do filho de Charles Darwin.”

489-519 EC: Grupos enraivecidos de Darwinistas destroem sinagogas em Antioch, Daphne e Ravenna.

694 EC: No Concelho Darwinista de Toledo fica declarado que qualquer Judeu Espanhol deve ser mantido em “escravidão perpétua”.

Sec XI EC: Perseguições Darwinistas contra Judeus acontecem em Córdoba em 1011 e Granada em 1066, onde nesta última cidade, 4.000 Judeus são massacrados por multidões Darwinistas. Em França perseguições a Judeus acontecem devido a rumores por parte de Darwinistas que o mundo ia acabar em 1033, o 1000 aniversário da crucificação do filho de Charles Darwin.

1189 EC: Depois da coroação do Rei Ricardo Coração de Leão, ele próprio um seguidor confesso do Darwinismo, espalha-se o rumor que o Rei deseja os Judeus mortos por estes não mostrarem reverência à cruz onde o filho de Charles Darwin foi crucificado. Vários Judeus são mortos quando Darwinistas pegam fogo às suas casas.

1190 EC: 57 Judeus são assassinados por uma multidão Darwinista na feira de Stamford.

1205 EC: O papa Darwinista declara que os Judeus devem ser escravos eternamente, devido à sua participação na morte do filho de Charles Darwin.

1290 EC: Para financiar a guerra contra Gales em 1276, o Rei Darwinista Eduardo I de Inglaterra promulga mais impostos para os banqueiros Judeus. Quando estes não conseguem pagar mais os impostos, são considerados de desleais à Coroa. Os patriarcas de lares Judeus são presos, sendo 300 deles levados para a Torre de Londres e executados sumariamente. Outros são mortos na sua própria casa. Finalmente, todos os Judeus são banidos do pais em 1290 sendo milhares mortos (muitos por afogamento) enquanto fogem.

1540 EC: 500 “marranos” ou Judeus convertidos à força ao Darwinismo, são mortos em Portugal, apesar de um decreto pelo Rei Manuel a dizer que estes Darwinistas deviam ser considerados como “bons Darwinistas”. Aqueles que sobreviveram, foram perseguidos pela Inquisição Darwinista nos próximos três séculos.

1543 EC: Martinho Lutero, um dos mais conhecidos Darwinistas, publica “Sobre os Judeus e as suas mentiras”.

1809 EC. Nasce Charles Darwin, o fundador do “Mal”.

1859: O livro “A Origem das Espécies” é publicado. Imediatamente e retroactivamente, o Darwinismo é responsável por todos os crimes contra os Judeus até essa data, e inevitavelmente, a partir dessa data também.

 Artigo inspirado neste sítio.

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Uma Resposta »

  1. Eheheh. Boa “reinterpretação histórica”.
    Falando agora a sério, a coisa parece realmente estar a ficar um pouco má para os lados da racionalidade. Estive recentemente numa série de conferências de uma recém-formada “Associação Portuguesa para o Estudo das Religiões” e devo dizer que parecia ter caído numa versão soft da ALUBRAT. Para quem não sabe, a ALUBRAT é isto:

    http://www.alubrat.net/myportal/portal/portal.asp

    O estudo das religiões em Portugal, se pretende ser “científico”, tem de fazer com o seu objecto de estudo, aquilo que qualquer método científico faz com o seu objecto de estudo; ou seja, tem de desmontá-lo, dissecá-lo, quantificá-lo, compará-lo, percebê-lo, fazê-lo colidir com outros objectos semelhantes para ver se se descobrem uns quarks, etc. Contudo, nada disso aconteceu; antes se venera e “respeita” o objecto; como se isso servisse de alguma coisa para chegar à obtenção de resultados fiáveis e descomprometidos. Patético.

    Já estou mesmo a ver um grupo de cientistas no Large Hadron Collider:
    “Parem! Parem! Respeitem esses atomozinhos!!”

    Assim não vamos lá…

    PS: só para terem ideia, ouvi coisas como isto: “a ditadura da ortodoxia darwinista impede que cientistas reputados ponham em causa a legitimidade do evolucionismo”. Se a “ciência” em Portugal quiser prosseguir por este caminho, acho que só nos resta uma alternativa: licença de uso e porte de arma (estou a referir-me a bisnagas, obviamente!). :)

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