Uma revisão do Darwinismo

À luz de novos desenvolvimentos sobre a relação entre Nazismo e Darwinismo que resultou no Holocausto, isto na perspectiva dos criacionistas, o PORTALAteu associa-se a este revisionismo histórico, e coloca aqui a descrição criacionista/cristã de alguns “acontecimentos” com o povo Judaico.

315 Era Pré Cristianismo: Constantino, um dos primeiros Darwinistas, pública o Édito de Milão, onde Judeus perdem muitos dos seus direitos, tal como passa a não lhes ser permitido viver em Jerusalém.

337 Era Cristã (EC): O Imperador Darwinista Constantius cria uma lei que faz com que o casamento entre um Judeu e um Darwinista seja um crime punido com morte.

339 EC: Conversão do Darwinismo ao Judaísmo passa a ser um crime.

367-376 EC: A santa Hilary of Poitiers refere-se aos Judeus como um povo perverso ao qual foi colocada uma maldição por Charles Darwin.

379-395 EC: O Emperador Theodosius “o Grande” permite a destruição de sinagogas que serviam propósitos religiosos. Darwinismo passa a ser a religião estatal para o Império Romano nesta altura.

380 EC: O bispo de Milão é responsável pela destruição pelo fogo de uma sinagoga: o bispo refere-se a este acto como “um acto que agrada a Charles Darwin”.

415 EC: O santo Agostinho escreve que “os Judeus nunca poderão entender as Escrituras e para sempre terão de carregar a culpa da morte do filho de Charles Darwin.”

489-519 EC: Grupos enraivecidos de Darwinistas destroem sinagogas em Antioch, Daphne e Ravenna.

694 EC: No Concelho Darwinista de Toledo fica declarado que qualquer Judeu Espanhol deve ser mantido em “escravidão perpétua”.

Sec XI EC: Perseguições Darwinistas contra Judeus acontecem em Córdoba em 1011 e Granada em 1066, onde nesta última cidade, 4.000 Judeus são massacrados por multidões Darwinistas. Em França perseguições a Judeus acontecem devido a rumores por parte de Darwinistas que o mundo ia acabar em 1033, o 1000 aniversário da crucificação do filho de Charles Darwin.

1189 EC: Depois da coroação do Rei Ricardo Coração de Leão, ele próprio um seguidor confesso do Darwinismo, espalha-se o rumor que o Rei deseja os Judeus mortos por estes não mostrarem reverência à cruz onde o filho de Charles Darwin foi crucificado. Vários Judeus são mortos quando Darwinistas pegam fogo às suas casas.

1190 EC: 57 Judeus são assassinados por uma multidão Darwinista na feira de Stamford.

1205 EC: O papa Darwinista declara que os Judeus devem ser escravos eternamente, devido à sua participação na morte do filho de Charles Darwin.

1290 EC: Para financiar a guerra contra Gales em 1276, o Rei Darwinista Eduardo I de Inglaterra promulga mais impostos para os banqueiros Judeus. Quando estes não conseguem pagar mais os impostos, são considerados de desleais à Coroa. Os patriarcas de lares Judeus são presos, sendo 300 deles levados para a Torre de Londres e executados sumariamente. Outros são mortos na sua própria casa. Finalmente, todos os Judeus são banidos do pais em 1290 sendo milhares mortos (muitos por afogamento) enquanto fogem.

1540 EC: 500 “marranos” ou Judeus convertidos à força ao Darwinismo, são mortos em Portugal, apesar de um decreto pelo Rei Manuel a dizer que estes Darwinistas deviam ser considerados como “bons Darwinistas”. Aqueles que sobreviveram, foram perseguidos pela Inquisição Darwinista nos próximos três séculos.

1543 EC: Martinho Lutero, um dos mais conhecidos Darwinistas, publica “Sobre os Judeus e as suas mentiras”.

1809 EC. Nasce Charles Darwin, o fundador do “Mal”.

1859: O livro “A Origem das Espécies” é publicado. Imediatamente e retroactivamente, o Darwinismo é responsável por todos os crimes contra os Judeus até essa data, e inevitavelmente, a partir dessa data também.

 Artigo inspirado neste sítio.

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