Sentimentalização excessiva do amor?

Para o padre Duarte da Cunha, ex-responsável durante dez anos da Pastoral da Família na diocese de Lisboa, o Bloco de Esquerda tem um grave problema, pelas suas palavras critica uma “sentimentalização excessiva do amor”. E explica o homem auto-castrado que “o amor é uma construção permanente, não é algo que se sente um dia e no outro não”.

O discurso provém de uma das muitas afrontas à democracia portuguesa, ou pseudo-democracia a julgar determinados pontos de vista, a ICAR sente-se no direito de afrontar tudo e todos quando quer e decide abrir uma guerra relativamente aos divórcios, escolhendo para porta-vozes homens que estão proibidos de casar, de ter relações sexuais, e inclusive, de se masturbarem. Estupidificação suficiente para estas tacanhas mentes falarem do que não conhecem e comportarem-se como perfeitos idiotas.

A castração intelectual e física é a necessidade básica ao cristianismo, sem isso as ovelhas não seguem pastores, seguem aquilo que os sentimentos ditam, e promover a apatia sentimental é o recurso mais que normal para a lavagem cerebral, amor em lides católicas tem de ser completamente vácuo e fútil, frio como um calhau, e muitas das pessoas que seguem as doutrinas católicas são como calhaus.

Os sentimentos são bons se não existirem, atrapalham as lides religiosas e emancipam os Homens, e viver nas putrefacções de niilismo e na miséria existencial não é para todos. Os meus sentimentos não possuem excessos nem faltas, apenas e só são. E são livres. E quem quiser adoptar os sentimentalismos dos calhaus que o faça, mas que não os tente impor a ninguém.

DN: Divórcio abre nova guerra entre maioria PS e Igreja

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