O que?!?
Por Ricardo Silvestre • 18 Mar, 2008 • Categoria: Ciência & Educação, Internacionais, Notícias“O Dr Rowan Williams, o Arcebispo de Canterbury volta a estar no centro das atenções, neste caso ao comparar o neo-Darwinismo com o criacionismo.
Disse o Arcebispo que “estas duas correntes merecem-se uma à outra”. O criacionismo é “ciência questionável a pretender ser teologia, enquanto que o neo- Darwinismo é teologia questionável a pretender ser ciência”.
No seu sermão sobre ciência e fé proferido durante a “Semana Santa”, o Dr Williams disse que “a ciência é muito mais que simplesmente estas duas correntes de pensamento.” Para ele, o neo-Darwinismo (suportado entre outros pelo Professor Richard Dawkins) é mais problemático que o criacionismo porque é uma “pseudo-ciência” e como tal “vulnerável à critica intelectual porque quer se transformar numa teologia”.
Finalmente, o Arcebispo disse que “neo-Darwinismo e Cristianismo estão a contar histórias: o Cristianismo aceita esse facto, enquanto o neo-Darwinismo não.”
Ver aqui.
Alguém leia a este senhor uma “história” de embalar, lhe de umas bolachas e um copo de leite morno e o mande para a cama. Claramente o senhor está cansado e já não sabe o que diz. Só pode ser.
Ou então é o avançar da idade e o aparecimento dos primeiros sinais de senilidade.
Caro arcebispo, depois do disparate de querer introduzir a Lei da Sharia na Inglaterra, e agora com esta comparação absurda entre o criacionismo e o neo-Darwinismo, o senhor tem o privilégio de ir para os “Cromos da Irracionalidade” na secção de Humor do Portal Ateu.
Welcome!
Ricardo por favor não te dediques à politica. Davas um ditador pior que o Mobutu. Concordes, ou não, com o homem, ele tem o direito a exprimir a SUA OPINIÃO. De qualquer forma não creio que o respeito que goza resulte meramente do ar gótico dos paramentos religiosos. Há que saber ouvir companheiro, mesmo que diga aparentes disparates. Não te esqueças de que foi de bocas de palermas como ele (e outros religiosos) que conceitos como os direitos humanos, igualdade entre homens independente da sua condição, ecologia e outros do género apareceram na agenda politica.