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	<title>Comentários em: Jesus e a frequência do diálogo</title>
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	<description>Movimento Ateísta Português</description>
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		<title>Por: Falácias e Verdades &#187; Tiago Luchini</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-560</link>
		<dc:creator>Falácias e Verdades &#187; Tiago Luchini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 11:12:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] um artigo de opinião ateu composto por Helder Sanches encontrei uma pérola: &#8220;O fenómeno religioso não se sustenta [...]</description>
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		<title>Por: Verdades, Popper e propaganda &#187; Helder Sanches</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-133</link>
		<dc:creator>Verdades, Popper e propaganda &#187; Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 12:07:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] panfleto propagandista. O Bernardo, sem se dar conta, utilizou os argumentos que muitos usam para questionar a veracidade histórica de Jesus. Mas o Bernardo, nesse caso, já descarta a possibilidade da propaganda. A este estranho [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] panfleto propagandista. O Bernardo, sem se dar conta, utilizou os argumentos que muitos usam para questionar a veracidade histórica de Jesus. Mas o Bernardo, nesse caso, já descarta a possibilidade da propaganda. A este estranho [...]</p>
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		<title>Por: Verdades, Popper e propaganda &#187; Portal Ateu</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-130</link>
		<dc:creator>Verdades, Popper e propaganda &#187; Portal Ateu</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 11:55:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] panfleto propagandista. O Bernardo, sem se dar conta, utilizou os argumentos que muitos usam para questionar a veracidade histÃ³rica de Jesus. Mas o Bernardo, nesse caso, jÃ¡ descarta a possibilidade da propaganda. A este estranho [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] panfleto propagandista. O Bernardo, sem se dar conta, utilizou os argumentos que muitos usam para questionar a veracidade histÃ³rica de Jesus. Mas o Bernardo, nesse caso, jÃ¡ descarta a possibilidade da propaganda. A este estranho [...]</p>
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		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-86</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:32:19 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo Helder,

Resposta aqui:

http://espectadores.blogspot.com/2008/02/esclarecimento-ao-helder-sanches.html

Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Helder,</p>
<p>Resposta aqui:</p>
<p><a href="http://espectadores.blogspot.com/2008/02/esclarecimento-ao-helder-sanches.html" rel="nofollow">http://espectadores.blogspot.com/2008/02/esclarecimento-ao-helder-sanches.html</a></p>
<p>Um abraço!</p>
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		<title>Por: Jesus e a frequência do diálogo : Helder Sanches</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-62</link>
		<dc:creator>Jesus e a frequência do diálogo : Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 22:26:28 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Publicado a 22 de Janeiro de 2008 no Portal Ateu [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Publicado a 22 de Janeiro de 2008 no Portal Ateu [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-51</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 16:59:04 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Bernardo,

Você não respondeu às minhas dúvidas com os mesmos argumentos que utilizou inicialmente para justificar a verdade histórica de Jesus. Afinal, você considera as dúvidas sobre a existência de Jesus um logro uma vez que, no seu entender, existem provas suficientes e comprovadas da verdade histórica do mesmo; agora, em relação a Deus e ao Espírito Santo você diz-me que qualquer cristão acredita na trindade porque Jesus fala dela. Bem, em que ficamos, então? Já não são precisas confirmações históricas fidedignas? Basta-lhe a palavra de alguém em quem você acredita, sabendo que esse alguém é deveras contestado historicamente?

Lamentavelmente, voltamos à estaca zero e eu volto ao meu argumento inicial: uma vez mais, não importa, também no caso da Santíssima Trindade, qualquer validação histórica. Desde que o conceito venda, o mercado está garantido.

Só um à parte para o corrigir, se me permite, numa afirmação que faz: &quot;A distinção das três pessoas é feita por Cristo. E por isso mesmo, é aceite pelos cristãos&quot;. Isto não é verdade. A Santíssima Trindade é aceite, mas não por todos. Existem diversas facções cristãs - algumas bastante populares - que não subscrevem a doutrina trinitariana. Mas isso, claro, deve dever-se a questões de tradução e nunca a questões de veracidade.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Bernardo,</p>
<p>Você não respondeu às minhas dúvidas com os mesmos argumentos que utilizou inicialmente para justificar a verdade histórica de Jesus. Afinal, você considera as dúvidas sobre a existência de Jesus um logro uma vez que, no seu entender, existem provas suficientes e comprovadas da verdade histórica do mesmo; agora, em relação a Deus e ao Espírito Santo você diz-me que qualquer cristão acredita na trindade porque Jesus fala dela. Bem, em que ficamos, então? Já não são precisas confirmações históricas fidedignas? Basta-lhe a palavra de alguém em quem você acredita, sabendo que esse alguém é deveras contestado historicamente?</p>
<p>Lamentavelmente, voltamos à estaca zero e eu volto ao meu argumento inicial: uma vez mais, não importa, também no caso da Santíssima Trindade, qualquer validação histórica. Desde que o conceito venda, o mercado está garantido.</p>
<p>Só um à parte para o corrigir, se me permite, numa afirmação que faz: &#8220;A distinção das três pessoas é feita por Cristo. E por isso mesmo, é aceite pelos cristãos&#8221;. Isto não é verdade. A Santíssima Trindade é aceite, mas não por todos. Existem diversas facções cristãs &#8211; algumas bastante populares &#8211; que não subscrevem a doutrina trinitariana. Mas isso, claro, deve dever-se a questões de tradução e nunca a questões de veracidade.</p>
<p>Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-35</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 12:06:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-35</guid>
		<description>Caro Alfredo Garcia,

«Sobre o que diz do documentário, eu só tenho uma pergunta, o porquê que diz que é uma falsidade.»

Digo-o porque passei mais quase doze anos da minha vida a estudar o enigma de Rennes-le-Château, as mistificações do Priorado de Sião, e as tretas dos pseudo-historiadores da &quot;linhagem sagrada&quot;.

«Só porque não vai de encontra o que você acredita.»

Não, não, meu caro. Que ponto é que quer discutir? Tenho referências documentais para dar e vender.
No que diz respeito ao documentário, estamos a falar de história. O meu debate com o Helder era mais sobre fé em Deus, o que é radicalmente diferente. Aí já interessa aquilo no qual eu acredito. Para falar sobre este documentário, basta saber História e ter acesso à documentação e aos factos.

«É que para isso eu também poderia dizer que a biblia era uma falsidade, porque também não de encontro com aquilo que eu acredito.»

Há duas formas de ver a questão:

a) como livro, como documento, não é uma falsidade; a Bíblia existe com a sua vetusta antiguidade, não é uma falsificação moderna

b) como conteúdo, a questão já é diferente; só é possível aceitar a Bíblia como verdadeira com estudo e com fé; com as duas atitudes, a da procura intelectual do conteúdo da Bíblia, e a da aceitação por fé do texto bíblico como doutrina revelada por Deus 

«Caro Bernardo se quer acreditar que Jesus existiu, que transformou as pedras em pão, a água em vinho, que andou por cima da água, que ressuscitou ao 3 dia, tudo bem e até acho bem que acredite, pois é essa a sua fé»

Exacto!

«e fé não se discute»

Porque não? Eu discuto-a todos os dias.

«mas só não pode é quer é que o que vai contra a sua fé seja mentira, porque você também não consegue provar que realmente Jesus existiu, que fez milagres etc.»

Repare: eu não tenho que provar que Jesus fez milagres para reconhecer que o documentário &quot;Bloodline&quot; é uma treta: basta olhar para as pseudo-provas e ver que são falsificações. Basta conhecer um pouco a história da farsa da &quot;linhagem sagrada&quot;, e basta conhecer também um pouco da vida pessoal dos autores do documentário, para ver esse material como uma treta.

«Amigo Bernardo pense um bocado sobre isto, veja se é capaz de me provar por A mais B que Deus ou Jesus realmente existiram, se conseguir terá mais um crente na lista, se não haverá mais um ateu no mundo.»

Meu caro, com toda a consideração que terei por si, não vejo porque razão é que a sua atitude perante a fé, seja pela crença, seja pelo ateísmo, seja minha culpa. Você é livre. Eu posso tentar explicar as razões que me levam a acreditar. Não posso pretender obrigar os outros a concordarem comigo... Se visitar o meu blogue, tenho por lá muito material, já desde 2003, a tentar explicar aos outros as razões que me levam a ser católico. Está tudo lá. E todos os meses aquilo vai crescendo.

Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Alfredo Garcia,</p>
<p>«Sobre o que diz do documentário, eu só tenho uma pergunta, o porquê que diz que é uma falsidade.»</p>
<p>Digo-o porque passei mais quase doze anos da minha vida a estudar o enigma de Rennes-le-Château, as mistificações do Priorado de Sião, e as tretas dos pseudo-historiadores da &#8220;linhagem sagrada&#8221;.</p>
<p>«Só porque não vai de encontra o que você acredita.»</p>
<p>Não, não, meu caro. Que ponto é que quer discutir? Tenho referências documentais para dar e vender.<br />
No que diz respeito ao documentário, estamos a falar de história. O meu debate com o Helder era mais sobre fé em Deus, o que é radicalmente diferente. Aí já interessa aquilo no qual eu acredito. Para falar sobre este documentário, basta saber História e ter acesso à documentação e aos factos.</p>
<p>«É que para isso eu também poderia dizer que a biblia era uma falsidade, porque também não de encontro com aquilo que eu acredito.»</p>
<p>Há duas formas de ver a questão:</p>
<p>a) como livro, como documento, não é uma falsidade; a Bíblia existe com a sua vetusta antiguidade, não é uma falsificação moderna</p>
<p>b) como conteúdo, a questão já é diferente; só é possível aceitar a Bíblia como verdadeira com estudo e com fé; com as duas atitudes, a da procura intelectual do conteúdo da Bíblia, e a da aceitação por fé do texto bíblico como doutrina revelada por Deus </p>
<p>«Caro Bernardo se quer acreditar que Jesus existiu, que transformou as pedras em pão, a água em vinho, que andou por cima da água, que ressuscitou ao 3 dia, tudo bem e até acho bem que acredite, pois é essa a sua fé»</p>
<p>Exacto!</p>
<p>«e fé não se discute»</p>
<p>Porque não? Eu discuto-a todos os dias.</p>
<p>«mas só não pode é quer é que o que vai contra a sua fé seja mentira, porque você também não consegue provar que realmente Jesus existiu, que fez milagres etc.»</p>
<p>Repare: eu não tenho que provar que Jesus fez milagres para reconhecer que o documentário &#8220;Bloodline&#8221; é uma treta: basta olhar para as pseudo-provas e ver que são falsificações. Basta conhecer um pouco a história da farsa da &#8220;linhagem sagrada&#8221;, e basta conhecer também um pouco da vida pessoal dos autores do documentário, para ver esse material como uma treta.</p>
<p>«Amigo Bernardo pense um bocado sobre isto, veja se é capaz de me provar por A mais B que Deus ou Jesus realmente existiram, se conseguir terá mais um crente na lista, se não haverá mais um ateu no mundo.»</p>
<p>Meu caro, com toda a consideração que terei por si, não vejo porque razão é que a sua atitude perante a fé, seja pela crença, seja pelo ateísmo, seja minha culpa. Você é livre. Eu posso tentar explicar as razões que me levam a acreditar. Não posso pretender obrigar os outros a concordarem comigo&#8230; Se visitar o meu blogue, tenho por lá muito material, já desde 2003, a tentar explicar aos outros as razões que me levam a ser católico. Está tudo lá. E todos os meses aquilo vai crescendo.</p>
<p>Um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-34</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 11:59:20 +0000</pubDate>
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		<description>:( 
O resto da sua frase ficou depois do meu abraço!
Mas penso ter explicado este ponto no meu comentário!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p> <img src='http://www.portalateu.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /><br />
O resto da sua frase ficou depois do meu abraço!<br />
Mas penso ter explicado este ponto no meu comentário!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-33</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 11:57:41 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Helder,

«Penso que é escusado enumerar a quantidade de episódios em que, tal como você, a igreja se sentiu insultada pela clarividência dos que se lhe opunham.»

Não percebi. Pode explicar melhor este ponto?

«Espanta-me, no entanto, a sua dificuldade em aceitar que o cristianismo dependa mais da sustentação do conceito do que da confirmação histórica de Jesus. Afinal, você não tem dificuldade - deixe-me especular, uma vez que você também já o fez - em sustentar a mesma religião noutros conceitos ainda mais surpreendentes; presumo, portanto, que você exija de si próprio os mesmo critérios para o “Pai” e para o “Espírito Santo” que exige para o “Filho”.»

Vamos tentar compreender uma coisa: o Deus é o mesmo, e um só. Cristo, enquanto Filho, é imagem do Pai na história. Nesta vida, não podemos ver Deus-Pai senão através de Jesus Cristo (&quot;Quem me vê a mim, vê o Pai&quot;). Ou seja, a prova histórica de que Cristo existiu é importante para o conceito cristão de Deus. Como um todo. Pai, Filho e Espírito Santo são um e o mesmo Deus. A sua diferença não é de essência mas sim de relação. Deus enquanto Pai mostra-nos a transcendência do Deus Criador, Deus enquanto Filho mostra-nos a sublime realidade de um Deus que se faz Homem como nós. Deus enquanto Espírito Santo mostra-nos a presença de Deus em toda a Criação como sustento ontológico dessa mesma criação.

A questão da Trindade faz sempre imensa confusão. Mas não é nenhuma invenção. Nós somos levados a reconhecer a Santíssima Trindade porque é Cristo quem nos fala dela. &quot;Envio-vos o Meu Espírito&quot;, diz Jesus. É Ele quem fala no Pai e no Espírito. A distinção das três pessoas é feita por Cristo. E por isso mesmo, é aceite pelos cristãos.

Vê agora como tudo isto está sustentado no Cristo histórico? Se Cristo não tivesse existido, nunca falaria no Pai nem no Espírito.

Um abraço
Ou para si estes dois elementos da Trindade não carecem de comprovação e já se podem ficar pelo mero conceito, situação inaceitável e chocante no caso de Jesus?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Helder,</p>
<p>«Penso que é escusado enumerar a quantidade de episódios em que, tal como você, a igreja se sentiu insultada pela clarividência dos que se lhe opunham.»</p>
<p>Não percebi. Pode explicar melhor este ponto?</p>
<p>«Espanta-me, no entanto, a sua dificuldade em aceitar que o cristianismo dependa mais da sustentação do conceito do que da confirmação histórica de Jesus. Afinal, você não tem dificuldade &#8211; deixe-me especular, uma vez que você também já o fez &#8211; em sustentar a mesma religião noutros conceitos ainda mais surpreendentes; presumo, portanto, que você exija de si próprio os mesmo critérios para o “Pai” e para o “Espírito Santo” que exige para o “Filho”.»</p>
<p>Vamos tentar compreender uma coisa: o Deus é o mesmo, e um só. Cristo, enquanto Filho, é imagem do Pai na história. Nesta vida, não podemos ver Deus-Pai senão através de Jesus Cristo (&#8221;Quem me vê a mim, vê o Pai&#8221;). Ou seja, a prova histórica de que Cristo existiu é importante para o conceito cristão de Deus. Como um todo. Pai, Filho e Espírito Santo são um e o mesmo Deus. A sua diferença não é de essência mas sim de relação. Deus enquanto Pai mostra-nos a transcendência do Deus Criador, Deus enquanto Filho mostra-nos a sublime realidade de um Deus que se faz Homem como nós. Deus enquanto Espírito Santo mostra-nos a presença de Deus em toda a Criação como sustento ontológico dessa mesma criação.</p>
<p>A questão da Trindade faz sempre imensa confusão. Mas não é nenhuma invenção. Nós somos levados a reconhecer a Santíssima Trindade porque é Cristo quem nos fala dela. &#8220;Envio-vos o Meu Espírito&#8221;, diz Jesus. É Ele quem fala no Pai e no Espírito. A distinção das três pessoas é feita por Cristo. E por isso mesmo, é aceite pelos cristãos.</p>
<p>Vê agora como tudo isto está sustentado no Cristo histórico? Se Cristo não tivesse existido, nunca falaria no Pai nem no Espírito.</p>
<p>Um abraço<br />
Ou para si estes dois elementos da Trindade não carecem de comprovação e já se podem ficar pelo mero conceito, situação inaceitável e chocante no caso de Jesus?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alfredo Garcia</title>
		<link>http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-32</link>
		<dc:creator>Alfredo Garcia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 06:14:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalateu.com/2008/01/22/jesus-e-a-frequencia-do-dialogo/#comment-32</guid>
		<description>Caro Bernardo

Sobre o que diz do documentário, eu só tenho uma pergunta, o porquê que diz que é uma falsidade.
Só porque não vai de encontra o que você acredita. É que para isso eu também poderia dizer que a biblia era uma falsidade, porque também não de encontro com aquilo que eu acredito.
Caro Bernardo se quer acreditar que Jesus existiu, que transformou as pedras em pão, a água em vinho, que andou por cima da água, que ressuscitou ao 3 dia, tudo bem e até acho bem que acredite, pois é essa a sua fé, e fé não se discute, mas só não pode é quer é que o que vai contra a sua fé seja mentira, porque você também não consegue provar que realmente Jesus existiu, que fez milagres etc.

Amigo Bernardo pense um bocado sobre isto, veja se é capaz de me provar por A mais B que Deus ou Jesus realmente existiram, se conseguir terá mais um crente na lista, se não haverá mais um ateu no mundo.

Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Bernardo</p>
<p>Sobre o que diz do documentário, eu só tenho uma pergunta, o porquê que diz que é uma falsidade.<br />
Só porque não vai de encontra o que você acredita. É que para isso eu também poderia dizer que a biblia era uma falsidade, porque também não de encontro com aquilo que eu acredito.<br />
Caro Bernardo se quer acreditar que Jesus existiu, que transformou as pedras em pão, a água em vinho, que andou por cima da água, que ressuscitou ao 3 dia, tudo bem e até acho bem que acredite, pois é essa a sua fé, e fé não se discute, mas só não pode é quer é que o que vai contra a sua fé seja mentira, porque você também não consegue provar que realmente Jesus existiu, que fez milagres etc.</p>
<p>Amigo Bernardo pense um bocado sobre isto, veja se é capaz de me provar por A mais B que Deus ou Jesus realmente existiram, se conseguir terá mais um crente na lista, se não haverá mais um ateu no mundo.</p>
<p>Um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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